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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

As minhas cuecas

 

Homens.

Sabem aquelas cuecas que já só colocamos quando temos a certeza que naquele dia as probabilidades de irmos para a cama com uma mulher são muito baixas?

As tais com a cor já desbotada e um buraquito de lado.

Tinha-as eu vestidas naquele dia.

Não tenho sorte nenhuma.

Pensamos sempre que nenhuma mulher deixar de fazer sexo connosco só pelo estado de conservação das nossas cuecas.

Até nos acontecer o que aconteceu comigo.

Lembrar-me da reacção dela é meio caminho andado para ficar com o resto do dia estragado.

Ou para acordar durante a noite com pesadelos.

No dia seguinte, toda a restante colecção de cuecas foi passada a pente fino.

Uma revista digna do serviço militar.

Por mais pequeno que os buraquitos fossem.

Ou mais ligeira que fosse a “desbotação”.

O lixo foi o destino de todas aquelas cuecas.

Desagradável foi descobrir que deveria ter comprado as substitutas antes da limpeza.

Agora, saio diariamente de casa mais confiante.

Porque sei que tenho vestidas cuecas que me garantem uma boa sessão de sexo sem surpresas.

Cuecas com bonecos do Looney Tunes para elas brincarem.

E com alarme contra buraquitos e desbotamentos.

Homens.

Sintam-se confortáveis e confiantes com cuecas “It’s Safe”.

 

 

 

Alguém ainda duvida que eu tenho jeito para escrever anúncios publicitários?


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Momento estranho da semana

 

Estar na casa de banho do emprego a fazer o serviço mais longo possível de fazer naquele espaço.

Fazer a descarga e descobrir que não foi tudo com a água.

Ao mesmo tempo alguém tenta abrir a porta.

Ficando depois à espera que saíamos para poder entrar.

São segundos longos aqueles durante os quais a descarga enche.

Nunca sabemos se a água que já está no depósito é suficiente para na segunda descarga levar o que ficou na sanita.

E então esperamos mais uns segundos.

Por mais centilitros de água.

“E se não for tudo desta vez”, pensamos.

“Quais as consequências?”

E o nosso colega de trabalho lá fora à espera para se servir da casa de banho.

“E se é a boazona que trabalha no Marketing que está do outro lado da porta.

O que pensará de mim… e do meu cag….?”

E o depósito que nunca mais está cheio.

Sabemos pelo barulho que ainda faz a encher.

Entretanto ligamos a água da torneira para lavar as mãos.

E fazemos questão que a pessoa que espera lá fora ouça o barulho para saber que lavamos as mãos depois do serviço.

Aliás, tentamos com o barulho de lavar as mãos ocultar a segunda descarga na sanita.

Mas o mais certo é que não resulte.

Antes de sairmos, uma última espreitadela só para confirmar que à segunda foi tudo.

Huuuuum.

Ficou suja.

Deixa meter a escova ali dentro para não deixar vestígios.

De seguida mão no puxador da porta.

(como a escova habitualmente é usada por outros antes da lavagem das mãos, já as nossas estão cheias de micróbios)

E abrimos a porta.

Não, não é a loira do Marketing que espera.

Mas o nosso chefe.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

110 minutos de sono profundo

 

Tudo começou com Bright Star.

E continuou com Were The Wild Things Are.

E até um filme indiano houve pelo meio.

Descobri que se andasse com sono não deveria evitar ir ao cinema.

Pelo contrário.

Era lá que eu deveria recuperar minutos de sonhos fantásticos.

E tudo porque eu tenho um cartão que me custa 16,5 libras por mês (19 euros) e me permite ir ver os filmes que me apetecer de borla.

Como a cadeia de cinemas a que pertence o cartão tem inúmeras salas espalhadas pela cidade.

Dei comigo a escolher qual a melhor não para assistir ao filme, mas para dormir.

Por isso, se estão com intenções de vir a Londres para ver um filme, não falem comigo.

Se por outro lado, estão a pensar em visitar a capital desta ilha para xonar 110 minutos podem pedir-me conselhos sobre qual a melhor sala.

- Vais para casa Peter?

- Não, vou ali a Leicester Square ao cinema que tem em cartaz o filme 2012.

- Ouvi dizer que esse filme é muito bom.

- Pois é. Já o fui ver umas três vezes. Mas ainda não consegui. E espero não ser hoje. Ando sonolento.

 

Um cartão como este poderia ser um sucesso em Portugal.

E seria uma alavanca para indústria cinematográfica portuguesa.

Com uma percentagem de filmes para dormir acima da média.

(este comentário era desnecessário para alguém que aspira um dia fazer parte desta indústria…)

 

NB: 110 minutos é a duração média de um filme. Ou faz de conta.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Ainda não morri... só comprei um Ipod

 

Só para dizer que ainda estou vivo, apesar de ter queimado a língua com um mocha do Starbucks.

 

Para ser sincero, não tenho aparecido por aqui com combinações de palavras novas, vulgarmente reconhecidas como posts, porque comprei um Ipod Touch.

Tem sido essa a minha perdição dos últimos dias.

Eu que pensava que já não era criança vejo-me agora de caras (quando olho ao espelho) com um garoto que recebeu um presente.

E já sabem que é usar até aborrecer, ou se tornar um objecto vulgar.

Mas como aquilo tem funções que nunca mais acabam, não sei quando me vou fartar.

Para já é downloadar até não parar.

São aplicações para tudo e alguma coisa.

Chego a descarregá-las e apagá-las alguns minutos depois porque não encontro utilidade para aquilo.

Claro que só as de borla.

E já encontrei aplicações (ou aps) para funções que nunca me passavam pela cabeça.

Mas isso é um assunto para um post futuro.

Reconheço que estou a adorar o meu Ipod.

Já era altura de colocar o meu velhinho leitor de 256MB num museu e ser promovido aos 8GB de um Ipod.

É tão fixe mexer com o dedo no ecrã.

No início é estranho, porque desde pequeno que a minha mãe me ensinou a não pôr o dedo no ecrã.

Fosse ele da televisão ou do computador.

E agora só assim consigo ouvir música ou resolver um sudoku assim.

Já estou a imaginar o choque que será para a minha mãe ver-me a pôr o dedo no Ipod.

“Mais uma modernice”, dirá.

Bem, vou-me.

Ainda não vi a meteorologia para amanhã em Londres e Cabinda.

Nem a cotação de hoje do euro.

Mas já li as notícias da BBC e do Sapo Local.

Assim como ouvi alguns Podcasts.

Já passei mais alguns níveis num jogo de blocos.

E aprendi que a capital dos Estados Federais da Micronésia é Palikir.

Também aprendi que “assinatura” em polaco se escreve “podpis”.

Ora digam lá se o Ipod não me está a tornar numa pessoa culta?

 

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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