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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Marinho Pinto ao poder!

 

Depois de ter visto a performance de Marinho Pinto no Jornal Nacional, coloquei uma foto dele no ambiente de trabalho do meu computador.

Ele é o meu mais recente ídolo.

Até estou a pensar tatuar a sua face no meu braço direito, como forma de demonstração da minha virilidade.

Se algum dia tiver que recorrer a tribunal por algum motivo eu quero o Marinho do meu lado...

Para quem não teve a oportunidade de ver, aqui fica o vídeo.

 

 

Achei fantástico que ele começa logo a atacar no início, o que me levou a olhar para a duração do vídeo: eu não queria acreditar que ele iria estar 3 minutos a espingardar contra a Manela, mas a verdade é que esteve mesmo...

Lindo...

Finalmente alguém teve colhões!


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

DALILA, you made may day!

Ontem, em conversa com mais dois portugueses cá da casa, chegamos à conclusão que os três tivemos uma vizinha chamada Dalila.

Isto apesar de termos vivido em diferentes partes do país.

Para além de ser uma curiosidade super interessante, ajudou-nos a ter um resto de dia ainda mais feliz.

Até acho que dormi melhor só por saber que há mais gente no mundo com uma vizinha chamada Dalila.

E depois de saber que afinal não sou o único, gostaria de ir mais longe.

Pois começo a desconfiar que pelo menos todos os portugueses já tiveram uma vizinha chamada Dalila.

O que nos torna, num mundo idílico, numa espécie de família.

Termos uma vizinha chamada Maria, Ana ou Isabel seria mais uma banalidade.

Mas ter uma vizinha Dalila é diferente, invulgar, incomum, especial, extraordinário e outros adjectivos que realcem a diferença.

É como haver um português a saber falar macedónio.

Ou um inglês a saber o nome do presidente da Comissão Europeia.

E agora que desconfio que quase todos os portugueses têm ou já tiveram uma vizinha chamada Dalila, posso comparar o fenómeno a uma grande coincidência.

Uma coincidência comparável ao facto de se misturarmos azul com amarelo dar verde.

Ou uma coincidência ao nível de todos os políticos já terem metido a mão ao saco.

Algo de que tomamos conhecimento e nunca teríamos previsto.

 

Mas o melhor da festa, é que o nome Dalila ainda dá para brincar.

“Olá Dalila, onde é que está o Sanção?”

Queria mandar um grande beijo à minha ex-vizinha Dalila.

E, já agora, para todas as dalilas de Portugal, do brasil e do mundo.

Lembrem-se que vocês fazem a felicidade dos vossos vizinhos.

Se vocês não existissem, o dia deles não seria o mesmo.

 

No fundo, acho que todos de agradecer às pessoas que escolheram o nome das nossas vizinhas chamadas Dalila.

Não fossem eles, e hoje este post não faria qualquer sentido.

Um sincero obrigado por terem escolhido Dalila como o nome da minha vizinha.

 

Estive a pensar seriamente no nome que vou escolher para a minha filha, se um dia vier a ter uma.

E decidi, depois de muita reflexão, que será Diana.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

A lingerie entrou na minha vida

Ontem passaram-me pelas mãos 558 peças de lingerie.

Para além de ter sido uma quantidade anormal de roupa feminina, estava apenas habituado a tocar-lhe para a desapertar ou tirar.

Mas são hábitos que têm de ser alterados.

Não é que faca intenções de parar de a tirar.

Mas vou ter que a etiquetar mais vezes…

Um homem tem de estar sempre pronto para o que a vida lhe apraz.

Foi interessante conhecer de perto os famosos 36E.

Acho que qualquer homem que se preze teve algum dia nas mãos uma daquelas preciosidades.

O mais curioso foi que verifiquei que o preço de um 36E é igual a um 32A.

Por acaso não estava à espera, não sei porquê.

Pelo que me contam lá na empresa, foi a maior encomenda que eles alguma vez receberam de lingerie.

O que me torna no expert nessa área, lá no tasco.

Sinto que muito brevemente as miúdas que lá trabalham me virão perguntar qual o tamanho de um dado soutien, quando este não tiver etiqueta.

Se bem que é sempre bom ter algo como fonte de comparação.

Se é que me faço entender…

Fiquei também a saber que há cuecas para senhora de gola alta, e as “short”.

Um pouco à imagem das calças, penso.

Prometo ficar mais atento a esses pormenores, de agora em diante.

 

Até nem posso queixar, a minha vida tem evoluído aqui na Inglaterra.

Quando vim comecei por mexer num pouco de tudo, em especial comida de cão.

Mais tarde foram os CDs e DVDs.

O martelo, pá e tesouras de poda vieram alguns meses depois.

Há dias atrás mexia em pão e bolos.

Ate que agora estou a mexer em roupa interior feminina.

Já fui mais infeliz…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Atentados públicos

 

O dia tinha começado bem…

 

(depois desta introdução já todos os leitores estão à espera de desgraça)

Mas o metro chegou já cheio de gente, e eu quase que ficava do lado de fora.

Sentia-me apertado, e comecei a ter reacções corporais.

Um espirro estava a caminho, e eu só me lembrava que a noticia principal do jornal gratuito do dia mostrava que os casos de gripe A estavam a aumentar em Londres.

E tão repentino veio o espirro que só tive tempo de virar a cara para o chão, que é como quem diz, para as pernas de um homem que estava colado a mim.

Não consegui efectuar a manobra de salvação ensinada em folhetos e na televisão: espirrar para o cotovelo.

Como reacção ao meu espirro, metade das pessoas na carruagem começaram a olhar para mim, e de repente senti-me mais à largueza.

Não sei como, nasceram 20 centímetros de distância entre mim e as pessoas mais próximas.

Conforme as pessoas iam voltando ao sono, à leitura dos seus jornais ou livros, senti que começava a perder as atenções.

Na mesma proporção senti os 20 centímetros de liberdade a encolherem.

Mas também era impossível continuarem a existir.

Tudo parecia voltar à normalidade quando os meus intestinos resolveram provar-me que não.

Era altura de libertar os gases criados pelos feijões comidos no dia anterior.

Num espaço de segundos as atenções daquela carruagem voltavam a mim.

Se quem estava a mais de três metros de mim não podia cheirar os gases libertados pelo meu corpo, os mais de 30 centímetros de largueza à minha volta denunciavam-me como o criminoso.

Só na estação seguinte e com a abertura das portas senti que tinha caído uma vez mais no esquecimento.

 

Se todas estas reacções me tivessem assolado em qualquer parte do mundo, sinto que seria acusado de atentado público.

Mas em Londres, só fui criminoso até à estação seguinte...

sinto-me:

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Três comentários machistas

Pergunta:

De que falam três homens a ver o filme Hulk?

Resposta:

Tentam adivinhar de que tamanho será o seu pénis.

Da largura da minha perna”, diz um.

Tás maluco, aquilo deve ser é do teu tamanho”, interrompe outro.

Deve ser é do tamanho do Cristo Rei”, acrescenta o terceiro, levando os três ao riso.

Não faço ideia de que falarão três mulheres sós a ver o mesmo filme…

 

 

Pergunta:

O que faz alguém no dia de folga depois de nove dias seguidos a trabalhar?

Resposta:

Passa uma tarde nas compras, a gastar o dinheiro que ganhou.

Huuuuum, isso não devia ser uma mulher?

 

 

Pergunta:

Que tipo de roupa compra um homem que não se ajeita com um ferro de engomar?

Resposta:

Camisas de linho. Comprei três este domingo.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Parque de diversão... só para alguns

 

 

Ao pé da minha casa há um parque infantil gigante.

Daqueles que têm montes de mobiliário de brincadeiras.

Para além disso tem montes de espaço verde com relva.

É o lugar ideal para uma criança passar bons momentos de lazer.

Os infantários da zona já se aperceberam disso e levam para lá algumas crianças.

Mas o engraçado da situação é a técnica que eles utilizam para marcar as crianças.

E marcar é mesmo a palavra certa.

Cada infantário veste as suas crianças com coletes reflectores.

Daqueles obrigatórios de vestir se sairmos do carro à noite.

Ora há o infantário dos coletes amarelos, o dos laranja e o dos azuis.

E como as crianças são aventureiras e não andam em grupinhos, é bonito de se ver aquele colorido.

Crianças laranjas a brincar com azuis e as amarelas a ver.

Ou vice versa, claro.

A técnica foi adoptada, acho, para que na hora de levarem as crianças embora as educadoras não estivessem com dúvidas sobre quais seriam as suas crianças:

É que poderiam perder montes de tempo:

 

- Esta é tua ou minha?

- Huuuuuum, se queres que te diga, não sei.

- Eu também acho que nunca a vi na minha sala.

- Eu é que não.

- O que fazemos então?

- Leva-a tu e dás-me o teu número de telemóvel. Se os pais dela vieram ao meu infantário eu ligo-te e mando-os irem buscá-la ao teu.

- Acho uma boa ideia.

- E já agora peço-lhes para eles te levarem aquela revista que conta ao pormeno.

- Ah, boa ideia. Hoje estás mesmo cheia de grandes ideias…

- Este ar fresco dá-me juventude…

 

É perfeitamente aceitável uma solução como a dos coletes para evitar situações destas.

O que elas não sabem, e eu sei porque tenho fontes espectacularmente baixas [as próprias crianças] é que os miúdos andam a preparar um complô.

O plano passa por todas as crianças trocarem o colete com outra.

Segundo os baixinhos, a ideia é obrigarem as educadoras que lêem revistas cor-de-rosa a deixarem de o fazer e passarem a dar-lhes mais atenção.

Isto porque, segundo eles, a ideia de as levarem para o parque foi a de terem menos trabalho a cuidarem deles.

Bem visto…

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Políticas de cotas: bahhhhhhh

 

Eu nunca concordei com as políticas de cotas.

Sejam elas de mulheres no parlamento.

De jogadores extra-comunitários nos clubes de futebol.

Até mesmo de deficientes na administração pública.

Ou, a mais irritante de todas, de homossexuais nas empresas ligadas à moda.

Deixo claro, desde já, que não tenho nada contra mulheres políticas, jogadores brasileiros (embora tenha contra jogadores vietnamitas), deficientes e, é claro, gays.

No Harrods, como já o tinha referido num post anterior, haverá uma das maiores concentrações mundiais de homossexuais, tirando as parades de cidades como San Francisco.

Mas na Matches, uma empresa bem mais pequena, a cota lá está representada.

Para ser sincero, até acho que os homossexuais têm mais jeito para a moda que eu e a maioria dos heteros.

Hmmmmmmmm.

Esperem lá…

Até hoje acho que estive a olhar para o assunto segundo a perspectiva errada.

Talvez a cota nas empresas ligadas à moda seja mesmo para heterossexuais e eu tenha sido abrangido por ela.

Duas vezes…

Sinto-me como parte de uma minoria.

Ostracizada…


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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

E vão seis

 

Hoje, é o meu segundo dia no sexto trabalho que tenho desde que cheguei a terras de Sua Majestade, há 11 meses atrás.

A carreira na pastelaria Paul durou pouco: oito dias de labuta.

Na semana passada fui chamado para uma entrevista.

Tinha concorrido a outra posição naquela empresa, mas apesar de não ficar com o lugar o meu CV foi passado a outro manager que gostou do que viu e chamou-me.

Entrevista feita e fui automaticamente contratado.

No sábado foi o meu primeiro dia de trabalho, embora ontem ainda tenha trabalhado na pastelaria, a pedido da manager, que fica com três lugares para preencher:

há interessados?

 

Mas vamos ao futuro: a empresa para onde vou trabalhar chama-se Matches Fashion.

Basicamente vou fazer o mesmo que fazia no Harrods, ou seja, trabalhar com as vendas através do website www.matchesfashion.com

Para além da Web, a empresa tem mais 15 lojas espalhadas por Londres e está em franco crescimento.

Pela primeira vez desde que estou cá sinto que o futuro me traz estabilidade.

Espero estar correcto.

 

Regressando ao passado: no Paul estava a trabalhar com uma carrada de brasileiras.

E mais uma vez deixo-as para trás.

Não sei porquê, mas a minha vida anda a passar ao lado das brasileiras.

Sempre que me aproximo mais perto de alguma sou logo obrigado a deixá-la.

Este é um mistério para desvendar em breve.

Se a chefe brasuca até passava bem despercebida, o mesmo não posso dizer de uma ou outra que lá trabalha.

Há que esperar melhores dias…

 

De volta ao futuro: pelo menos já tenho a certeza de não haver brasileiras na nova empresa.

Há uma jamaicana deveras interessante, mas é do sul africano que quero falar hoje.

Ele chama-se Wesley e também começou no sábado.

E diga-se desde já de passagem que o moço é um pouco arrogante.

Estavamos nós a falar dos nossos passados quando lhe disse que era licenciado ao que ele respondeu:

“Em Portugal também há universidades? Eh Eh. Estava a brincar.”

A brincar ou não, denotei nele algum sentido de superioridade.

Logo a seguir, e mais uma vez, ele tentou dar uma de superior e perguntou-me se eu sabia alguma coisa sobre a África do Sul.

Ao que eu respondi que deveria saber muito mais do que ele sabe sobre Portugal.

Logo de seguida perguntei-lhe qual era a capital de Portugal, ao que ele respondeu com… silêncio.

Para fechar a conversa disse-lhe que sabia o nome do presidente do país dele.

Ele ficou admirado, e disse-me para eu dizer.

Thabo Mbeky.

“Não”, disse ele.

 

Houve eleições a 24 de Abril e ganhou Jacob Zuma.

Se não andasse umas semanas desactualizado, tinha calado o homem por uns dias…

sinto-me:

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

O tamanho sempre conta

Eu já fui um homem de tamanho L.

Mas desde que vim para a Inglaterra que fui despromovido para o M.

Se quero que uma T-shirts ou camisola me fique bem cá, tem de ser tamanho M.

Estranhíssimo.

Sobretudo porque as marcas são as mesmas da roupa que comprava em Portugal

Será que minguei?

Estarei a encolher?

Já pensei em deixar de tomar banho por uma mês para ver se voltava a ser homem de L.

Mas os efeitos secundários da iniciativa poderiam ter repercussões muitos graves.

Não tenho explicação para o sucedido.

No início ainda caía na tentação de comprar na mesma o tamanho L.

Mesmo depois de experimentar e verificar que o M era o mais indicado.

Só por teimosia.

Mas comecei a reparar que a moda das roupas largas já passou…

 

E não fosse já o tamanho da roupa do tronco me estar a desanimar, também no calçado levei um corte drástico: de 43 para 8,5.

No Reino Unido (onde a diferença é quase uma regra) o calçado tem tamanhos diferentes.

 

Felizmente nas calças pareço estar imune à crise de tamanhos.

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Novidades do novo trabalho

 

 

Tenho andado cansadote com o novo trabalho.

Tanto que até nem tive vontade de gozar com as comemorações inglesas do 01 de Maio realizadas no dia 04…

Só mesmo cá.

 

Ontem então cheguei a casa com uma valente dor de cabeça.

É que aquilo está a ser um massacre aos meus neurónios.

Alguns deles até já fizeram as malas e deixaram bilhetes no cérebro do tipo:

“Fui à procura de casa melhor. Ultimamente nesta tenho de trabalhar bué. Beijos e espero voltar a cruzar-me com o teu cérebro no futuro ”

E com menos neurónios no cérebro, os que lá ficam têm de dar horas extras.

O que implica alimentar-me mais, e por aí fora…

Concluindo, já não há paciência para:

- o cappucino só leva espuma de leite.

- O latte só leva leite e não espuma.

- O mocha leva café, chocolate e leite, não espuma

- O americano não leva leite, só água

Irrrrrrrrrrrrrrrrra.

 

Depois tenho de decorar:

  • cerca de 10 tipos de sanduíches diferentes.
  • Já para não falar dos cerca de oito tipos de pão.
  • Três tipos de pizzas.
  • Cerca de uma dúzia de pastéis.
  • Uma dezena de bolos.
  • Mais ou menos oito diferentes sumos com rótulos quase iguais.
  • E, claro, o nome de 13 novos colegas de trabalho.

 

A minha cabeça parece autenticamente um processador de computador.

Quando vou no autocarro de regresso a casa pareço um zombie, sempre a olhar para o infinito, sem pestanejar.

Mas isto ainda não é tudo.

Para que a festa fique completa, é politica desta empresa haver um livrinho para cada novo funcionário com umas espécies de fichas

Que devem ser preenchidas nas duas primeiras semanas.

Por outras palavras: TRABALHO DE CASA!

 

Não sei se hei-de rir ou chorar.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

É tão bom viver

 

Às vezes tenho a sensação que o meu cérebro encolhe.

São momentos muito específicos e habitualmente de curta duração.

Por exemplo, uma piada, um comentário ou a resposta de alguém.

E faço tudo para me afastar o mais rapidamente dessa pessoa, para que o meu cérebro não continue a encolher.

Espero que esta sensação não seja exclusivamente minha.

Para compensar há os momentos em que sinto criatividade a transbordar da minha cabeça.

Esses momentos são vividos solitariamente, por vezes, mas na maioria acompanhado por alguém ainda mais inteligente que eu, ou pelo menos com um sentido de humor parecido ao meu.

E faço tudo para prolongar a companhia dessa pessoa.

A vida é feita de momentos.

 

 

Há as pessoas que entram na minha vida como colegas, e não passam disso.

Muitos.

Depois há os que aparecem como colegas, fazem a transição para amigos e caem no esquecimento, algum tempo depois.

Chego a aperceber-me disso quando ainda são amigos.

Alguns.

Mas, felizmente, há os que surgem como desconhecidos e que nem chegam a ser colegas porque se tornam logo amigos.

Bons amigos.

E assim ficam para sempre, espero.

Poucos.

A vida é feita de pessoas.

 

 

Às vezes questiono-me porque me recordo de certos retalhos de memória.

Memórias que até considero banais, e não sei porque as guardo.

Imagino a quantidade de outras memórias “enterradas” num inconsciente profundo.

E nenhuma delas, mesmo mais importantes, me vem à recordação.

Mas mesmo essas memórias recordadas mais banais originam reacções físicas.

Umas riso, outras sorriso, outras arrepio, outras tristeza e outras ainda reacções que agora não me lembro porque também não me lembro que memórias são.

E por muitas que sejam as vezes que as recordo, as memórias originam sempre a mesma reacção física.

Como que as duas estivessem associadas eternamente no nosso inconsciente.

A vida é feita de recordações.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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