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3 comentários

Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Olá

 

 

- Olá

- Não é Olá cá, é Walls.

- Walls?

- Sim.

- Então em vez de Olá diz-se “paredes”.

- Que queres que faça… os ingleses gostam de ser diferentes.

- Imagina que se chamava assim em Portugal…

- Ia dar para rir, não ia.

- Claro. Já tou a ver um puto: “Óh mãe dá-me um gelado da “Paredes””.

- Eh, Eh! Mas queres saber mais?

- Já que tas numa de desvendar, conta lá.

- Na França é Miko.

- Miko? Da Câmara Pereira?

- Eh, eh, boa piada.

- Que raio de marca… parece mais é nome de macaco e não de gelados.

- Essa está boa também.

- E sabes na Espanha como se chama a Olá?

- Frigo!

- rífico?

- Eh, Eh!

- De facto Portugal safou-se bem de levar com nomes muito esquisitos em vez de um simples Olá.

- Mas espera lá que ainda há mais esquisitos.

- Onde?

- Na Austrália é Streets.

- Ruas? Que nabos. Conta mais.

- Vamos fazer antes assim, eu digo como se chama e tu tentas adivinhar o país.

- Ok, vou tentar.

- Algida?

- Isso parece-me grego.

- Não, e na República Checa.

- Xiii, nem sabia que esses comiam gelado. Lá não é quase sempre frio?

- É.

- Comem os gelados no Inverso… Mas continua.

- Algida?

- Outra vez?

- Sim, é repetido.

- Não faço a mínima ideia. Isso parece-me italiano.

- Certo.

- Cá ganda máquina eu sou. Manda mais um.

- Kibon?

- Huuum, isso é o que se diz depois de se mamar um Magnum…

- Exacto, e não chegas lá?

- Não faço ideia. Deve ser praí na Bélgica.

- Cromo, estava-se mesmo a ver: é no Brasil.

- Xiii, pois é. Lá deve-se comer paletes de gelados com o calor que é. E tas a ver, tem lógica lá o nome.

- Pois tem. E agora, porque sei que gostas de apostas, se acertares o próximo pago-te um Corneto, se falhares pagas-me tu um.

- Deve ser difícil, não sei se quero apostar.

- Dou-te uma pista, já falamos nesse país nesta conversa.

- Huuuum, ok. Aceito.

- Onde é que a Olá se chama Ola?

- Deves tar a gozar comigo?

- Não querias que fizesse uma pergunta difícil pois não?

- Não, mas assim tão fácil…

- Então diz lá.

- É em Portugal, onde é que havia de ser?

- Errado, é na Bélgica.

- Xiiii.

- Anda lá pagar um Corneto da Olá.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Tou a recordar comidas de criança

 

Na Inglaterra não há Bollycaos.

Uma pessoa quer empanturrar-se com dois ou três bollycaos e é obrigada a comprar pães de cachorro e meter lá dentro Nutella.

Xiça, que estes ingleses são mesmo uns desmancha-prazeres.

Acreditem que da próxima vez que for a Portugal vou comer uns três Bollycaos para matar saudades.

É que cá nem aquelas imitações ou variantes, tipo Chipicao, Bimbocau ou Manházitos…

As crianças inglesas, apesar de em média serem mais gordas que as portuguesas, nunca foram submetidas a um lanche à base de Bollycaos e Caprisones.

Lembro-me daquelas tardes como se fosse hoje…

Claro que se hoje tenho as bochechas gorditas é aos Bollycaos que comi que devo essa característica.

Cá, de certeza, que há uns anos atrás se puseram com discursos moralistas de que os Bollycaos não eram nutricionais e baniram-nos dos recreios das escolhas.

Deve ter sido por volta do lançamento dos cromos TOU, no interior desses magníficos bolos.

Não sei se alguém se lembra, mas aqueles cromos eram fenomenais.

De tal forma que eu tinha amigos que nem chegavam a comer os Bollycaos pois só queriam era mesmo os cromos.

E eu ali ao lado não ia ficar a ver a desperdiçar aquela preciosidade.

Mais uns gramitas directamente para as bochechinhas.

Admito, porém, que também fui um grande coleccionador desses cromos.

Acho que ainda tenho algumas dezenas guardadas numa caixa de Ferrero Rocher num armário da minha garagem.

Quando for a Portugal tiro uma foto para provar a minha fidelidade.

E houve uma altura, quando saiam esses cromos, que pelo meio estavam prémios.

Entre os quais t-shirts.

Eu fui um dos felizes contemplados.

Já não tenho essa t-shirt, mas ela deu lugar a uma das alcunhas que eu já tive: Bollycao.

Dada por uma amigo do secundário, durante um jogo de futebol onde eu orgulhosamente vestia a famosa t-shirt.

Ele já nem se deve lembrar disso, mas marcou-me para o resto da vida.

Não tenho dúvidas em dizer que, assim como os travesseiros, o Caprisone, os Sugos ou as chicletes Gorila, o Bollycao marcou a minha vida para sempre.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

As palavras "indianos" e "comer" não resultam na mesma frase

Os indianos estão a dar-me cabo da cabeça.

Só porque há dias disse que a comida estava muito picante, agora gozam-me constantemente.

Eles, que estão habituados a comer tudo super picante.

Vou ter que arranjar maneira de os calar.

Ando a pensar em oferecer-lhes um bom bife de vaca, para depois me rir com a reacção deles.

Eu sei que ao fazer isso estarei a ser mauzinho, mas eles não param de me gozar.

O que me obriga a medidas mais avançadas de retaliação.

Outra coisa que não me deixa comer descansado quando eles estão ao pé de mim são os talheres que usam.

Ou melhor, a ausência deles.

Na verdade, os indianos (ou pelo menos os do meu departamento) trazem de casa uma espécie de pão (mais parecido com crepes devido à fina espessura) com o qual vão pegando na comida do prato.

Fazem uma espécie de pega que leva a comida à boca.

Nas primeiras vezes fiquei atento para ver se não sujavam os dedos.

E o Lourenço (Goês) no início ainda foi conseguindo.

O prato era uma espécie de caldeirada.

O problema dele foi quando acabaram as batatas e os outros legumes e ficou quase só molho.

Aí ele sujava os dedos, os quais lambia posteriormente.

 

Como podem ler, comer ao pé deles torna-se… desgastante!

Gostaram desta palavra?

Ética, não? 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 23:18

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