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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

A riqueza da palavra PUTA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não fui eu o tuga autor da brincadeira.

Mas reconheço que a originalidade é de se lhe tirar o chapéu.

E sendo o aviso de um WC inglês, a private joke ainda fica melhor.

Tenho uma grande admiração pelo tom directo dos avisos ingleses.

Vão directos ao assunto, e neste caso avisam logo que os canos “já estão a ficar entupidos”.

A versão portuguesa deste aviso seria qualquer coisa como:

“Não atire o papel para a sanita que pode causar entupimentos”.

Em resposta, o verdadeiro tuga pensaria:

“Oh, pode mas de certeza que isso não vai acontecer comigo”.

E pumba, papel para dentro da sanita.

Os ingleses optam por uma versão mais ameaçadora:

“Os canos já estão a ficar entupidos”.

Deixando em entrelinhas que podem mesmo ficar com os bocados de papel que nós vamos atirar lá para dentro, correndo o risco de levarmos com a inundação nos pés.

E qual é a resposta de um tuga a este aviso:

“Reparar que a conjunção das quatro primeiras letras das quatro palavras mais à esquerda formam a palavra PUTA”.

Dito de outra forma:

“Cagou” para o que o aviso dizia.

E o mais provável é que o tuga que riscou o aviso deve ter mesmo atirado o papel para dentro da sanita.

Reparem que ele ou anda sempre com um marcador permanente azul no bolso, ou então foi buscar um a casa só para o serviço.

Volto a afirmar que não fui eu.

Embora também reconheça que sempre odiei deitar papel higiénico sujo para dentro de cestos.

E como não havia mais nenhum contentor por perto…

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

AVISO IMPORTANTE

 

 

Para quem ouviu o programa da Rádio Comercial quero esclarecer que não sou tarado sexual.

Claro que esta frase vinda de mim não é garantia nenhuma.

Mas de certeza que as raparigas de quem eu já levei bofetadas podem depor a meu favor, porque eu nem cheguei a tocar-lhes.

Ok, eu até escrevo sobre lingerie feminina, decotes e sobre meter conversa com miúdas que não conheço em aviões…

Mas até sou bom rapaz, solteiro e descomprometido.

E para as mais indecisas, posso garantir-vos que já tenho um património considerável:

- Duas bicicletas (eu sou assim, gosto de mostrar riqueza)

- Patins do gelo (nunca utilizados em Portugal)

- Uma almofada de penas (impenetrável aos ácaros)

- Umas sapatilhas de cor branca

- Um disco vinil dos Ministar

- Um puff de cor verde alface

- Um livro do Paulo Coelho

- Uma colecção considerável de Playboys

 

E com o dinheiro que a Rádio Comercial me pagou estou a pensar adquirir uns patins em linha.

Mais uma pequena loucura minha.

Como podem ver, um património fora do vulgar para alguém perto dos 30.

 

Se estes valores materiais não fossem suficientes para mudar a vossa opinião a meu favor, também posso falar-vos da minha maneira de ser:

- Não coloco açúcar no café, muito menos nos iogurtes

- Ando sempre com um corta-unhas no bolso

- Adoro apertar bochechas

- Gosto de ver as mulheres vestidas com calças e uma saia ou vestido por cima

- Quero ter uma porrada de filhos, se ainda for a tempo

 

Quero, porém, alertar que sou uma pessoa a quem a fama sobe rapidamente à cabeça e se torna arrogante.

Quando ganhei o prémio para melhor aluno da quarta classe comecei a pedir à minha mãe para me ralar a sopa e a cobrar-lhe dinheiro para ela sair à rua acompanhada comigo.

Obviamente que as receitas foram poucas, e até hoje nunca mais comi sopa ralada.

Mas agora que o meu blog deu um programa de rádio vou cobrar-vos para que possam ler os posts.

Em cerca de um ano tive 20 mil visitas, o que a um euro cada visita daria 20 mil euros…

 

Os cromos de jogadores de futebol que eu poderia comprar com esse valor…

 

sinto-me: Um dos mais felizes na Terra

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

"Tudo beim" comigo

Um dia chego a casa e deparo-me com o seguinte aviso na janela da cozinha, mesmo por cima do lava-loiça.

 

 

O papel mais pequeno, em baixo, foi a minha resposta.

Naquele momento não tinha mais nada para dizer.

Só podia responder na mesma “moeda”.

Literalmente da mesma forma.

E quando digo forma, refiro-me também ao ditongo “em” com um “i” pelo meio.

 

Mas, o que mais me irritou naquele aviso foi a parte do “Não quero e não gosto”.

Nunca ninguém me tinha dito isso.

Já me tinham dito “não gosto e não quero”.

Mas nunca naquela ordem.

Por isso, fiquei mesmo sem saber o que dizer.

E só quando olhei pela segunda vez para o papel e me apercebi que tinha sido a Magda a escrever, entrei em pânico.

Juro que, apesar de saber que só moramos nós os dois cá em casa, pensava que tinha sido outra pessoa a escrever aquilo.

E para que ela não pensasse que me poderia dar um ataque do coração ao descobrir que tinha sido ela e não ficasse preocupada comigo, disse-lhe que estava “Tudo beim” comigo.

Só me esqueci da palavra “comigo”.

E de colocar o meu nome.

Será que ela soube quem escreveu a resposta?

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 20:59

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Vírus perigoso cá por casa

Julgo que a Magda foi atacada por alguma espécie de vírus que provoca alguns sintomas complicados quando se vive em comunidade.

O primeiro desses sintomas de que me apercebi é a cleptomania.

Há algumas semanas atrás apercebi-me que o meu amaciador de roupa estava a desaparecer mais rapidamente que uma lavagem por semana, a utilização que lhe dou.

Não foi pelo valor (custou menos de uma libra) mas pela curiosidade que lhe coloquei uma marca com uma caneta permanente.

Um pequeno traço imperceptível ao olho brasileiro (isto é uma piada).

Na semana seguinte o nível de amaciador estava mais baixo que a marca.

Lembro que na casa só vivo eu e a Magda.

 

O segundo sintoma do vírus de que a Magda terá sido atacada é a desculpabilização.

Na semana passada deparei-me com dois avisos iguais dentro do armário dos líquidos e detergentes.

Um estava colocado no detergente para a roupa e o outro no amaciador.

 

 

Eu nunca utilizei nada da Magda.

Juro!

Ok, à excepção de uma manteiga com sabor a alho, que ela tinha no frigorífico.

E acho que ela não descobriu o meu esquema para detectar roubos no meu amaciador.

Por isso, só pode ter sido o tal vírus a levá-la a colocar os avisos.

O vírus adicionado à sua tendência para decorar a casa com gravuras escritas num português mais que correcto.

Veja-se o exemplo daquilo que deveria ser um “é meu” transformado num “e meu”.

Recordo que ambos os avisos são compostos por seis palavras, uma das quais é o nome dela, no qual ela nunca daria um erro (e até já nem sei…)

Sendo assim, fica uma percentagem de 20 por cento de erro.

Ou seja, um erro em cada cinco palavras que ela escreve.

Tentem fazer melhor, miúdos de seis anos…

Gostaria ainda de voltar a chamar a atenção para um facto que já referi neste texto.

Na casa só vivo eu e ela.

Sendo assim, para quê assinar os avisos?

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 20:52

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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Arte contemporânea ou enigmas... eis a questão! - 3 de 5

AVISO: ESTE POST PODE CAUSAR DORES DE CABEÇA

 

A mim, pelo menos, causou...

Só uma semana depois de instalado cá em casa é que decifrei o próximo aviso.

Até lá, sempre que me cruzava com ele na cozinha fazia de conta que não o via.

Para não ter de o tentar decifrar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como ás vezes gosto de ser mauzinho, não o vou explicar.

Fico à espera das vossas sugestões...

 

Boa Sorte!

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 22:14

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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Arte contemporânea ou Enigmas... eis a questão! - 2 de 5

Devo um pedido de desculpas aos meus leitores por não ter produzido nada no blog, nos últimos dias.

Só peço desculpas porque temas não faltam.

Mas a internet não anda boa cá em casa, o que até já produziu um discussão... mas sobre ess assunto escrevo numa próxima.

 

Neste post voltamos aos avisos cá da casa. Ao segundo de cinco.

Se tinha dúvidas se estes avisos eram arte contemporânea ou enigmas, a resposta está neste: SÃO ENIGMAS.

 

Boa sorte a quem o decifrar...

 

Se este aviso não existisse, a gente saberia que depois de utilizar um electrodoméstico deve desligar a tomada.

Mas, depois de lermos este aviso ficamos com a dúvida sobre o que devemos fazer.

Depois de desligar o electrodoméstico devemos ligar a tomada???

Mas isso é o oposto do que era suposto fazer.

 

 

O melhor é mesmo não utilizar o electrodoméstico...

 

PS: reparem que electrodoméstico está escrito na forma brasileira, sem o "C" antes do "tro" .

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 14:26

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Sábado, 11 de Outubro de 2008

Arte contemporânea ou enigmas… eis a questão! - 1 de 5

Está a fazer duas semanas que me mudei para a actual casa, ou quarto, como quiserem.

Na prática é o sexto quarto onde durmo na Inglaterra.

Como cá estou há cerca de quatro meses, dá uma média superior a um quarto por mês.

Mas a casa onde estou agora é especial.

Não só a companhia: vivo agora com três brasileiras, quando antes vivi quase sempre com gajos.

Mas sobretudo a arte que há cá em casa.

É arte contemporânea, sem dúvida, que reúne a cor e a língua portuguesa numa combinação perfeita.

O primeiro de cinco exemplos é a imagem seguinte:

 

 

Este desenho artístico está colocado na janela, mesmo or cima do lava-louça.

Gostaria de chamar a atenção para o pormenor das palavras da esquerda estarem reforçadas.

Isto foi o resultado de um retoque efectuado pela mesma artista (Magda) poucos dias depois de ter chegado.

Não sei se fiz algo que não devia, ou se foi apenas para apreciar a sua arte…

 

Quem observar com mais atenção vai encontrar os dois pontos de exclamação depois de “na hora”.

Isto serve para reforçar que é mesmo na hora e não daqui a um bocado.

Para lava-louça Magda encontrou substituição na palavra pia.

Uma espécie de eufemismo relacionado com a expressão “faz e não pies”.

Ou seja, Magda até tentou nem ser muito bruta na sua arte.

A última chamada de atenção é para a expressão “pano do prato”.

Não fiques a pensar que o prato é o dono do pano.

Ambos são da Magda.

Mas ela assim faz arte…

 

TO BE CONTINUED…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 16:32

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