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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Dublin com vista sobre Lisboa

 

 

Os mais desatentos poderão dizer que os irlandeses têm algo contra a capital portuguesa.

Os mais informados lembrar-se-ão que existe um tratado com o mesmo nome e que em Outubro os irlandeses foram chamados a referendo para votar contra ou a favor esse tratado. 

Mas que a adaptação está original, lá isso está.

Ah, e já agora, o que é DISGUSTING é a LITTER, o lixo.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Vinde brasileiros

Para quem ainda tenha dúvidas sobre o quanto os portugueses podem beneficiar com o desenvolvimento do Brasil, aqui fica o meu testemunho.

Museu dos escritores irlandeses, em Dublin.
Visita com apoio a áudio em seis línguas.
Não consta o português.
Visita Guiada às principais atracções de Dublin: nove línguas, entre as quais o russo, o polaco e o italiano.
Não há português
Visita à fábrica da cerveja Guinness. Mapa e livro de apoio. Diversas línguas, sem o português.
Podia continuar por aqui fora apenas com exemplos de Dublin.
Mas mesmo em locais turísticos mais massificados, como Londres, se nota a ausência do português como língua de apoio.
 
Agora imaginem um Brasil mais desenvolvido e com uma maior percentagem daqueles 191 milhões de habitantes a visitar essa imensidão de lugares pelo mundo fora.
E isto sem contar com os outros habitante lusófonos do mundo que já o fazem.
Eles não teriam escolha senão colocar o português entre as línguas de apoio.
É bom lembrar que no mundo há mais falantes do português do que o:
Italiano
Russo
Alemão
Polaco
Japonês
Ou até o francês.
 
PS: amanhã há foto

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

O voo para lá

De facto tenho andado longe das lides bloguistas.
Mea culpa, e promessa de tentar mudar isso.
Sei que tenho de fazer coisas novas para que me aconteçam coisas invulgares, para ter coisas engraçadas para contar.
As coisas que dizemos para nos desculparmos...
 
 
E coisas novas foi o que fiz no passado fim de semana.
Fui a Dublin, passar três dias.
E a emoção surgiu logo no voo de ida.
Estava eu confortavelmente sentado no lugar junto ao corredor, com o lugar da janela ocupado por um senhor, e o do meio livre quando vem uma inglesa.
Esta estória não teria nada de invulgar não fosse ela não ter lugar nas bagageiras para colocar a mochila.
Teve de a colocar debaixo do lugar da frente.
Mas ela também trazia um sobretudo que fez questão de também colocar junto aos pés.
Quem já viajou na Ryanair sabe como o espaço entre assentos é reduzido.
Porém, o episódio de contorcionismo não acaba aqui.
Ela também carregava um molho de revistas e um jornal, que pretenderia ler durante a viagem de pouco mais de uma hora.
O mais interessante da leitura é que o jornal era o The Guardian, de formato broadsheet.
Ou seja, do tamanho do português Expresso.
Já lá iam 20 minutos de voo quando ela resolveu passar para a leitura do jornal.
Desdobrou o jornal e depois de uma vista de olhos à primeira página abriu o jornal para mirar as 2 e 3.
A mão direita dela veio até perto da minha cara.
A esquerda ficou a centímetros do homem junto à janela.
Ao aperceber-se de que tinha violado o nosso “espaço aéreo”, voltou atrás.
Reflectiu.
E voltou ao ataque.
Abriu o jornal nas páginas 2 e 3, e dobrou-o.
Foi lendo as notícias nessas páginas, que acabaram cerca de 10 minutos depois.
Nova desdobradela e violação do espaço aéreo, e siga para a páginas 4 e 5.
Esta estória seria curta se o The Guardian não tivesse para cima de 60 páginas e mais três cadernos.
Já estava eu farto de ver uma mão a segurar um jornal à minha frente quando reparo numa entrevista ao meu ídolo no mundo do guionismo.
Não me segurei e quando ela acabou de ler o jornal tive de lhe pedir o mesmo emprestado.

E o espaço aéreo dela foi violado. 

 

 

PS: amanhã conto mais

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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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