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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

O mundo do meu coleccionismo

 

 

 

Para as próximas férias em Portugal já tenho programado passar algumas horas a acrescentar os novos exemplares às minhas colecções.

Entre outras coisas, eu colecciono moedas e postais.

Também era acérrimo coleccionador de calendários, mas fiquei-me pelos dois milhares.

Comboios, barcos, carros, jogadores de futebol, paisagens, mulheres nuas.

É nomear um tema ao calha e eu tenho um calendário de certeza absoluta.

Até do papa e de uma meia dúzia de santinhos.

Mas a febre dos calendários passou-me, sem eu saber porquê.

Por agora fico-me pelos postais e moedas.

Nos postais já andarei perto do milhar.

Quanto às moedas não faço a mínima ideia nem do número nem do valor que tenho.

E já estive bem perto de pegar nelas todas e amealhar o seu valor, já que grande parte são euros e cêntimos dos vários países da zona euro.

Resisti.

Com as que levo vou aperfeiçoar a minha colecção de libras e pennys.

É que eu não me contento em ter uma moeda de cada valor.

Eu quero as do máximo de anos possíveis.

E novas.

Dou comigo, por vezes, a perguntar-me para quê esta paranóia de juntar postais moedas.

E na verdade não tenho uma resposta lógica que me satisfaça.

Mas logo depois o meu lado mais criança ganha força e manda calar o adulto que há em mim.

Em criança era dos maiores coleccionadores do meu bairro.

Ainda tenho as cadernetas de cromos de futebol de vários anos.

E quando reparei que as meninas não coleccionavam cromos de futebol mas sim folhinhas, virei-me para essa área.

Era a forma de estar mais perto delas, se bem que os rapazes não viam isso com bons olhos.

Depois veio a febre dos bonés.

Lá por casa ainda devem andar uns 20.

Os cachecóis de clubes de futebol também fizeram parte do meu espólio.

E ainda tenho o sonho de os colocar a preencher uma parede da minha casa, quando a tiver.

Ultimamente tenho-me tornado num grande coleccionador de tampas.

Não de garrafas mas de mulheres.

 

Mas isso é tema para um próximo post.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Intervalos publicitários

Intervalos publicitários

 

 

A personagem principal do filme está quase a ser morta ao tentar salvar o grande amor da vida dele quando começa o intervalo publicitário.

Em Portugal temos tempo para ir à casa de banho mijar nas calmas, pelo caminho pegar num iogurte do frigorifico e comê-lo até ao fim, ir apanhar a roupa que estava a secar no estendal, ir ao quarto buscar uma camisola de manga comprida porque entretanto ficou frio, voltar à casa de banho e dar uma olhadela no autoclismo que parece estar avariado, voltar à sala e ainda ver cinco minutos de anúncios, entre os quais o novo álbum do Emanuel.

Mas pelo menos sabemos que temos pela frente mais 45 minutos de filme.

 

Na Inglaterra, a personagem principal do filme não chega sequer a conhecer a gaja e já é intervalo.

Um gajo põe-se a pé para ir mijar e ainda mal abriu a braguilha e já o filme está a rolar outra vez.

Como o autoclismo está avariado, se fico lá a tentar consertá-lo quando volto à sala já é intervalo outra vez.

Levanto-me para ir buscar um iogurte e mal tenho tempo de o abrir, pois o filme voltou à acção.

Levo o iogurte para a sala e como-o enquanto vejo o filme.

Consequência: deixo cair iogurte na t-shirt.

Passados cinco minutos começa o terceiro intervalo, durante o qual tento limpar o iogurte da t-shirt.

É então que me lembro de que tenho a roupa a secar, mas não tenho tempo de a apanhar porque entretanto recomeçou o filme.

Volto à sala e enquanto me sento reparo que começou a chover.

Não posso, porém, apanhar a roupa senão perco a cena em que a personagem principal quase morre ao tentar salvar o grande amor da vida dele.

No intervalo seguinte nem sequer tento apanhar a roupa porque voltou a ficar molhada.

Opto por ir buscar uma camisola de manga comprida ao quarto porque ficou frio ao chover.

Volto a correr para a sala porque o filme já recomeçou.

No intervalo seguinte desisto de fazer seja o que for porque fiquei estafado com tantas correrias e fico a ver os cinco minutos de anúncios publicitários, entre os quais o novo álbum do Emanuel.

Conclusão:

Tirando a publicidade ao novo álbum do Emanuel, a televisão cá na Inglaterra é bem diferente da de Portugal…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Já falta pouco

 

Tenho andado mais animadito.

E em grande parte fica a dever-se às férias de uma semana que já marquei para Portugal.

Em Setembro vou à Tugalândia ver família, amigos e demais.

Para os amigos da ESEC que me lêem fica o pedido para que arranjem disponibilidade para um encontro em Coimbra no fim-de-semana de 26 e 27.

Seria óptimo rever o pessoal e aquela cidade, que deixou saudades.

Também quero apanhar sol na praia.

Desde 2007 que não vou à praia apanhar sol.

“A frase anterior é chocante, eu sei…”

Não fossem aquelas semanas a trabalhar à trolha/jardineiro/carpinteiro e estaria da mesma cor que os ingleses.

Deitar-me numa praia à noite a ouvir o mar é outra das coisas que quero fazer.

Já nem falo da lista de pratos que quero comer ou das vezes que me vou empanturrar de bolos… a menos de um euro cada.

Não sei porquê mas tenho saudades da minha bicicleta portuguesa.

A minha bicicleta à homem.

Não a lilás que tenho cá, com quadro à menina.

Não me posso esquecer do meu colchão super duro, em comparação com esta coisa que tenho debaixo de mim enquanto escrevo este post ou durmo durante a noite.

E as saudades de jogar às cartas a dinheiro?

Copas a 10 cêntimos a carta ou então ao rami a um euro a partida.

É só mesmo para passar o tempo.

Também tenho saudades de beber uma cerveja sentado numa das esplanadas da praça da Oliveira, em Guimarães.

Qui ça servida por um sobrinho.

Também quero ir ao Porto rever mais amigos.

Confesso que a lista das coisas que quero fazer já vai longa no bloco de notas.

A vida de emigrante é lixada…

Mas pelo menos serve para que dê-mos maior valor a pequenas coisas.

E nos apercebamos da importância de certas pessoas nas nossas vidas.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Olá

 

 

- Olá

- Não é Olá cá, é Walls.

- Walls?

- Sim.

- Então em vez de Olá diz-se “paredes”.

- Que queres que faça… os ingleses gostam de ser diferentes.

- Imagina que se chamava assim em Portugal…

- Ia dar para rir, não ia.

- Claro. Já tou a ver um puto: “Óh mãe dá-me um gelado da “Paredes””.

- Eh, Eh! Mas queres saber mais?

- Já que tas numa de desvendar, conta lá.

- Na França é Miko.

- Miko? Da Câmara Pereira?

- Eh, eh, boa piada.

- Que raio de marca… parece mais é nome de macaco e não de gelados.

- Essa está boa também.

- E sabes na Espanha como se chama a Olá?

- Frigo!

- rífico?

- Eh, Eh!

- De facto Portugal safou-se bem de levar com nomes muito esquisitos em vez de um simples Olá.

- Mas espera lá que ainda há mais esquisitos.

- Onde?

- Na Austrália é Streets.

- Ruas? Que nabos. Conta mais.

- Vamos fazer antes assim, eu digo como se chama e tu tentas adivinhar o país.

- Ok, vou tentar.

- Algida?

- Isso parece-me grego.

- Não, e na República Checa.

- Xiii, nem sabia que esses comiam gelado. Lá não é quase sempre frio?

- É.

- Comem os gelados no Inverso… Mas continua.

- Algida?

- Outra vez?

- Sim, é repetido.

- Não faço a mínima ideia. Isso parece-me italiano.

- Certo.

- Cá ganda máquina eu sou. Manda mais um.

- Kibon?

- Huuum, isso é o que se diz depois de se mamar um Magnum…

- Exacto, e não chegas lá?

- Não faço ideia. Deve ser praí na Bélgica.

- Cromo, estava-se mesmo a ver: é no Brasil.

- Xiii, pois é. Lá deve-se comer paletes de gelados com o calor que é. E tas a ver, tem lógica lá o nome.

- Pois tem. E agora, porque sei que gostas de apostas, se acertares o próximo pago-te um Corneto, se falhares pagas-me tu um.

- Deve ser difícil, não sei se quero apostar.

- Dou-te uma pista, já falamos nesse país nesta conversa.

- Huuuum, ok. Aceito.

- Onde é que a Olá se chama Ola?

- Deves tar a gozar comigo?

- Não querias que fizesse uma pergunta difícil pois não?

- Não, mas assim tão fácil…

- Então diz lá.

- É em Portugal, onde é que havia de ser?

- Errado, é na Bélgica.

- Xiiii.

- Anda lá pagar um Corneto da Olá.

 

 

sinto-me:

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Tou a recordar comidas de criança

 

Na Inglaterra não há Bollycaos.

Uma pessoa quer empanturrar-se com dois ou três bollycaos e é obrigada a comprar pães de cachorro e meter lá dentro Nutella.

Xiça, que estes ingleses são mesmo uns desmancha-prazeres.

Acreditem que da próxima vez que for a Portugal vou comer uns três Bollycaos para matar saudades.

É que cá nem aquelas imitações ou variantes, tipo Chipicao, Bimbocau ou Manházitos…

As crianças inglesas, apesar de em média serem mais gordas que as portuguesas, nunca foram submetidas a um lanche à base de Bollycaos e Caprisones.

Lembro-me daquelas tardes como se fosse hoje…

Claro que se hoje tenho as bochechas gorditas é aos Bollycaos que comi que devo essa característica.

Cá, de certeza, que há uns anos atrás se puseram com discursos moralistas de que os Bollycaos não eram nutricionais e baniram-nos dos recreios das escolhas.

Deve ter sido por volta do lançamento dos cromos TOU, no interior desses magníficos bolos.

Não sei se alguém se lembra, mas aqueles cromos eram fenomenais.

De tal forma que eu tinha amigos que nem chegavam a comer os Bollycaos pois só queriam era mesmo os cromos.

E eu ali ao lado não ia ficar a ver a desperdiçar aquela preciosidade.

Mais uns gramitas directamente para as bochechinhas.

Admito, porém, que também fui um grande coleccionador desses cromos.

Acho que ainda tenho algumas dezenas guardadas numa caixa de Ferrero Rocher num armário da minha garagem.

Quando for a Portugal tiro uma foto para provar a minha fidelidade.

E houve uma altura, quando saiam esses cromos, que pelo meio estavam prémios.

Entre os quais t-shirts.

Eu fui um dos felizes contemplados.

Já não tenho essa t-shirt, mas ela deu lugar a uma das alcunhas que eu já tive: Bollycao.

Dada por uma amigo do secundário, durante um jogo de futebol onde eu orgulhosamente vestia a famosa t-shirt.

Ele já nem se deve lembrar disso, mas marcou-me para o resto da vida.

Não tenho dúvidas em dizer que, assim como os travesseiros, o Caprisone, os Sugos ou as chicletes Gorila, o Bollycao marcou a minha vida para sempre.

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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

O cozinheiro dá-se a conhecer ao mundo

Na semana passada fui obrigado a regressar aos meus cozinhados… fabulosos.

Ao meu leque variado de pratos que vai desde o delicioso arroz branco com sardinhas enlatadas ao penne à bolonhesa.

Sem esquecer, claro, os tão famosos noodles com almôndegas e as batatas cozidas com peixe, já que cá o bacalhau é caro e raro.

Se eu tivesse que me auto classificar como cozinheiro eu diria que sou um excelente cozinheiro preguiçoso.

A minha imagem de marca é esquecer-me que tenho fome e só me lembrar quando já é tarde para fazer um prato mais desenvolvido e a respectiva digestão do mesmo, antes de ir dormir.

Por isso, toca a desenrascar com mais uma lata de atum e um pacote de noodles.

Esta coisa chamada noodles entrou na minha vida em Setembro passado.

Confesso que até vir para Londres nunca tinha cozinhado esta massa que mais não é do que o cruzamento da esparguete com os pennes, dando origem a uma espécie de aletria oca no meio.

Os frequentadores dos restaurantes chineses de certeza que já comeram e sabem do que estou a falar.

E esta coisa entrou na minha vida porque deve ser o prato mais simples de cozinhar no mundo.

Compra-se um pacote que custa entre 10 cêntimos (os de marca mais chunga) e um euro e meio, deitar o conteúdo para uma panela com água a ferver e esperar.

Há até embalagens próprias para apenas levarem água e irem directas ao micro-ondas.

Para acompanhar nada melhor do que uma lata de meatballs (almôndegas) feitas com a mesma carne das salsichas.

Os noodles têm várias variantes de acompanhamento: uma lata de atum, uma lata de sardinhas em tomate, uma lata de sardinhas em óleo, salsichas, legumes salteados (a versão vegetariana), bacon refogado, camarão cozido.

Estas são apenas as que já tentei.

Claro que não como noodles todos os dias.

Vou variando com arroz branco.

Com praticamente quase os mesmos acompanhamentos.

Mas como tenho um leque de acompanhamentos a rondar a dezena, que deverá ser multiplicada por dois (noodles e arroz branco), consigo estar quase todas as férias da cozinheira cá da casa sem me repetir.

E isto sem contar com as batatas cozidas com peixinho.

Como podem ver, sou um cozinheiro tão evoluído que nem sequer falei em batatas e ovos fritos, o prato favorito de todos os homens, porque é também o único que todos sabem fazer.

É que eu cá gosto de fazer comidas saudáveis e …variadas.


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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

As férias dos outros acabaram

Olá, tudo bem?

Já devem estar fartos de vir a este blog e verem sempre o mesmo post como último.

O Chochas e a mala perdida até já metem nojo.

Eu compreendo e peço desculpas.

Nas duas últimas semanas andei ocupado a fazer de babysitter dos meus sobrinhos, que me vieram visitar.

Depois conto mais pormenores.

E como hoje é sexta-feira, não faz sentido regressar hoje.

Prometo que na segunda estarei de volta à rotina.

Por isso, bom fim de semana e aproveitem o sol de Portugal que eu prometo aproveitar as nuvens de Londres.

Raio de tempo...

Que faço eu aqui?


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