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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

O Homem Que Murmura Sozinho - 1

Sentado numa mesa à minha frente está um homem.

Calvo, aparenta ter menos de 40 anos.

Passa maioritariamente o tempo curvado sobre a mesa, de forma a poder ler de perto o jornal The Sun, que tem aberto.

Mas quando não está curvado sobre a mesa, está com o dorso recto e os braços cruzados atrás da cabeça.

A espreguiçar-se e a bocejar.

Algo que acontece a cada dois parágrafos de leitura.

Mais ou menos a cada minuto.

Quando repete este ritual o homem também fala.

Melhor, murmura.

Sozinho.

O Starbucks onde nos encontramos é junto a um hospital.

O que me leva, num primeiro raciocínio, a considerá-lo um paciente.

Mas uma observação mais cuidada elimina essa possibilidade.

Junto a si, no chão, está um saco desportivo acompanhado de um saco plástico de uma conhecida cadeia de material desportivo.

Apesar da temperatura estar amena dentro do café, o homem que murmura é o único com o casaco vestido.

Pela restante roupa que veste dá para perceber que não é pobre, apesar de também não demonstrar-se abastado.

“Brrrrrrrr, que frio”, penso.

Alguém entrou no café e deixou a porta aberta.

Lá fora chove.

Uma chuva que me levou a mudar de planos, depois do autocarro onde viajava ter terminado a viagem, sem que nada o fizesse antecipar, mesmo em frente ao hospital.

“This bus terminates here”, ouvimos, nós passageiros.

E tivemos de abandoná-lo.

Algo que acontece com alguma frequência em Londres.

O homem coça agora a cabeça como que muito pensativo.

Continua a leitura das páginas desportivas.

Tento pensar em alguma figura pública com ele se pareça, mas ninguém me vem à cabeça.

Não haverá ninguém famoso que seja calvo e com o pouco cabelo que resta ondulado.

Bem, até me veio um actor português à memória, mas não me lembro do nome.

E como não tenho internet, não posso pesquisar o nome dele.

Lembro-me que entra frequentemente em telenovelas.

E que fez há anos uma série que se não estou enganado se chamaria “Pai de Família”, ou algo do género.

O nome Luís vem-me à memória, mas não o apelido.

Por esta altura já estará a pensar o leitor no que murmura o homem.

Não.

Já tentei perceber, mas não consegui.

Por segundos cheguei a pensar que cantarolava a letra de uma música que tocava baixinho.

Mas o playback não batia certo.

Lembrei-me agora que o melhor mesmo seria tirar uma fotografia ao homem, para que todos acreditassem em mim.

Tenho no bolso o telemóvel.

E até sou perito em disfarçar quando tiro fotografias.

Já tenho o telemóvel programado para não disparar o flash.

Qualquer dia explico porquê.

Aqui vai.

Se sair algo de jeito publico no espaço a seguir esta linha.

Aqui.

 

 

A senhora do chapéu, que estava sentada no canto da sala, vai-se embora.

Quando entrei reparei que ela estava a desenhar uma outra mulher sentada a seu lado.

Uma que tinha um casaco azul bebé.

Não são frequentes os casacos azuis bebé em Londres.

Muito menos idosas sentadas em cafés a pintar mulheres vestidas com casacos azuis bebé, ou homens a murmurar sozinhos palavras que mais ninguém percebe.

Por isso resolvi relatar tudo isso nestas linhas.

Vou dar mais uma dentada num dos donuts que comprei no supermercado, antes de vir para aqui.

Ficava muito mais barato.

O Tesco, uma espécie de Modelo cá na Inglaterra, está a vender três donuts por uma libra.

Cerca de 1,10 euros.

Pechincha, acho.

Ainda não disse que desde a passada terça-feira ando numa dieta ao chocolate.

Não vou comer chocolate pelo menos durante duas semanas.

Uma está quase passada, já que hoje é domingo.

Resolvi fazer esta dieta porque andava a comer demasiado chocolate.

Não é a primeira vez que faço algo do género.

Como sou muito guloso, de vez em quando sinto a necessidade de não comer chocolate ou qualquer tipo de doces.

Desta vez é só chocolate, embora também esteja a comer menos doces.

Há dias fui ao cinema e não levei as minhas amigas gomas, para me acompanhar.

Acho que isso não teve influência na forma como vi o filme, mas a verdade é que não gostei muito.

Vi o último dos irmãos Cohen.

Em inglês chama-se “A Serious Man”.

Já estou na terceira página de texto do Word.

Acho que este deve ser dos maiores textos que já postei.

Estou curioso em saber se alguém o irá ler até ao fim.

Pode ser que quem o faça, me diga que o fez, comentando.

E se o fizer, também pode acrescentar se gostou.

Eu ficaria agradecido.

Reconheço que como tenho andado ausente do blog, o número de leitores diminuiu drasticamente.

Pudera.

Ir uma, duas, três vezes a um site e ver que não actualizado só pode levar ao esquecimento desse blog.

O homem continua a murmurar.

Desta vez mais alto que o costume.

De há uns dias para cá tenho andado com pensamentos fora do vulgar.

Em quase todos os lados onde estou penso em formas de actuar de forma como nunca actuaria.

Penso que neste momento isso passaria por meter conversa com o homem que murmura.

Mas na verdade é que não sei se tenho coragem.

Por isso mesmo seria um verdadeiro desafio.

Acho que poderia perguntar as horas.

Já seria falar com ele.

Não é o mesmo que perguntar-lhe o que murmura.

Mas já seria um começo.

Ganhando a confiança dele poderia depois fazer a segunda pergunta.

Hummmm.

Estou mesmo tentado.

Ele continua a espreguiçar-se.

Deu agora para ver que ele tem relógio de pulso.

Só tenho de esconder o meu.

Ups.

Tenho as horas no computador.

Será que ele repara nisso?

Bora lá meter conversa.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Dublin com vista sobre Lisboa

 

 

Os mais desatentos poderão dizer que os irlandeses têm algo contra a capital portuguesa.

Os mais informados lembrar-se-ão que existe um tratado com o mesmo nome e que em Outubro os irlandeses foram chamados a referendo para votar contra ou a favor esse tratado. 

Mas que a adaptação está original, lá isso está.

Ah, e já agora, o que é DISGUSTING é a LITTER, o lixo.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Vinde brasileiros

Para quem ainda tenha dúvidas sobre o quanto os portugueses podem beneficiar com o desenvolvimento do Brasil, aqui fica o meu testemunho.

Museu dos escritores irlandeses, em Dublin.
Visita com apoio a áudio em seis línguas.
Não consta o português.
Visita Guiada às principais atracções de Dublin: nove línguas, entre as quais o russo, o polaco e o italiano.
Não há português
Visita à fábrica da cerveja Guinness. Mapa e livro de apoio. Diversas línguas, sem o português.
Podia continuar por aqui fora apenas com exemplos de Dublin.
Mas mesmo em locais turísticos mais massificados, como Londres, se nota a ausência do português como língua de apoio.
 
Agora imaginem um Brasil mais desenvolvido e com uma maior percentagem daqueles 191 milhões de habitantes a visitar essa imensidão de lugares pelo mundo fora.
E isto sem contar com os outros habitante lusófonos do mundo que já o fazem.
Eles não teriam escolha senão colocar o português entre as línguas de apoio.
É bom lembrar que no mundo há mais falantes do português do que o:
Italiano
Russo
Alemão
Polaco
Japonês
Ou até o francês.
 
PS: amanhã há foto

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

O voo para lá

De facto tenho andado longe das lides bloguistas.
Mea culpa, e promessa de tentar mudar isso.
Sei que tenho de fazer coisas novas para que me aconteçam coisas invulgares, para ter coisas engraçadas para contar.
As coisas que dizemos para nos desculparmos...
 
 
E coisas novas foi o que fiz no passado fim de semana.
Fui a Dublin, passar três dias.
E a emoção surgiu logo no voo de ida.
Estava eu confortavelmente sentado no lugar junto ao corredor, com o lugar da janela ocupado por um senhor, e o do meio livre quando vem uma inglesa.
Esta estória não teria nada de invulgar não fosse ela não ter lugar nas bagageiras para colocar a mochila.
Teve de a colocar debaixo do lugar da frente.
Mas ela também trazia um sobretudo que fez questão de também colocar junto aos pés.
Quem já viajou na Ryanair sabe como o espaço entre assentos é reduzido.
Porém, o episódio de contorcionismo não acaba aqui.
Ela também carregava um molho de revistas e um jornal, que pretenderia ler durante a viagem de pouco mais de uma hora.
O mais interessante da leitura é que o jornal era o The Guardian, de formato broadsheet.
Ou seja, do tamanho do português Expresso.
Já lá iam 20 minutos de voo quando ela resolveu passar para a leitura do jornal.
Desdobrou o jornal e depois de uma vista de olhos à primeira página abriu o jornal para mirar as 2 e 3.
A mão direita dela veio até perto da minha cara.
A esquerda ficou a centímetros do homem junto à janela.
Ao aperceber-se de que tinha violado o nosso “espaço aéreo”, voltou atrás.
Reflectiu.
E voltou ao ataque.
Abriu o jornal nas páginas 2 e 3, e dobrou-o.
Foi lendo as notícias nessas páginas, que acabaram cerca de 10 minutos depois.
Nova desdobradela e violação do espaço aéreo, e siga para a páginas 4 e 5.
Esta estória seria curta se o The Guardian não tivesse para cima de 60 páginas e mais três cadernos.
Já estava eu farto de ver uma mão a segurar um jornal à minha frente quando reparo numa entrevista ao meu ídolo no mundo do guionismo.
Não me segurei e quando ela acabou de ler o jornal tive de lhe pedir o mesmo emprestado.

E o espaço aéreo dela foi violado. 

 

 

PS: amanhã conto mais

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

O sonho de outros

"Sonho?

Era passar uma noite sem dores!"

 

Idoso com idade a rondar os 70 anos

in Histórias com Gente Dentro, SIC, ontem à noite, terça-feira

 

Vou tentar lembrar-me desta frase nas próximas manhãs,

quando estiver preparado para dizer que dormi mal a noite.

 

 

 

PS: Parabéns Shewiiiiiiii

 

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

As siglas inglesas

 

Confesso que as siglas na língua inglesa me irritam profundamente.

Desde estar a ver um episódio de CSI e ouvir falar de S&M e demorar uns cinco minutos a perceber que é de Sadomasoquismo que eles estão a falar.

Até aos anúncios de emprego que pedem para enviar currículos ASAP.

Mas que raio são currículos ASAP, pensei eu quando vi pela primeira vez esta sigla.

Nada que uma pesquisa no Google não ajudasse a decifrar: As Soon As Possible.

E conforme fui conhecendo mais siglas, fui reflectindo sobre outras que já estavam tão assimiladas que já nem pensava no seu significado.

AKA – para quem vê esta sigla antecedendo os nomes dos filmes em inglês, por exemplo, quer dizer Also Known As.

Ou então antes dos knicks de cantores de Hip Hop ou jogadores de futebol.

É passear pelas ruas mais antigas de Londres e ver nas portas das pequenas lojas um letreiro com BRB.

Be Right Back.

É estar a ler um folheto e no canto inferior direito ler PTO.

Please Turn Over

É receber um email com FYI.

For Your Information

É estar a converser no messenger com um inglês e receber LMAO.

Laughing My Ass Off

Até a expressão portuguesa “amigo colorido” tem direito na língua inglesa a uma sigla: FWB

Friend With Benefits

Até o melhor amigo em direito a uma sigla: BF.

Best Friend

As siglas inglesas irritam-me de uma maneira que fico com CEP.

Cabelos Em Pé.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:20

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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Filme da semana - "An Education"

Vi e recomendo.

Um daqueles filmes com uma história simples mas capazes de nos surpreender.

Ainda não está marcada a estreia para Portugal, nem encontrei o título em português, mas não deve ser difícil de descobri-lo quando sair.

Aqui fica o trailer: 

 

 

E bom fim de semana.

Pois eu hoje já estou de folga...


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Torrente de pensamentos

“Vai ao Google” deve ser das frases que eu mais repito.

E se o faço é porque me safo muito bem nas pesquisas que lá faço.

Eu até me auto classifico de muito bom googlador.

Se os directores Google soubesse da minha existência acho que me contratavam logo…

…para lhes ir buscar o café de manhã.

Sou óptimo a ir buscar cafés.

Pergunto sempre se querem com uma, duas ou nenhuma pedra de açúcar.

E no regresso não entorno nem uma gota.

Agora que penso, logo a seguir a fazer pesquisas no Google, devo ser um dos melhores da minha rua a ir buscar café.

Na verdade eu já era bom a ir buscar café mesmo antes de vir para Londres.

Cá só tive de me adaptar e começar a perguntar se querem chã.

E leite adicionado.

Ainda é das coisas que mais me fascina nos ingleses, essa de juntar leite ao chã.

Que mania.

Ou é leite ou é chã.

Agora os dois juntos?!

Quando lhes pergunto porque é que não põe logo directamente os sacos de chã no leite ficam a olhar com cara de parvos para mim.

Depois dizem que não é a mesma coisa.

Que primeiro tem de ser feito o chã e só depois adicionado o leite.

Chá branco.

Bedelheque.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

O Sonho

 

Nunca tinha levado tão a sério um sonho como estou a levar este de um dia ser guionista.
Jamais tinha lido tantos livros, revistas e artigos sobre guionismo.
As idas ao cinema nunca foram tão frequentes.
Até os apelativos sudokus no metro tenho substituído pela audição de podcasts sobre a arte de escrever para cinema e televisão.
Os cursos só aqui os descobri.
E as teclas deste computador onde agora escrevo não tiveram tanto uso como ultimamente.
Agora sei o que é isto de levar um sonho a sério.
Mas também começo a sentir pela primeira vez o verdadeiro medo de falhar.
Já falhei muitas vezes os objectivos estabelecidos a priori.
Mas nunca os procurei como agora.
E fui logo escolher uma profissão que por muitos cursos que tire, por mais leituras de livros que faça, ligações à indústria que tenha, se aquilo que escrever não tiver qualidade não chegarei onde quero.
Não há bons currículos não carreira de guionista.
Apenas bons guiões.
E se o que eu escrevo não for suficientemente bom?
E se…
Começa a chegar a hora de pôr à prova as minhas qualidades.
Ou a falta delas.
De saber se faz sentido percorrer este caminho que estou a percorrer, deixando tanta coisa para trás, como família, amigos e outros sonhos não tão grandes como este.
Mas se não acreditasse em mim próprio da forma que acredito, jamais teria deixado um emprego seguro e rumado a uma cidade que ainda hoje me mete medo.
Talvez tenha chegado momento de ter um grande falhanço.
Pois quase sempre que arrisquei profissionalmente não me saí mal.
(a inclusão do profissionalmente não é acaso)
Mas se me sair bem desta loucura londrina, quero voar por aí fora.
Não cometer a mesma loucura que Ícaro, mas chegar mais perto do sol.
Também faz frio cá por Londres…

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009

A diversão faz toda a diferença

Quase sempre a diversão é a melhor forma de resolvermos os problemas.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

A minha noite de Haloween

Alguém sabe qual é a forma mais divertida de passar a noite de Halloween?

Qual é?

Qual é?

Ir a um bar de salsa.

Não há nada mais estranho do que ver um lobisomem, o Drácula e o Frankenstein a dançarem salsa.

Tenho de reconhecer, no entanto, que me senti deveras inadaptado.

As miúdas que lá estavam eram quase todas latinas e, mesmo depois de estudá-las a fundo, não tive grande sorte.

O sistema é mais ou menos assim: o rapaz chega-se a elas, pergunta-lhes se querem dançar e quase sempre a resposta é sim.

No entanto, (tinha de haver um no entanto) elas quando estão a dançar com alguém contrariadas fazem cara de enjoadas.

Nesses casos, o rapaz fica com a moral em baixo.

Ah, e elas dançam contrariadas para não estarem paradas.

O meu problema, no sábado à noite, é que não conseguia que nenhuma dançasse comigo.

Preferiam estar paradas.

Eu e os meus dois amigos portugueses.

E quando já em desespero eles se agarraram a dois “monstrinhos”, eu decidi que tinha de “atacar”.

Procurei à minha volta duas miúdas que estivessem juntas.

Tentei ver qual das duas era a mais bonita, e concentrei-me na outra, a segunda mais bonita.

(as probabilidades de sucesso são sempre maiores se formos à amiga frustrada com quem ninguém quer dançar)

Mas o meu plano tinha ainda uma segunda parte: esperei que lá fosse um totó convidá-la para dançar.

Mesmo depois de ela recusar, o totó ficou a tentar convencê-la.

Era a minha deixa.

Perante um totó e eu as minhas probabilidades de sucesso com a segunda mais bonita eram enormes.

E assim funcionou.

Ela aceitou dançar comigo.

Claro que em parte para se ver livre do totó.

E por incrível que pareça a minha moral não ficou em baixo, mesmo quando ela começou a fazer cara de enjoada.

Senti-me como se tivesse atingido os Himalaias.

E se a noite não tivesse já sido estranha, ainda tive direito a sair do bar e a ver o… leiteiro.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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