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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010

O Irmão do loucura Londrina

Nasceu um irmão deste blog:

 

Perdido em Londres

 

(mas ouvi dizer que mete tanto nojo, tanto nojo, que não aconselho a ninguém)


publicado por Peter WouldDo às 22:20

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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

...

Ontem fui ver o Rodrigo Leão ao vivo e cheguei tarde a casa.

Espectacular.

Foi lindo ver o público inglês a vibrar com as músicas dele e a voz de Ana Vieira, que cantou em cinco línguas!!!

Só temos motivos para nos orgulharmos das "nossas" artes e cultura.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 25 de Maio de 2010

O penteado da nova estação

 

Esta é a nova tendência nos penteados masculinos para a estação Outono-Inverno 10/11.

Como se pode observar, este novo penteado destaca-se pela dificuldade de execução.

Já que requer a divisão do couro cabeludo desde a testa até ao mioleira em 55% (parte direita da cabeça) - 45% (parte esquerda).

Como se pode ver.

Uma inspiração no treinador português de futebol Paulo Bento.

À frente, e sobre a testa, o "folheado" dá um ar exótico ao penteado.

Segundo um especialista contactado por este blog, será uma homenagem ao Verão que entretanto terá acabado.

Para dificultar ainda mais a execução, cada uma das "pilangras" nas testa não poderá ter mais que 20 cabelas cada.

O que requer uma paciência de chinês ao cabeleireiro.

Uma característica deste penteado que já levou, inclusivê, um porta-voz da Associação de Cabeleireiros Portugueses a dizer: "Xiça".

Para dar um ar inovador, os criadores desta nova tendência para a nova estação criaram um "degradê" do risco até ás partes laterais da cabeça.

Este penteado não é, no entanto, indicado a pessoas com cabeças bicudas ou com forma quadrada.

Estando, por isso, desde logo contra-indicado a Cavaco Silva, Frankenstein e Bart Simpson.

Recomenda-se o uso, em conjunto com o penteado, de um par de óculos rectangular, que foi moda nos anos 70 e 20 do século passado.

Éça de Queiroz era um grande adepto deste tipo de óculos.

Porém não o era deste tipo de penteados.

 

 

Características técnicas:

 

Nome: "Corte Palmeira"

Duração: 45 minutos

Quantidade de água usada: 1,45 l

Utensílios: tesoura, pente, régua, máquina de calcular e aparador

Extras: gel do mais barato

Emissões Co2: 12 g/dia


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

O gajo vestido à labrego

Estava à espera na passadeira para passar a rua, quando do outro lado avistei um gajo - também à espera para passar uma rua - vestido de uma forma que quase me deu vontade de rir.

E pensei para cá para os meus botões (os do pólo que vestia):

“Que gajo labrego, vestido daquela maneira”.

Quando o sinal ficou verde passei a minha rua.

E ele também passou a dele.

Virei à minha direita e segui pelo passeio.

Ele virou à sua esquerda e também seguiu pelo passeio.

Caminhamos lado-a-lado por alguns segundos.

E eu não parava de reparar como ele estava vestido.

Mas quando virava a cabeça para olhar para ele, por coincidência, ou não, ele fazia o mesmo.

Já começava a estranhar a situação quando reparei que o gajo em quem estava a reparar era eu.

O meu reflexo.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Domingo, 25 de Abril de 2010

Música ao acaso

Um dos meus passatempos favoritos é fazer uma busca no Windows Media Player com uma palavra ao acaso e depois ouvir as músicas que contenham essa palavra no nome.

Isto ganha especial sabor ao sábado, quando estou mais descansado.

No passado sábado tive acesso a uma das melhores playlist criadas por uma palavra.

Foi ela “Nothing”.

 

If Love Equals Nothing – Will Young

Nothing to Give – White Lies

Nothing But The Sky – Ivy

Nothing Else matters – Metallica

Nothing Compares to you – Sinead O’Conner

Friends, Lovers or Nothing – John Mayer

Nothing In My Way – Keane

Nothing Left To Give – Lionel Richie

All Or Nothing – O Town


publicado por Peter WouldDo às 18:28

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Pedido de ajuda para descobrir uma estória

A todos os que ainda se atrevem a vir a este blogue quero deixar um pedido de ajuda.

Ando à procura da estória low cost perfeita.

Passo a explicar.

Procuro um estória que contenha os seguintes elementos:

 

- Poucas personagens (duas ou três seria perfeito);

- Poucos cenários (que dessem para ser repetitivos,

e se possível que fossem de estúdio para permitirem filmagens no inverno)

- Estória com assunto para ser interminável (que não se esgote ao fim de poucos episódios)

- Episódios de curta duração (a rondar os dois minutos e com três minutos no máximo)

 

Como podem ler, os requisitos são limitativos e a tarefa não é fácil.

Começo por dar uma sugestão aberta a críticas.

Mas peço por mais ideias, por mais parvas que possam parecer.

 

Obrigado

 

Uma mulher bonita, divorciada, com idade a rondar os 40 anos mantém uma relação sexual com um amigo da filha.

Encontram-se regularmente no quarto dela, sempre que a filha está na escola, já que o amigo dela já não estuda.

Durante os minutos que passam juntos, e já depois da parte física, os dois ficam na cama a falar da vida de ambos.

Mas o que sobressai das suas conversas são as muitas diferenças entra as suas gerações.

Diferenças essas que são completamente postas de lado, quando estão na parte física da relação.


publicado por Peter WouldDo às 06:21

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Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Experimentando gadgets

 

Ando a fazer umas experiências...

 

 

Todos quantos ouviram este som se questionam se sou eu quem fala.
A resposta é: sou!
Em primeiro lugar porque sempre que me apresentam um microfone à frente eu tenho tendência para cantar.
Mesmo que seja apenas para gravar um som experimental de três segundos.
Nos meus tempos de jornalista radiofónico era uma luta diária para gravar noticiários sem cantar.
Os meus primeiros notíciários gravados confundiam-se com os discos pedidos.
Havia ouvintes que não sabiam se ainda estavam a ouvir Quim Barreiros ou a ouvir as notícias.
E numa região como Trás-os-Montes a maioria das notícias servia bem para letra de música...
Depois, também se nota que sou eu quem fala pelo sotaque.
Isto porque eu tenho sotaque em qualquer língua que fale.
Desconfio que até língua gestual falaria com sotaque.
Se soubesse, claro.
É maravilhosa a forma como digo Ipod.
É mesmo só para me armar em inglês.
Reparem que digo a frase como se estivesse a fazer uma revelação excepcional.
Como se o vosso dia fosse mudar só com o que eu vos ia dizer.
Pelo menos crio expectativa...
Esta técnica já vem dos primórdios da publicidade e como podem ver eu fui um bom discípulo.

 

Chega de me vangloriar por três segundos de som.

Vou continuar com as minhas experiências, para tentar salvar este blog...

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 30 de Março de 2010

ti. ti. ti. ti. ti. ti. ti. ti. ti. ti.

Este blog está pela hora da morte.

Mas eu juro que ando a pensar na melhor forma de o salvar.

Sugestões?


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 2 de Março de 2010

Três quilos e meio baralhados

Este é um dos mais belos sons que já alguma vez ouvi.

Quando estou mais deprimido costumo recorrer a ele.

Tem origem na distante cidade de Bragança.

Numa rádio chamada de Brigantia.

Onde eu já trabalhei.

Deliciem-se:

  

 

  Gostaram? 


publicado por Peter WouldDo às 22:02

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Como os rumores mudam a minha vida

Nos últimos dias ando feliz da vida.

Ganhei fortes esperanças de conquistar a Cheryl “Futura Ex-Cole”.

Para quem não anda actualizado pelos rumores, ela vai divorciar-se.

E eu cá estou à espera desse dia.

Já ando a delinear a estratégia para a conquistar.

Parece que ela tem um fraquinho por homens mais escurinhos.

E eu já fiz a inscrição num solário.

A Cheryl também gosta de músculos.

E a inscrição no ginásio também já está feita.

Sei que isto tudo me vai sair do bolso.

Mas por aquela miúda faço qualquer coisa.

Sempre que ela fala com aquele sotaque nortenho eu derreto-me.

Faz-me lembrar as minhas origens nortenhas.

De Portugal, não da Inglaterra.

Tenho a certeza que ela também vai adorar o meu sotaque nortenho português.

Já nos imagino…

Numa sala com lareira, os dois ao quentinho, ao som de “Pronúncia do Norte” dos GNR.

Depois eu acaricio-a e ela mostra-me aquele sorriso que me para o coração por milésimos de segundos.

Eu toco-lhe com o indicador no nariz e beijo-a intensamente depois.

Já fiz cábulas com estes passos para não me esquecer.

Quem me conhece sabe que costumo ficar nervoso nestes momentos.

E a minha memória também não é das melhores.

Só ando preocupado com a reacção que a Anna Kournikova terá.

É que ela é a minha musa desde há muitos anos.

Mas é um amor que tem perdido intensidade desde que ela começou a andar com o Henrique.

O meu coração agora só bate pela Cheryl.

Cheryl, se és uma das quatro pessoas que ainda vem ao meu blog ler o que escrevo aqui fica um grande beijo.

Muuuuuuuaaaaaaaaa.

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 1 de Março de 2010

Post sobre cuecas II

Quem é que pode esperar ganhar um prémio sobre Humor e Entretenimento quando deixa como principal atracção do blog um post que fala de cuecas?

Eu é que não.

Mas lá no fundo ainda resta uma leve esperança.

E para compensar um post sobre cuecas, vou recorrer a um post… em branco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PS: acho que estou de volta


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

As minhas cuecas

 

Homens.

Sabem aquelas cuecas que já só colocamos quando temos a certeza que naquele dia as probabilidades de irmos para a cama com uma mulher são muito baixas?

As tais com a cor já desbotada e um buraquito de lado.

Tinha-as eu vestidas naquele dia.

Não tenho sorte nenhuma.

Pensamos sempre que nenhuma mulher deixar de fazer sexo connosco só pelo estado de conservação das nossas cuecas.

Até nos acontecer o que aconteceu comigo.

Lembrar-me da reacção dela é meio caminho andado para ficar com o resto do dia estragado.

Ou para acordar durante a noite com pesadelos.

No dia seguinte, toda a restante colecção de cuecas foi passada a pente fino.

Uma revista digna do serviço militar.

Por mais pequeno que os buraquitos fossem.

Ou mais ligeira que fosse a “desbotação”.

O lixo foi o destino de todas aquelas cuecas.

Desagradável foi descobrir que deveria ter comprado as substitutas antes da limpeza.

Agora, saio diariamente de casa mais confiante.

Porque sei que tenho vestidas cuecas que me garantem uma boa sessão de sexo sem surpresas.

Cuecas com bonecos do Looney Tunes para elas brincarem.

E com alarme contra buraquitos e desbotamentos.

Homens.

Sintam-se confortáveis e confiantes com cuecas “It’s Safe”.

 

 

 

Alguém ainda duvida que eu tenho jeito para escrever anúncios publicitários?


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Momento estranho da semana

 

Estar na casa de banho do emprego a fazer o serviço mais longo possível de fazer naquele espaço.

Fazer a descarga e descobrir que não foi tudo com a água.

Ao mesmo tempo alguém tenta abrir a porta.

Ficando depois à espera que saíamos para poder entrar.

São segundos longos aqueles durante os quais a descarga enche.

Nunca sabemos se a água que já está no depósito é suficiente para na segunda descarga levar o que ficou na sanita.

E então esperamos mais uns segundos.

Por mais centilitros de água.

“E se não for tudo desta vez”, pensamos.

“Quais as consequências?”

E o nosso colega de trabalho lá fora à espera para se servir da casa de banho.

“E se é a boazona que trabalha no Marketing que está do outro lado da porta.

O que pensará de mim… e do meu cag….?”

E o depósito que nunca mais está cheio.

Sabemos pelo barulho que ainda faz a encher.

Entretanto ligamos a água da torneira para lavar as mãos.

E fazemos questão que a pessoa que espera lá fora ouça o barulho para saber que lavamos as mãos depois do serviço.

Aliás, tentamos com o barulho de lavar as mãos ocultar a segunda descarga na sanita.

Mas o mais certo é que não resulte.

Antes de sairmos, uma última espreitadela só para confirmar que à segunda foi tudo.

Huuuuum.

Ficou suja.

Deixa meter a escova ali dentro para não deixar vestígios.

De seguida mão no puxador da porta.

(como a escova habitualmente é usada por outros antes da lavagem das mãos, já as nossas estão cheias de micróbios)

E abrimos a porta.

Não, não é a loira do Marketing que espera.

Mas o nosso chefe.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

110 minutos de sono profundo

 

Tudo começou com Bright Star.

E continuou com Were The Wild Things Are.

E até um filme indiano houve pelo meio.

Descobri que se andasse com sono não deveria evitar ir ao cinema.

Pelo contrário.

Era lá que eu deveria recuperar minutos de sonhos fantásticos.

E tudo porque eu tenho um cartão que me custa 16,5 libras por mês (19 euros) e me permite ir ver os filmes que me apetecer de borla.

Como a cadeia de cinemas a que pertence o cartão tem inúmeras salas espalhadas pela cidade.

Dei comigo a escolher qual a melhor não para assistir ao filme, mas para dormir.

Por isso, se estão com intenções de vir a Londres para ver um filme, não falem comigo.

Se por outro lado, estão a pensar em visitar a capital desta ilha para xonar 110 minutos podem pedir-me conselhos sobre qual a melhor sala.

- Vais para casa Peter?

- Não, vou ali a Leicester Square ao cinema que tem em cartaz o filme 2012.

- Ouvi dizer que esse filme é muito bom.

- Pois é. Já o fui ver umas três vezes. Mas ainda não consegui. E espero não ser hoje. Ando sonolento.

 

Um cartão como este poderia ser um sucesso em Portugal.

E seria uma alavanca para indústria cinematográfica portuguesa.

Com uma percentagem de filmes para dormir acima da média.

(este comentário era desnecessário para alguém que aspira um dia fazer parte desta indústria…)

 

NB: 110 minutos é a duração média de um filme. Ou faz de conta.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Ainda não morri... só comprei um Ipod

 

Só para dizer que ainda estou vivo, apesar de ter queimado a língua com um mocha do Starbucks.

 

Para ser sincero, não tenho aparecido por aqui com combinações de palavras novas, vulgarmente reconhecidas como posts, porque comprei um Ipod Touch.

Tem sido essa a minha perdição dos últimos dias.

Eu que pensava que já não era criança vejo-me agora de caras (quando olho ao espelho) com um garoto que recebeu um presente.

E já sabem que é usar até aborrecer, ou se tornar um objecto vulgar.

Mas como aquilo tem funções que nunca mais acabam, não sei quando me vou fartar.

Para já é downloadar até não parar.

São aplicações para tudo e alguma coisa.

Chego a descarregá-las e apagá-las alguns minutos depois porque não encontro utilidade para aquilo.

Claro que só as de borla.

E já encontrei aplicações (ou aps) para funções que nunca me passavam pela cabeça.

Mas isso é um assunto para um post futuro.

Reconheço que estou a adorar o meu Ipod.

Já era altura de colocar o meu velhinho leitor de 256MB num museu e ser promovido aos 8GB de um Ipod.

É tão fixe mexer com o dedo no ecrã.

No início é estranho, porque desde pequeno que a minha mãe me ensinou a não pôr o dedo no ecrã.

Fosse ele da televisão ou do computador.

E agora só assim consigo ouvir música ou resolver um sudoku assim.

Já estou a imaginar o choque que será para a minha mãe ver-me a pôr o dedo no Ipod.

“Mais uma modernice”, dirá.

Bem, vou-me.

Ainda não vi a meteorologia para amanhã em Londres e Cabinda.

Nem a cotação de hoje do euro.

Mas já li as notícias da BBC e do Sapo Local.

Assim como ouvi alguns Podcasts.

Já passei mais alguns níveis num jogo de blocos.

E aprendi que a capital dos Estados Federais da Micronésia é Palikir.

Também aprendi que “assinatura” em polaco se escreve “podpis”.

Ora digam lá se o Ipod não me está a tornar numa pessoa culta?

 

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

O sofrimento de comprar calças... Ou jeans. Tanto faz.

 

Estou no intervalo mais ingrato do peso de uma pessoa.

Naquela largura de cintura em que um buraco do cinto é demasiado apertado e o seguinte demasiado largo.

Num pareço que não consigo respirar e depois das refeições sou obrigado a ceder ao seguinte.

Mas esse, o seguinte e mais lago é onde a “fralda” fica de fora, e me lava a apanhar frio na cintura.

A lógica, pensam vocês, é usar um daqueles cintos sem buracos em que podemos apertar em qualquer local.

Mas também esses têm problemas logísticos.

Ou porque a alça seguinte onde ficará segura a ponta está demasiado longe e por consequência andamos com a ponta caída.

Ou porque até há alças próximas e o cinto quase dá duas voltas.

Sem referir que neste último caso pareço um betinho arranjado pela mãe antes de sair de casa.

 

Numa recente visita à Pull Bear dei comigo a não saber a medida de calças no tamanho europeu.

Só sei que gasto o tamanho 32 britânico.

Nem o facto de trabalhar numa empresa de moda e de saber algumas equivalências, como no calçado.

Tive de perguntar a uma funcionária.

Depois de saber que gastava tamanho 40 na Europa (prefiro a Inglaterra onde só gasto 32), descobri que no final dos saldos só os mais “abastados” (rica maneira de me referir aos gordos) têm por onde escolher.

Reconheço que isso não é, no entanto, desculpa para ter experimentado seis pares de calças e não ter comprado nenhum.

Na verdade, eu e um amigo fomos fazer uma sessão de compras em saldos e eu acabei por levar para casa… um guarda-chuva… por quatro libras. Menos de cinco euros.

 

Perante tamanha dificuldade em usar e escolher calças quase me rendi ao novo estilo de não usar cinto e andar com a cintura das calças nas coxas.

Não só me pouparia ao sofrimento de escolher o buraco certo para o cinto.

Como poderia aproveitar melhor os saldos comprando tamanhos bem largos.

Por outro lado, teria de me preocupar mais com o estilo dos boxers/cuecas.

Huuuuuum, acho que é melhor continuar assim…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

Que salada russa!

 

Fiz mais uma descoberta fantástica por terras londrinas.

Desta vez um achado gastronómico, e talvez muito mais que isso.

Na pausa para almoço, uma colega de trabalho letã (habitante da Letónia) tirou do tupperware uma salada.

E nada mais era que uma salada russa.

Quando lhe perguntei que nome dava àquilo, ela respondeu que era salada russa.

À minha admiração seguiu-se a pergunta se aquela salada era originária da Rússia, já que a Letónia é vizinha.

Ela disse que sim. Claro que sim.

Ao lado uma colega polaca disse que também na Polónia aquela salada se chama russa.

E outro colega de Montenegro acrescentou que lá também a salada era russa.

Em todos os países os ingredientes principais se mantêm, com pequenas variações.

A salada russa da Letónia, por exemplo, leva quadrados de fiambre.

Uma reflexão mais profunda levou-me a chegar à seguinte teoria: a salada deve ser a “exportação” mais famosa da Rússia.

Para tirar dúvidas, resolvi telefonar a uma idosa de uma aldeia do interior de Portugal.

A dona Maria Alice tem 84 anos, e vive na aldeia de Midões, no concelho de Valpaços, distrito de Vila Real, no Norte de Portugal, que fica no Sudoeste da Europa.

Uma senhora que conheci quando por aquelas bandas andei a trabalhar como jornalista, e que a amizade decidi cultivar via telefone, porque ela não tem nem Facebook nem Messenger.

 

Tou, dona Alice?

Sim! Quem fala?

É o Peter!

Ahhh, olá menino Peter. Como tem passado por esses lados.

Bem Dona Alice! E a senhora?

Também. E já tem namorada? Eh Eh!

Não podia faltar a pergunta, dona Alice. Continua com um sentido de humor apurado.

Tem de ser. Desta vida só levamos os bons momentos.

É verdade, é verdade.

Mas o que leva o menino Peter a ligar-me às dez da noite, hora da minha novela?

Dona Alice, queria fazer-lhe umas perguntinhas que me estão a intrigar.

Diga lá.

Conhece o Kremlin?

Creme de quê?

Não é creme, é Kremlin.

Não, não sei o que é. Conte-me lá.

É  uma fortaleza da Rússia. E sabe quem é o Gorbachev?

Não.

E o Putin?

Também não.

Nunca ouviu falar deles nas notícias?

Se calhar já, mas a minha memória já não é o que era.

E sabe o que é a salada russa?

Então não sei. Ainda há dois dias fiz uma para mim e para o meu Manel.

Conhece mais alguma coisa da Rússia?

Ah, agora conheço essa tal fortaleza que tem nome de creme.

Eh, Eh. Você não pára. Um beijo grande.

Beijinhos, menino Peter.

 

Se dúvidas houvesse a Dona Maria Alice tirou-as e a teoria confirmou-se.

A salada russa é mesmo a “exportação” mais famosa da Rússia.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Mudanças de foro capilar

Este post não tem nada a ver com o anterior.

Mas apareceu-me um cabelo branco.

Do lado direito da cabeça.

Já estive a googlar se a localização teria alguma explicação científica.

Parece que não.

Consultei alguns “gurus” da área capilar que me disseram não ser muito frequente alguém com a minha idade “procriar” cabelos brancos.

Ainda me perguntaram se tinha passado, recentemente, por algum prédio em obras.

Mas disse-lhes que não.

Depois sugeriram que eu tenha andado sobre muito stress.

E receitaram-me que passe a fazer os sudokus mais fáceis, e deixe os difíceis.

Os mesmo “gurus” – uma espécie de especialistas sem cursos – aconselharam-me a beber menos leite.

Acham que o meu corpo pode estar sobrelotado com os glóbulos de gordura que fazem o leite ser branco.

(as coisas que eu sei…)

E que os mesmos começaram a sair do meu corpo via capilar.

Perante tal explicação eu respondi-lhes:

“Mas vocês estão malucos ou quê!

Eu tomo sempre leite com Cola-Cao.

E por essa lógica estaria com o cabelo mais acastanhado.”

Eles reconheceram o erro e lembraram-se dos iogurtes.

Contei-lhes que os meus iogurtes favoritos são os com sabor a morango.

Reconheceram que o meu cabelo não estava mais vermelho.

Foi então que tiveram a infeliz ideia de relacionar o meu recém aparecido cabelo branco com a idade…

Como se eu fosse velho.

No entanto, foi uma correlação suficiente para me pôr a reflectir no caminho para casa.

Sim, porque eu não vivo com os “gurus”.

Mas com a reflexão obtive relaxamento e a seguinte lógica:

(acho que é a primeira vez no meu blog que coloco na mesma frase duas palavras com a letra x)

Se demorou tantos anos a aparecer-me o primeiro cabelo branco,

vou morrer só com dois ou três…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Hoje faço ... anos

Hoje faço anos.

E apetece-me dizer a minha idade.

Aqui vai.

A minha idade é igual à:

 

Idade da Anna Kournikova (a diva da minha infância)

mais

Idade do 14º Dalai Lama (um gajo que conheci na escola)

menos

Idade do Peter Morgan (o meu guionista favorito)

menos

Idade da Rita Pereira (vá lá, tinha de haver uma tuga)

 

E é essa a minha idade.

Quem se der ao trabalho de procurar estes números todos, que pense duas vezes em dizê-la aos outros.

Eles se quiserem saber que se dêem ao trabalho e percam o mesmo tempo.

No entanto, alguém que me queira deixar ficar mal vai mesmo fazer um comentário com ela.

Mesmo assim penso que o maior número de comentário será a dizer:

Descobri mas não conto a ninguém. Parabéns, menino giro.”

Fica sempre bem, pelo menos uma vez por ano, ser um menino giro.

Embora também não me importe de ser miúdo maroto.

Ou gajo fixe.

é que não.

Detesto que me chamem “Oh Pá”.

Mas estou aberto a outras sugestões originais.

Com esta conversa quase me esquecia que hoje faço anos.

De vida.

Porque há anos de casado, anos de namoro e o ânus.

E o post tinha de descambar.

Fico-me por aqui antes que acabe a falar da beleza das pernas do 14º Dalai Lama.

Ou das mamas do Peter Morgan.

Ou do meu recente problema de trocar nomes de pessoas…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Mais amigos do que a minha própria empresa!

 

Talvez seja louco, mas eu gostaria de ganhar uma corrida contra a minha empresa.

Quase ninguém me conhece na minha cidade.

A minha empresa possui centenas de clientes em todo o mundo.

Por isso... é um bom começo.

Antes deles, criei um grupo no Facebook chamado matchesfashion.

Semanas depois, eles criaram matchesfashion.com.

Hoje, tenho 25 amigos.

Eles têm mais de 800.

Mas ainda assim acho que posso vencer e ser o primeiro a chegar à marca dos 1000 amigos.

E tu podes começar por me ajudar aderindo ao meu grupo "matchesfashion”.
O tal sem o ".com".

Depois, pede aos teus amigos para fazer o mesmo.

E pede-lhes para pedir aos amigos deles para fazer o mesmo que nós.

E talvez, talvez consigamos governar o mundo!!!!!

Ok, provavelmente não tanto, mas pelo menos ter mais amigos do que a minha companhia.

Por favor, ajuda-me!

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

A primeira segunda-feira de 2010

Ontem foi dia de limpezas lá em casa.

Bem, na verdade foi dia de limpezas só para mim.

O meu quarto já andava a pedir.

“Anda lá, limpa-me”, ouvia eu incessantemente.

Mesmo quando já estava a dormir.

Ou será que tem estado alguém no quarto comigo???

Não interessa.

Limpezas no quarto dão sempre que pensar.

É que esta coisa onde vivo tem as brutais medidas de… 12 m2.

Na verdade, desde que me mudei para aqui passei a usar sapatos tamanho 42 em vez de 43.

Pois não conseguia entrar no quarto calçado.

Mas tirando isso, este quarto é brutalmente grande.

Não comprido.

Mas Alto.

Quando estou deitado a olhar para cima começo a pensar nas prateleiras que poderia colocar para depois alugar.

Mas quando me lembro que a casa de banho do armazém da minha empresa é muito maior e não temos lá nada, esqueço a ideia.

Nas limpezas a parte que gosto mais é a do aspirador.

Talvez seja do barulho, talvez da potência.

No entanto, o aspirador lá de casa só pode ser usado durante 5 minutos, porque aquece muito.

Nos dias muito frios chego a usá-lo como aquecedor, já que é mais eficaz que o aquecimento central.

Mas hesito sempre em aspirar o meu tapete.

Como ele só custou uma libra, reflicto sempre se não valerá antes a pena comprar um novo em vez de o aspirar.

Como sou poupado, opto pela limpeza.

Depois foi altura de passar à casa de banho.

Coloquei a luva esquerda na mão direita e mãos à obra.

O facto da luva estar na mão errada é apenas outra forma de poupança.

Como só uso luva na mão direita, tenho de dar uso à da esquerda.

Já nos líquidos nada de poupanças.

Atiro líquidos para tudo o que é passível de ter impurezas.

Desinfecção total.

E já no final, adoro colocar o balde com a esfregona a interromper a entrada de colegas de casa na casa de banho que eu limpo.

Tenho sempre uma sensação de poder nessa altura…


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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Rescaldo do ano 2010

 No ano que hoje acaba mudei de vida.

Tornei-me mais independente.

Iniciei algo que há muito idealizava.

E já olho para o futuro de outra forma.

 

Mas não foi só profissionalmente que a minha vida mudou.

Posso dizer que estou mais feliz.

E que já não estou tão "só".

E como a vida faz mais sentido quando não estamos sós.

 

Resolvi um ou dois problemas que me vinham a chatear nos últimos meses.

Posso até soltar um "finalmente".

Porque temos a mania de adiar as soluções mais simples?

Acho que é mesmo pelo medo da mudança...

 

É a segunda vez que publico este texto.

A primeira vez fi-lo a 31 de Dezembro de 2008.

Era exactamente igual a este.

Talvez na altura até nem tenha feito muito sentido.

Mas foi na esperança de que hoje, último dia de 2009, fizesse mais.

Mesmo que seja só à esquerda, direita ou centro.

Feliz 2010.

 

Nota actualizada:

Nem tudo se cumpriu, mas sei agora o que falta.


publicado por Peter WouldDo às 00:47

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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

O Não Post

 Xiiiiiiu.

Ele ontem foi dormir mais cedo e não teve tempo de escrever um post em condições.

Ouvi dizer que volta amanhã...

                                              ... ou depois...

                                                               ... ou talvez no próximo ano.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

A minha aldeia quer casar-me

 

Eu sou um moço de aldeia.

Com cerca de três mil habitantes nos arredores de Guimarães.

E por vezes sofro muito com isso.

Os últimos quatro dias que lá passei foram muito intensos.

Toda a gente me quer casar.

“Já tens namorada?”, era a frase que seguia o habitual “Olá”.

À resposta negativa demonstravam admiração.

Para os meus conterrâneos não faz sentido eu ainda continuar solteiro.

E por isso juntaram-se para me resolver o “problema”.

Recebi bolos rei decorados com fotos das filhas solteiras.

Sempre que me cruzava com alguma moça com idade para já ter juízo ela deixava cair algo.

Um lenço, por exemplo, na esperança que eu o apanhasse para elas poderem dizer: “Salvaste a vida ao meu lenço. Estarei-te sempre grata. Em que é que te posso ajudar?”

As primeiras ocorrências deste género deixaram-me enternecido.

Quando as mães com filhas por casar começaram a fazer marketing comecei a responder com risos amarelos.

No momento em que a própria família entra na campanha “Vamos casar o Peter” a piada evapora-se toda.

Uma prima que tenta aproximar-me de uma outra prima…

“A minha prima é perfeita para ti e assim só tenho que dar uma prenda no casamento!”

Até os próprios sobrinhos se juntaram numa espécie de manifestação com palavras de ordem e cartazes dizendo: “Queremos uma tia fixe! Já!”

Aqueles que poderiam ser quatro dias maravilhosos para rever as minhas origens acabaram por ser… não um inferno, mas quase.

Senti-me demasiado perto de altar.

À noite acordava com pesadelos de que poderia acordar no altar, atado a uma cadeira com o padre a perguntar se aceitava a mão dela em casamento.

Olhava para o lado e gritava.

Com o grito acordava e não cheguei a ver a face dela.

Mas para gritar…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

A minha relação com a fronteira do Reino Unido

Uma confissão:
Eu detesto a mania dos britânicos de serem diferentes.
Mas hoje só vou escrever da mania de ter fronteira para os europeus.
Viajar dentro da União Europeia e mesmo assim ter de mostrar identificação para entrar num país acho que só mesmo no Reino Unido.
São no mínimo 10 minutos perdidos.
Mas que pode passar a meia hora de espera como ontem, domingo à noite, quando muitos emigrantes regressavam a Londres.
E como eu já entrei algumas vezes sei que os funcionários dos serviços de fronteira ingleses detestam o nosso bilhete de identidade.
Não só porque é diferente dos estandardizados passaportes, como eu também acredito que eles detestam aquele amarelo banana.
Mas têm de “comer e calar” porque podemos fazê-lo.
Às vezes ainda me aparece pela frente um artista que pergunta se tenho o passaporte comigo.
Mas leva logo com um redondo não, enquanto o meu passaporte se ri no bolso.
Ele é muito irónico.
A primeira reacção de um funcionário dos serviços de fronteira ingleses quando vê o amarelinho é, e passo a transcrever:
“Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr”
Depois fica a remoer enquanto tem de inserir lá no computador o número de oito dígitos.
Olha para mim, e como tirei a foto para o BI num dia sim, não tenho barba.
Ou seja, a foto não combina com a pessoa que ele tem a frente.
Também não ajuda o facto, já comprovado, de que quando a minha barba ultrapassa os quatro dias eu fico parecido com um talibã.
Única solução possível (já que eu não costumo andar com máquinas de barbear no bolso) é ele imaginar-me sem barba.
Adoro fazê-los sofrer.
 
 
NB: São neste momento 3:45. Acabei de chegar de Portugal. Hoje, segunda 28, é feriado na Inglaterra, mas tenho de me levantar às 8h para ir trabalhar.

publicado por Peter WouldDo às 03:49

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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Por Londres, a dormir

Ontem saí do trabalho, meti-me num autocarro sem fim de linha, e adormeci.

Dormi cerca de 45 minutos, às voltas por Londres.

Estava cansadíssimo.

E foi como uma noite inteira de descanso.

Bem eu gostava de dormir assim nas últimas semanas.

Acordo várias vezes e não durmo como deve ser.

Talvez tenha de repetir mais vezes a faceta de ontem.

Afinal, ainda haverá partes de Londres para conhecer durante o sono…

Acho que não tenho dormido como deve ser porque há programas a correr em background no meu cérebro.

Decisões para serem tomadas.

E a ansiedade de ir de mini férias a Portugal por quatro dias.

Talvez essas mini férias sirvam para resolver o que há para resolver.

Como não devo postar mais antes do 25, aqui fica a minha mensagem.

Um Feliz Natal a todos os meus leitores (assíduos e acidentais).

Quem tenham a oportunidade de passar esta festa junto dos que mais amam.

Porque isso sim, é o que mais importa no Natal.

 

Feliz Natal


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Neva em Londres

Pela segunda vez no mesmo ano está a nevar em Londres.

Segunda vez mas em Invernos diferentes...

Já que a última vez foi em Fevereiro, e parou quase os transportes todos.

Para hoje, sexta-feira, não deve chegar para repetir a "catástrofe", mas já deu para ver lindos cenários.

A caminho de casa, ontem à noite, já deu para captar algumas imagens engraçadas com o telemóvel..

 

 

 

Pelas notícias que recebo de Portugal, também neva em alguns locais, em especial Macedo de Cavaleiros e Bragança.

Agora que penso, só consigo imaginar o Natal com frio, chuva, neve e roupas quentes.

Gostaria de um dia experimentar um Natal com calor, sol, praia e calções de banho.

Será que nesses locais o Pai Natal também se veste de fato quente vermelho?

Ou anda de calções e chinelinho vermelho?

Quanto ao menino Jesus faz mais sentido estar deitado nu em palhas num local do hemisfério sul.

 

 


publicado por Peter WouldDo às 06:26

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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Descobre como ganhar 5 milhões de dólares

Fiquei espantado, há dias, quando vi uma notícia no site do jornal i.

Oferecem até 5 milhões de dólares por informações que levem à captura de um criminoso que o desenho apresento a seguir.

 

 

Mal vi esta foto a primeira coisa que me veio à cabeça foi:

- Mas o que faz o jornalista Vasco Trigo na lista dos mais procurados do FBI?

 

 

Ainda me passou pela cabeça denunciar o meu “amigo” Vasco [tenho-o no Facebook como amigo, acho que conta…].

Mas depressa a razão me veio à cabeça.

Depois, numa conversa com ele, falamos da eventualidade dele ser preso.

Aqui fica a transcrição da conversa:

 

- Vasco, acho que te devias entregar.

- Deixa-te de merdas Peter, porque se eles não me descobriram até hoje, tendo eu até apresentado programas de televisão, não será agora.

- Mas já imaginaste se alguém lê a notícia do jornal i e te denuncia?

- Acreditas que há quem leia o i? E mesmo que leiam não chegam lá porque eu no desenho do FBI pareço mais velho.

- Lá isso é verdade, mas tens na mesma o bigode, os óculos postos e a careca.

- Já tentei usar aqueles produtos que fazem crescer o cabelo, mas não vale a pena.

- E os óculos?

- Não consigo usar lentes.

- E o bigode, que até já nem está na moda.

- Qual é a melhor forma de um terrorista se disfarçar? Hein?

- Não faço ideia, não sou um como tu.

- Pois não. É disfarçar-se de… terrorista e usar um bigode à… terrorista.

- Nunca tinha pensado nisso.

- Ainda tens muito que aprender na arte do terrorismo meu menino.

- Mas olha lá ó Vasco, já que tinhas de mudar o nome de Husayn Muhammad Al-Umari porque não escolheste um nome mais… despercebido e escolheste Vasco Trigo?

- Vasco é a tradução para português de Husayn…

- E trigo é a tradução de Al-Humari?

- Não. Eu é que adorei o pão português e escolhi para nome o principal ingrediente. Tu já me provaste pão transmontano. Aquilo é de morrer por mais.

- Bem original. E diz-me lá, quando apresentavas todas aquelas novas tecnologias no 2010 isso tinha alguma ligação ao teu passado?

- Claro. Achas que fazia aquilo só por gosto!? Eu estava era a dar aconselhamento a futuros terroristas de todo o mundo, porque a RTP já emitia via satélite.

- Huuuuum…

- Mas vou-te confessar uma coisa, Peter. Algo que nunca revelei a ninguém.

- Revela lá.

- Não é do FBI que eu tenho medo.

- Então?

- É dos serviços secretos portugueses (SIS).

- Mas nós temos disso?

- És maluco? São dos melhores do mundo. É por isso que poucos terroristas querem vir para cá. Nem o Ossama quis vir para cá.

- Quem? O presidente dos EUA?

- Não, o verdadeiro Ossama, o Bin Laden.

- Mas ele queria vir para cá?

- O Algarve é quentinho no Inverno e isso seria óptimo para o reumatismo dele. Aquelas cavernas do Paquistão vão matá-lo. Não sabes a humidade que lá faz.

- E foste tu quem lhe sugeriu Portugal.

- Fui, mas os conselheiros dele recusaram a ideia devido, sobretudo, ao SIS.

- Mas porque é assim tão temido o SIS?

- Porque o SIS é tão secreto que quase a totalidade da população portuguesa nunca ouviu falar dele. Os seus funcionários passam horas e horas a investigar secretamente e ninguém sabe o que eles investigam. Já ouviste falar de alguma investigação do SIS?

- De facto não.

- Vês. E lembraste daqueles voos dos EUA com prisioneiros com destino a Guantánamo que passaram por Portugal? Dizia-se que o SIS não sabia de nada. Mas isso foi só para que o SIS continuasse secreto, porque na verdade eles sabiam de tudo. Podes ter a certeza que para além dos jornais portugueses eles chegaram a ir aos sites de jornais e canais de televisão norte-americanos só para acompanhar o que se estava a passar. E correm rumores que até a Al-Jasera chegaram a ver.

- Xiii, de facto os gajos são muito bons. E achas que um deles te pode apanhar?

- Já faltou pouco…

- Então?

- Um dia destes cruzei-me com um deles que estava no café em horário de trabalho.

- Que estava ele lá a fazer em horário de trabalho?

[Vasco olha para mim como quem olha para um parvo]

- Ahhhh, ok. Estava a investigar.

- Claro.

- Importaste que divulgue esta nossa conversa só para que um dia eu não seja acusado de cumplicidade contigo?

- Claro que não, pois ninguém vai acreditar que o meu nome verdadeiro seja Husayn Muhammad Al-Umari.

- Obrigado Vasco. Já agora, tens mais daquele urânio que me arranjaste no outro dia? É que tenho um dente que me tem doído e ouvi dizer que isso fazia bem.

 

 

Husayn Muhammad Al-Umari

Umari terá participado no atentado ao voo 830 da Pan Am a 11 de Agosto de 1982, que matou uma adolescente e feriu 16 passageiros. O voo, que ligava o Japão ao Hawai, levava 267 pessoas a bordo e Umari terá tido a responsabilidade de construir a bomba que explodiu debaixo de um dos bancos dos passageiros.

Umari tem agora 73 anos e o FBI sabe que está a usar um passaporte libanês. Por ser perito em explosivos é conhecido no meio terrorista como o "Homem Bomba", inspiração para o famoso jogo “Bomber-Man”. Formou, em 1979, o grupo terrorista "Organização 15 de Maio", em memória da revelações das aparições de Fátima, que ocorreram dois dias depois. Embora os sunitas não fumem nem bebam, diz-se que Al-Umari aprecia charutos cubanos em voos da Venezuela para Portugal.

 

 

Eu sei que o post já está longo, mas para quem quiser ler a notícia:

http://www.ionline.pt/conteudo/37139-por-acaso-viu-estes-homens-o-fbi-quer-saber-onde-estao 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Porque os homens também choram

No sábado chorei.

De tristeza.

Mas sem motivos próprios.

Procurei um filme triste e vi-o até ao fim.

Sentia necessidade de chorar.

Quando somos demasiadamente positivos temos mais dificuldades em arranjar motivos por que chorar.

E só choramos de felicidade.

Por isso tive de procurar motivos na vida de outros (personagens) para encontrar a minha própria tristeza.

Um motivo pelo qual chorar.

E não é difícil.

Basta pensar em quão árdua é a vida de certas crianças e adultos, em alguns países em guerra ou em pobreza.

Necessitamos de nos recordar a sorte que temos em levar a vida que levamos.

Para valorizarmos o que já temos e tornar as nossas ambições mais realistas.

Porque para alguns, a maior ambição é simplesmente chegar ao fim do dia vivo.

E quão ridícula fica a ambição de ter um leitor Mp3 novo ao pé disso, por exemplo.

Somos egoístas!

Já não me lembro da última vez que chorei de tristeza com motivos próprios.

Mas lembro-me de uma vez em particular.

Talvez tenha sido essa a última vez.

 

Desculpem tê-los feito recordar coisas tristes.

Mas como eu, de certeza que estavam a precisar.

Devem pelo menos concordar comigo nisso.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

O que fisicamente me atrai nas mulheres

Há dias vinha num jornal uma foto com as Miss dos países do Reino Unido mais a República da Irlanda.

Já nem me lembro do motivo da notícia.

Também isso era o menos importante.

Apenas que reparei na foto… e nelas.

Todas elas eram bonitas, ou não fossem Misses.

Mas uma tentação levou-me a escolher a minha preferida.

Miss República da Irlanda.

Quis perceber melhor a minha escolha e quais as características físicas, pois só essas podiam ser avaliadas, que me tinham levado a escolher aquela em detrimento das outras.

Olhei por vários minutos.

Fiz flashbacks no tempo para reparar nas características físicas das raparigas de quem tinha gostado na primária, ciclo, secundária e universidade.

Tentei recordar a face das beldades famosas que me fazem babar de vez em quando.

Kate Hudson, Anna Kournikova, entre outras.

Até que encontrei uma característica em comum entre elas todas.

Têm o nariz redondo.

Ou melhor, redondinho na ponta.

Obviamente que já considerei outras mulheres sem o nariz redondinho na ponta muito bonitas.

E também já me “babei” por outras com personalidades fantásticas.

O que seria suficiente para me fazer feliz o resto da vida.

Mas fisicamente o nariz redondinho na ponta deixa-me de rastos.

Daqui para a frente vou sentir-me em desvantagem.

Pois a mulheres com narizes redondinhos de todo o mundo saberão que terão um poder especial sobre mim.

Isto partindo do principio que todas a mulheres com narizes redondinhos na ponta do mundo irão ler este post.

Só na Asia são milhões…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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