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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

Arte contemporânea ou enigmas... eis a questão! - 5 de 5

PEDIDO: Para que a imagem seja melhor saboreada aconselha-se a leitura faseada dos parágrafos nela contidos, depois da leitura do texto que se segue.

 

A próxima gravura pode ser apelidada de tudo menos de rupestre.

Eu apelidar-lha-ia de bíblica, mas a comparação peca por modesta.

Pegue-se no número de palavras que Deus usou nos 10 Mandamentos e nas que Magda usou nesta gravura…

Na prática, Deus usou menos palavras para estabelecer as regras do mundo que Madga usou para estabelecer as regras da casa de banho.

 

Mas vamos lá analisar o conteúdo da mensagem, que é para isso que aqui estamos.

pode ler-se o primeiro parágrafo:

 

O primeiro mandamento do “banheiro” faz uma vez mais referência ao cabelo.

Começo a achar que a Magda tem algum preconceito em relação a esse “acessório” do corpo.

Isto apesar de ter cabelos longuíssimos na cabeça, pelo menos…

Claro que o que chama mais a atenção no primeiro mandamento é a palavra “neim”.

A minha curiosidade por esta palavra levou-me a pesquisá-la no Google:

367 mil resultados

Neim é o nome de uma banda de música… portuguesa.

É também a sigla para o Núcleo de Estudos Interdiciplinares sobre a Mulher.

Mas nada de ter encontrado enganos para a palavra “nem”.

Por isso, duvido que a Magda se tenha enganado.

Prova disso é o acento na palavra “àgua”.

 

Quanto ao segundo mandamento do banheiro, só tenho a dizer que é peculiar.

Pode ser lido.

Quando o li surgiu-me uma questão filosófico que para a qual se não encontrar a resposta temo jamais voltar a ser feliz:

- Como é que alguém “respinga” o espelho com “creme dental”, vulgarmente chamado de pasta dos dentes???

Escovará com a boca aberta para ver se os dentes estão a ficar limpos??

Falará enquanto escova??

Juro que não sei como isso é possível. Se fosse gel, saberia, agora “creme dental”??

 

O que qualquer português acha mais engraçado ao ler todas estas gravuras de Magda é certamente o uso do brasileiro corrente em substituição de palavras bem conhecidas do português de Portugal.

Mas tal substituição atinge tão grande equivoco no terceiro mandamento.

Para que compreendam isso, explico de antemão que por cima do autoclismo está colocado um vaso com uma planta.

Pronto, agora podem ler o mandamento.

Já sabem o que imaginei mal li este texto: coitada da planta… cheia de mer_ _.

Depois questiono-me sobre o que será o “absorvente”.

Aceito sugestões, mas para mim talvez sejam os pensos higiénicos.

Lindo, lindo é a enumeração de coisas que se pode deitar no cestinho.

Como se ela não tivesse sido já bem clara…

 

O último parágrafo pode ser lido.

No quarto mandamento, (mais uma vez a ideia do vaso com a planta vem à ideia, apesar de não me lembrar de uma forma como possa ser utilizado) as forças da natureza são realçadas, quase como um posfácio dos mandamentos.

A expressão “Para entrar ventilação” é utilizada em toda a internet por apenas sete páginas.

O que mostra que Magda é vanguardista.

Poderia ter colocado “entrar ar” ou até “sair o cheirete” mas preferiu “entrar ventilação” como se estivesse para chegar ao banheiro alguém como um aparelho de ar condicionado nas mãos…

Bem, pelo menos foi o que pensei.

Agora, sempre que vou ao “banheiro”, antes de fechar a porta olho para trás.

Não venha ela atrás para entrar com o “sugar” na mão…

 

 

PS.: Sim, o sugar é o extractor de fumo. Uma forma de ventilação, não??

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 09:05

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