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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

A primeira segunda-feira de 2010

Ontem foi dia de limpezas lá em casa.

Bem, na verdade foi dia de limpezas só para mim.

O meu quarto já andava a pedir.

“Anda lá, limpa-me”, ouvia eu incessantemente.

Mesmo quando já estava a dormir.

Ou será que tem estado alguém no quarto comigo???

Não interessa.

Limpezas no quarto dão sempre que pensar.

É que esta coisa onde vivo tem as brutais medidas de… 12 m2.

Na verdade, desde que me mudei para aqui passei a usar sapatos tamanho 42 em vez de 43.

Pois não conseguia entrar no quarto calçado.

Mas tirando isso, este quarto é brutalmente grande.

Não comprido.

Mas Alto.

Quando estou deitado a olhar para cima começo a pensar nas prateleiras que poderia colocar para depois alugar.

Mas quando me lembro que a casa de banho do armazém da minha empresa é muito maior e não temos lá nada, esqueço a ideia.

Nas limpezas a parte que gosto mais é a do aspirador.

Talvez seja do barulho, talvez da potência.

No entanto, o aspirador lá de casa só pode ser usado durante 5 minutos, porque aquece muito.

Nos dias muito frios chego a usá-lo como aquecedor, já que é mais eficaz que o aquecimento central.

Mas hesito sempre em aspirar o meu tapete.

Como ele só custou uma libra, reflicto sempre se não valerá antes a pena comprar um novo em vez de o aspirar.

Como sou poupado, opto pela limpeza.

Depois foi altura de passar à casa de banho.

Coloquei a luva esquerda na mão direita e mãos à obra.

O facto da luva estar na mão errada é apenas outra forma de poupança.

Como só uso luva na mão direita, tenho de dar uso à da esquerda.

Já nos líquidos nada de poupanças.

Atiro líquidos para tudo o que é passível de ter impurezas.

Desinfecção total.

E já no final, adoro colocar o balde com a esfregona a interromper a entrada de colegas de casa na casa de banho que eu limpo.

Tenho sempre uma sensação de poder nessa altura…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

A riqueza da palavra PUTA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não fui eu o tuga autor da brincadeira.

Mas reconheço que a originalidade é de se lhe tirar o chapéu.

E sendo o aviso de um WC inglês, a private joke ainda fica melhor.

Tenho uma grande admiração pelo tom directo dos avisos ingleses.

Vão directos ao assunto, e neste caso avisam logo que os canos “já estão a ficar entupidos”.

A versão portuguesa deste aviso seria qualquer coisa como:

“Não atire o papel para a sanita que pode causar entupimentos”.

Em resposta, o verdadeiro tuga pensaria:

“Oh, pode mas de certeza que isso não vai acontecer comigo”.

E pumba, papel para dentro da sanita.

Os ingleses optam por uma versão mais ameaçadora:

“Os canos já estão a ficar entupidos”.

Deixando em entrelinhas que podem mesmo ficar com os bocados de papel que nós vamos atirar lá para dentro, correndo o risco de levarmos com a inundação nos pés.

E qual é a resposta de um tuga a este aviso:

“Reparar que a conjunção das quatro primeiras letras das quatro palavras mais à esquerda formam a palavra PUTA”.

Dito de outra forma:

“Cagou” para o que o aviso dizia.

E o mais provável é que o tuga que riscou o aviso deve ter mesmo atirado o papel para dentro da sanita.

Reparem que ele ou anda sempre com um marcador permanente azul no bolso, ou então foi buscar um a casa só para o serviço.

Volto a afirmar que não fui eu.

Embora também reconheça que sempre odiei deitar papel higiénico sujo para dentro de cestos.

E como não havia mais nenhum contentor por perto…

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Agora é o rolo de papel higiénico...

Uma das arrumações de casa de banho que sempre gostei de ter é a colocação do rolo de papel higiénico voltado para fora.

Passo a explicar: a ponta do papel higiénico deve vir desde a parede pela parte superior do rolo.

Se não entenderam, vejam a foto.

 

 

Esta é a forma como gosto de o ter.

É interessante contar que sempre que vou a qualquer casa de banho deixo sempre o papel colocado dessa forma.

Isto, à excepção das casas de banho públicas com aqueles sistemas que não me permitem o acesso ao rolo.

Até recentemente tive a sorte de viver com pessoas que tinham gostos iguais aos meus no que se refere à colocação do rolo de papel higiénico.

Ou então, estavam-se a marimbar quanto a isso e apenas queriam que ele estivesse lá.

Mas, recentemente, o meu bem-estar higiénico foi abalado.

Vivo uma instabilidade constante com mudanças quase diárias do rolo de papel higiénico.

A Magda gosta dele colocado da outra forma.

Já não sei o que fazer, para além de voltar a colocá-lo “à minha maneira”.

Uma das ideias que me surgiu foi colocar um aviso - igual aos dela – dizendo para me deixar ser feliz.

Seria qualquer coisa assim:

“Por favor, deixeim o rolo colocado desta forma. Minha felicidade depende diço. Peter”

 

Com esta mensagem estaria a dar continuidade à média de um erro por cada cinco palavras.

E com o meu nome a assinar, a Magda saberia que não foi ela própria a escrever o aviso.

Nunca se sabe…

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:08

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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

Arte contemporânea ou enigmas... eis a questão! - 5 de 5

PEDIDO: Para que a imagem seja melhor saboreada aconselha-se a leitura faseada dos parágrafos nela contidos, depois da leitura do texto que se segue.

 

A próxima gravura pode ser apelidada de tudo menos de rupestre.

Eu apelidar-lha-ia de bíblica, mas a comparação peca por modesta.

Pegue-se no número de palavras que Deus usou nos 10 Mandamentos e nas que Magda usou nesta gravura…

Na prática, Deus usou menos palavras para estabelecer as regras do mundo que Madga usou para estabelecer as regras da casa de banho.

 

Mas vamos lá analisar o conteúdo da mensagem, que é para isso que aqui estamos.

pode ler-se o primeiro parágrafo:

 

O primeiro mandamento do “banheiro” faz uma vez mais referência ao cabelo.

Começo a achar que a Magda tem algum preconceito em relação a esse “acessório” do corpo.

Isto apesar de ter cabelos longuíssimos na cabeça, pelo menos…

Claro que o que chama mais a atenção no primeiro mandamento é a palavra “neim”.

A minha curiosidade por esta palavra levou-me a pesquisá-la no Google:

367 mil resultados

Neim é o nome de uma banda de música… portuguesa.

É também a sigla para o Núcleo de Estudos Interdiciplinares sobre a Mulher.

Mas nada de ter encontrado enganos para a palavra “nem”.

Por isso, duvido que a Magda se tenha enganado.

Prova disso é o acento na palavra “àgua”.

 

Quanto ao segundo mandamento do banheiro, só tenho a dizer que é peculiar.

Pode ser lido.

Quando o li surgiu-me uma questão filosófico que para a qual se não encontrar a resposta temo jamais voltar a ser feliz:

- Como é que alguém “respinga” o espelho com “creme dental”, vulgarmente chamado de pasta dos dentes???

Escovará com a boca aberta para ver se os dentes estão a ficar limpos??

Falará enquanto escova??

Juro que não sei como isso é possível. Se fosse gel, saberia, agora “creme dental”??

 

O que qualquer português acha mais engraçado ao ler todas estas gravuras de Magda é certamente o uso do brasileiro corrente em substituição de palavras bem conhecidas do português de Portugal.

Mas tal substituição atinge tão grande equivoco no terceiro mandamento.

Para que compreendam isso, explico de antemão que por cima do autoclismo está colocado um vaso com uma planta.

Pronto, agora podem ler o mandamento.

Já sabem o que imaginei mal li este texto: coitada da planta… cheia de mer_ _.

Depois questiono-me sobre o que será o “absorvente”.

Aceito sugestões, mas para mim talvez sejam os pensos higiénicos.

Lindo, lindo é a enumeração de coisas que se pode deitar no cestinho.

Como se ela não tivesse sido já bem clara…

 

O último parágrafo pode ser lido.

No quarto mandamento, (mais uma vez a ideia do vaso com a planta vem à ideia, apesar de não me lembrar de uma forma como possa ser utilizado) as forças da natureza são realçadas, quase como um posfácio dos mandamentos.

A expressão “Para entrar ventilação” é utilizada em toda a internet por apenas sete páginas.

O que mostra que Magda é vanguardista.

Poderia ter colocado “entrar ar” ou até “sair o cheirete” mas preferiu “entrar ventilação” como se estivesse para chegar ao banheiro alguém como um aparelho de ar condicionado nas mãos…

Bem, pelo menos foi o que pensei.

Agora, sempre que vou ao “banheiro”, antes de fechar a porta olho para trás.

Não venha ela atrás para entrar com o “sugar” na mão…

 

 

PS.: Sim, o sugar é o extractor de fumo. Uma forma de ventilação, não??

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 09:05

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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Arte contemporânea ou enigmas... eis a questão! - 4 de 5

 

Antes de mais convém esclarecer que esta gravura não foi escrita em minha homenagem.

Quando cheguei à casa já constava na casa de banho.

E como no meu quarto morava um rapaz, presumo que tenha sido para ela.

Infelizmente, esta gravura também já não existe.

Há dias atrás encontrei-a colocada no meio do vidro do armário colocado mesmo por cima do lavatório.

Presumo, mais uma vez, que a intenção fosse que eu o lesse bem...

Talvez tenha feito algo que desagradou à Magda.

Mas juro que se fiz não foi de propósito.

No entanto, essa mesma localização fez com que o vapor dos banhos o "descolorasse".

E Magda lá entendeu retirá-lo, depois de ter ficado parecido com as gravuras de Foz Côa.

 

Do que gosto mais na gravura é da expressão "pra mim limpar".

Para além da forma reduzida da palavra "para" (reparem que isto não é escrita de messenger) o uso do "mim" em vez do "eu" revela inovação.

Recordem que há outras gravuras espalhadas pela casa.

E também com erros.

Assim, o coitado do meu antecessor não poderia duvidar de quem pintou a gravura.

 

Depois, reparem na subtileza dos exageros de Magda.

O "cheio" sublinhado para dar maior enfâse, como se de facto o banheiro estivesse cheio de cabelo que ela não pudesse entrar nele.

Depois, os lugares por onde há cabelos: chão, tapete e pia.

Acho que neste caso ela foi amiga do rapaz, porque na casa de banho há também um armário e até um vaso, de que falarei na próxima gravura.

De certeza que da maneira que ele deveria ser, até o vazo ficava cheio de cabelos...

Bem, já estou a imaginar que aqui deve ter morado o Tony Ramos.

Só pode... com tantos cabelos...

É que ela ainda por cima diz  "está ficando" e não "fica".

O que pressupõe que se ia acumulando...

 

Ela só pode dar graças pelo rapazinho limpinho que tem agora...

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 23:17

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Sábado, 4 de Outubro de 2008

A máfia da casa de banho

Que há tráfico de órgãos humanos já eu sabia.

De pessoas, então é de conhecimento comum.

Drogas já nem se fala.

Agora tráfico de vez para ir à casa de banho!

Uma máfia na minha própria casa!

Vai haver problemas.

 

Hoje, sábado, tinha uma entrevista de emprego marcada para uma casa de sandes.

Acordei já não muito cedo [consegui não dizer que acordei tarde] e quando ia para dar um duche, a casa de banho estava ocupada por uma das três brasileiras com quem vivo.

Mas a maior admiração foi que passados alguns minutos ouvi as portas da casa de banho e de um quarto a fechar.

Pensei: Já deve estar livre.

Qual quê!? Tinha entrado a segunda.

Mais alguns minutos e, comigo já mais atento, ouço uma delas a chamar baixinho pela terceira: 

“Podgi virr, já istou saindo!”

O quê? As brasucas formaram uma máfia para me passar a perna!

Conclusão: cheguei atrasado à entrevista.

Claro que a culpa não foi delas.

Eu é que devia ter acordado um bocado mais cedo.

Mas que vou ficar atento à máfia vou…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 23:58

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