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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Da Índia à Rua Sésamo é um instante

 

No passado fim-de-semana a dona do Fidel (o gato) convidou cá a casa um amigo dela inglês, que regressou recentemente de um ano na Índia, a trabalhar.

Índia, pensei eu, agrada-me.

Vou fulminá-lo com perguntas.

E assim foi.

Com paella e outros petiscos espanhóis na mesa, a tarde estava a correr espectacularmente bem até que o “man” se espetou num comentário.

“Esta casa parece a Rua Sésamo! Um cozinha e os outros limpam.”

O comentário até poderia passar despercebido – e acho que passou para os outros elementos – caso a Rua Sésamo não tivesse as mais variadas personagens lá a viver.

O que me intrigou, como é óbvio.

Em que personagem da Rua Sésamo estaria ele a pensar para mim?

Já nada foi diferente naquela tarde de domingo.

Minutos depois estávamos nós a falar do projecto de paz para o mundo do Ghandi quando eu o interrompi:

“Ouve lá, mas achas que eu sou mais parecido com o Egas ou o Becas?”

Ao que ele respondeu com um sorrisinho que ainda me criou mais dúvidas.

No entanto, concluí que não associou nenhum deles a mim.

Já a conversa ia no facto do custo de vida da Índia ser muito baixo quando eu voltei à carga:

“Mas achas que as minhas bochechas são similares ao Monstro das Bolachas?”

Nova tentativa defraudada.

Ele voltou a rir-se, mas desta vez por menos tempo.

Nos dias que correm qualquer conversa sobre a Índia tem de acabar no Slumdog Milionaire.

E era disso que falávamos quando eu fiz o seguinte comentário:

“Não acho que o Popas tenha um pescoço mais alto que o protagonista do filme…”

Toda a gente ficou a olhar para mim sem saber o que dizer, e o ambiente ficou pesado.

Na tentativa de resfriar os ares perguntei se gostavam da minha imitação da Agripina.

Mas com aquela voz fininha só piorei a situação.

Já o homem se preparava para se ir embora quando acabei logo ali com o mistério e perguntei:

“Mas afinal com que personagem achas que eu sou parecido?”

Ele não teve meias palavras:

“Resmungão dessa maneira só podes ser com o Ferrão.”

Fui a correr ao quarto vestir a minha t-shirt verde, desci e perguntei-lhe:

“E agora?”

 

NR: Sempre me identifiquei com o Cocas, e vem este gajo agora dizer que pareço o Ferrão, xiça.

sinto-me: cocas

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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