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Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

110 minutos de sono profundo

 

Tudo começou com Bright Star.

E continuou com Were The Wild Things Are.

E até um filme indiano houve pelo meio.

Descobri que se andasse com sono não deveria evitar ir ao cinema.

Pelo contrário.

Era lá que eu deveria recuperar minutos de sonhos fantásticos.

E tudo porque eu tenho um cartão que me custa 16,5 libras por mês (19 euros) e me permite ir ver os filmes que me apetecer de borla.

Como a cadeia de cinemas a que pertence o cartão tem inúmeras salas espalhadas pela cidade.

Dei comigo a escolher qual a melhor não para assistir ao filme, mas para dormir.

Por isso, se estão com intenções de vir a Londres para ver um filme, não falem comigo.

Se por outro lado, estão a pensar em visitar a capital desta ilha para xonar 110 minutos podem pedir-me conselhos sobre qual a melhor sala.

- Vais para casa Peter?

- Não, vou ali a Leicester Square ao cinema que tem em cartaz o filme 2012.

- Ouvi dizer que esse filme é muito bom.

- Pois é. Já o fui ver umas três vezes. Mas ainda não consegui. E espero não ser hoje. Ando sonolento.

 

Um cartão como este poderia ser um sucesso em Portugal.

E seria uma alavanca para indústria cinematográfica portuguesa.

Com uma percentagem de filmes para dormir acima da média.

(este comentário era desnecessário para alguém que aspira um dia fazer parte desta indústria…)

 

NB: 110 minutos é a duração média de um filme. Ou faz de conta.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Domingo, 13 de Julho de 2008

A minha relação com o sol

 

Hoje à tarde voltou o sol. A primeira coisa que lhe disse quando o vi foi boa tarde. A boa educação nunca fez mal a ninguém, e como ele aparece poucas vezes pode ser que fique bem visto e que ele me faça o favor de vir mais vezes.

Aproveitei, vesti t-shirt e calções (peças de roupa utilizadas pela primeira vez), e sai à rua em direcção a um parque localizado a poucos metros de casa.

No caminho o sol foi-me dizendo que estava por aí por pouco tempo, e que talvez não tivesse sido muito boa ideia ter saído de casa com calções e t-shirt.

Pedi-lhe para ter um pouco de consideração por mim, que sou português e estou habituado a ter sol em Julho.

Respondeu-me que na Inglaterra reinam os ingleses e os polacos, e que esses estavam habituados a frio e chuva.

Mandei o sol às favas e apressei o passo para aproveitar os poucos minutos que me restavam até chegarem as minhas bem conhecidas amigas nuvens.

Sentei-me na relva, abri a revista sobre cinema que comprei por 3,9 libras (chulice ao contrários dos jornais que são quase oferecidos) e desatei a ler rapidamente um artigo sobre o novo filme da Pixar: Wall-E.

Cerca de meia hora depois o sol foi-se embora com um sorrisinho na boca, quase que a dizer: Fu...i-te

Peguei na revista e fui embora.

Nunca mais me meto com sol.


publicado por Peter WouldDo às 18:11

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