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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

O voo para lá

De facto tenho andado longe das lides bloguistas.
Mea culpa, e promessa de tentar mudar isso.
Sei que tenho de fazer coisas novas para que me aconteçam coisas invulgares, para ter coisas engraçadas para contar.
As coisas que dizemos para nos desculparmos...
 
 
E coisas novas foi o que fiz no passado fim de semana.
Fui a Dublin, passar três dias.
E a emoção surgiu logo no voo de ida.
Estava eu confortavelmente sentado no lugar junto ao corredor, com o lugar da janela ocupado por um senhor, e o do meio livre quando vem uma inglesa.
Esta estória não teria nada de invulgar não fosse ela não ter lugar nas bagageiras para colocar a mochila.
Teve de a colocar debaixo do lugar da frente.
Mas ela também trazia um sobretudo que fez questão de também colocar junto aos pés.
Quem já viajou na Ryanair sabe como o espaço entre assentos é reduzido.
Porém, o episódio de contorcionismo não acaba aqui.
Ela também carregava um molho de revistas e um jornal, que pretenderia ler durante a viagem de pouco mais de uma hora.
O mais interessante da leitura é que o jornal era o The Guardian, de formato broadsheet.
Ou seja, do tamanho do português Expresso.
Já lá iam 20 minutos de voo quando ela resolveu passar para a leitura do jornal.
Desdobrou o jornal e depois de uma vista de olhos à primeira página abriu o jornal para mirar as 2 e 3.
A mão direita dela veio até perto da minha cara.
A esquerda ficou a centímetros do homem junto à janela.
Ao aperceber-se de que tinha violado o nosso “espaço aéreo”, voltou atrás.
Reflectiu.
E voltou ao ataque.
Abriu o jornal nas páginas 2 e 3, e dobrou-o.
Foi lendo as notícias nessas páginas, que acabaram cerca de 10 minutos depois.
Nova desdobradela e violação do espaço aéreo, e siga para a páginas 4 e 5.
Esta estória seria curta se o The Guardian não tivesse para cima de 60 páginas e mais três cadernos.
Já estava eu farto de ver uma mão a segurar um jornal à minha frente quando reparo numa entrevista ao meu ídolo no mundo do guionismo.
Não me segurei e quando ela acabou de ler o jornal tive de lhe pedir o mesmo emprestado.

E o espaço aéreo dela foi violado. 

 

 

PS: amanhã conto mais

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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