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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Casa nova, estórias novas

 

Falei pouco sobre a casa nova, e já cá estou faz hoje duas semanas

Somos seis a viver nela. Quatro portugueses e dois espanhóis.

E o problema de se viver com portugueses (se bem que morava com uma brasileira) é que eles podem a qualquer momento descobrir a existência deste blog e lê-lo.

Sobretudo porque são bem maiores utilizadores de internet que a Magda.

Aliás, aproveito para dizer Olá aos três portugueses que vivem agora comigo, para o dia em que descobrirem este blog.

Mas, claro que as estórias engraçadas serão aqui contadas, e sem censura.

E até acho que já encontrei uma nova personagem para algumas das estórias:

O Fidel.

Pode dizer-se que ele é o elemento aglutinador da casa.

Para além no nome, nada tem de ditador.

À excepção de que não gosta que ninguém se sente na sua manta peluda, colocada sobre o sofá.

Este espanhol tem uma personalidade forte, e gosta de fazer valer as suas vontades.

Mas quando a S (a outra espanhola) não está em casa ele porta-se bem.

Quando ela está em casa, o Fidel fica mais arrogante.

Acho que é dos mimos que ela lhe dá.

Convém dizer que há mais que afecto entre eles.

Pode mesmo chamar-se amor ao que os une.

E pelo que conheci até hoje do Fidel, ele seria um bom substituto para a Magda, como personagem das minhas estórias.

Até porque têm comportamentos idênticos em certas situações.

Embora o Fidel não me deixe recados escritos, já me mostrou que não gosta que mexe na sua manta.

Só tenho pena que ele não consiga ler os posts do meu blog.

Não por ser espanhol, mas por não saber utilizar um computador.

Falarei em breve mais dele.

 

 

Ah, quase que me esquecia, o Fidel é um gato.

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 00:02

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1 comentário:
De GorgeousMind a 28 de Janeiro de 2009 às 10:29
My dear Pedro,
És engraçado, deves ser fresco, deves, deves... Mas gosto da forma como escreves, pois gosto, pronto. Esta do Fidel está muito engraçada. Esse teu olho clínico para encontrar particularidades nas pessoas e/ou animais faz-me lembrar a minha irmã, ela também é assim. Ela arranja alcunha a toda a gente.
De facto, viver com mais pessoas é difícil. Quer dizer, depende de como encaramos as situações. Tem de se ser easy going para não dar em doido e o constante ajustamento que se tem de fazer perante as pessoas e as situações.
É difícil viver longe de casa, é preciso muita determinação, e força, e esperança, e sorte.


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