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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

A notícia desagradável

Eram cerca das 00:10 do passado sábado quando o Fidel, o gato cá da casa, faleceu vítima de ataque cardíaco.

Desde então que o ambiente anda pesado.

A dona, a espanhola, anda cabisbaixo, como seria de esperar.

O Fidel era um pouco obeso.

Mas segundo dizem eles, já fui muito mais gordo do que era actualmente, e depois de algumas dietas.

Apesar das melhoras, as mudanças de temperatura dos últimos dias parecem tê-lo afectado.

Sobretudo o muito calor do início de Julho.

Não fazia prever a sua morte, mas na verdade ele andava diferente.

Andava sonolento e mais preguiçoso que o costume.

 

Desde a minha infância que não me apegava tanto a um animal de estimação.

E por isso também eu fiquei afectado pela sua morte.

Para além de que perco mais uma personagem para o meu blog.

As conversas fictícias que tive com ele alimentaram este espaço e ajudaram-me a desenvolver a minha escrita de diálogos.

 

Facto curioso é que eu devo ter tirado as últimas fotos dele com vida.

Apenas dois dias antes, estávamos os dois confortavelmente no sofá quando eu achei chegada a altura de vos mostrar uma foto do Fidel.

Peguei no telemóvel e fui tentando.

Quis o destino que essas fotos fossem os últimos registos visuais dele.

Aqui ficam duas delas.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Os ruidos do Fidel

 

É engraçado viver numa casa com um gato.
Cria-se uma relação especial com os ruídos. Se vivemos sozinhos e ouvimos um ruído ficamos assustados.
Mas se temos um gato em casa atribuímos-lhe a origem do ruído.
Por vezes estamos todos na sala a ver televisão e ouvimos um baralho esquisito vindo da cozinha.
Logo atribuímos a origem ao Fidel (o gato) e retomamos a atenção na televisão.
O problema é quando o gato é mesmo a origem do ruído.
Há dias o barulho foi fora do vulgar.
Parecia-se com uma cama a ranger com ritmo constante.
Ficamos todos apreensivos, em silêncio, a olhar uns para os outros.
Depois tiramos o som da televisão para ouvir melhor o barulho e tentar perceber de onde vinha.
Até que o barulho parou.
Sem certezas, voltamos a atribuir a origem do barulho ao Fidel, mas desta vez nenhum de nós o disse em voz alta, porque ninguém tinha certezas.
Retomamos a atenção na televisão.
Passados alguns minutos o Fidel entrou na sala e voltamos a voltar a nossa atenção para ele, em silêncio.
- Que foi? Já não se pode trazer uma gata cá a casa?
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publicado por Peter WouldDo às 09:34

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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Paris Hilton, o Fidel e o leite

 

Não sei o que se está a passar comigo.

Ontem estive a ver uma espécie de reality show em que a Paris Hilton escolhe a melhor amiga britânica.

Todas as semanas as candidatas têm provas, e depois ela escolha uma para ir embora.

Pelo meio das candidatas há um candidato.

Que penso não ser preciso dizer qual a orientação sexual.

O incrível é que gosto de ver aquilo.

Ok, admito que há lá duas delas que são muito giras e boas como o milho.

Mas mesmo assim isso não seria por si só suficiente para me fazer ver um reality show.

Decidi procurar bem lá no fundo a razão que me leva a ver, quase todas as semanas, aquele programa.

E acabei por descobrir que era a inveja de não poder ser considerado o melhor amigo britânico da Paris Hilton.

E foi aí que o meu amigo Fidel entrou na conversa.

- Mas tu não és britânico, por isso nunca poderias ganhar!

- Cala-te seu desmancha prazeres!

- Eh Eh, és mesmo totó.

 

Acho que foi a primeira vez que foi chamado de totó por um gato.

Já tinha sido chamado de totó por pessoas.

Agora um gato era a primeira vez.

Mas não foi isso que abalou a minha cada vez maior amizade com o Fidel.

Somos uma espécie de companheiros de jornada.

Ajudamo-nos mutuamente, brincamos os dois e ultrapassamos juntos as grandes questões da vida.

A última foi-me colocada ontem pelo Fidel, enquanto saciava a sede:

- Eu sei que o leite vem das vacas, mas de onde vem o leite em pó?

- Olha, boa pergunta…

- Será que vem de alguma planta?

- A mim só me ocorre uma hipótese..

- Qual?

- As camelas. Com tanto calor que faz lá no deserto, que o leite até deve ficar em pó.

- É uma hipótese. Por acaso nunca tinha pensado nisso.

 

Como podem ver, o nível das nossas conversas é muito alto.

E só por isso os restantes membros da casa não entram nelas.

O dia de ontem acabou em grande, e com mais uma pergunta do Fidel:

- Será que a Paris Hilton dará um dia leite?

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:05

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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Primeira desavença com o Fidel

Ontem foi dia de limpezas cá por casa.

Pelo menos para mim.

Nunca fui grande seguidor das limpezas sempre no mesmo dia da semana.

E assim, sempre posso fazer semanas com mais de sete dias…

Não sei se me faço entender.

A parte que me cabe é a casa de banho do primeiro andar.

Uma casa de banho dividida em duas.

Numa divisão a sanita, na outra a banheira e o lavatório.

(antes que perguntem, não há suporte para o rolo do papel higiénico, por isso não ando contrariado)

Luvas colocadas, pano e pistola com um líquido próprio e depois balde e esfregona.

Trabalho concluído deparo-me com um problema: a porta da divisão da sanita fecha-se sozinha o que dificulta a secagem.

Tinha de arranjar solução para o problema.

Olho à minha volta e… encontro a solução:

 

Não sei se é perceptível, mas a solução para segurar a porta foi o rato peluche do Fídel, que andava por perto.

Ou melhor, a cabeça do rato.

O problema foi quando o Fidel ia a passar pelo local e viu o melhor amigo de cabeça metida debaixo da porta.

- Que estás aí a fazer Raúl?

- Foi o Peter que me meteu aqui a cabeça a segurar na porta para que entrasse corrente de ar e o chão secasse mais depressa.

- O quê! Aquele gajo deve ter a mania das soluções simples… Nem pensou que te poderia estar a magoar?

- E não está, porque a minha cabeça é mole e feita de tecido.

- Não interessa. Ele tem que ter consideração pelas outras pessoas…

- Mas eu não sou uma pessoa!

- Eu sei que és um rato, mas ele pelo menos deveria ter-me pedido permissão para te colocar a segurar a porta. E podia sempre recorrer a um sapato. Olha, aquele que eu roí há dias.

 

Depois, zangado, Fidel veio falar comigo e antes de começar a miar nas alturas explicou-me a teoria da evolução de Darwin.

Toda a sua conversa era baseada na possibilidade dos descendentes do seu amigo rato Raúl um dia viram a ser humanos como os meus descendeste.

Perante essa possibilidade, Fidel garantiu-me que os descendentes do Raúl iriam dar porrada nos meus descendentes.

Obviamente não gostei da imagem que surgiu na minha cabeça e imediatamente pedi desculpa.

Se há coisas que eu não quero é chatices com gatos e descendentes de ratos.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Casa nova, estórias novas

 

Falei pouco sobre a casa nova, e já cá estou faz hoje duas semanas

Somos seis a viver nela. Quatro portugueses e dois espanhóis.

E o problema de se viver com portugueses (se bem que morava com uma brasileira) é que eles podem a qualquer momento descobrir a existência deste blog e lê-lo.

Sobretudo porque são bem maiores utilizadores de internet que a Magda.

Aliás, aproveito para dizer Olá aos três portugueses que vivem agora comigo, para o dia em que descobrirem este blog.

Mas, claro que as estórias engraçadas serão aqui contadas, e sem censura.

E até acho que já encontrei uma nova personagem para algumas das estórias:

O Fidel.

Pode dizer-se que ele é o elemento aglutinador da casa.

Para além no nome, nada tem de ditador.

À excepção de que não gosta que ninguém se sente na sua manta peluda, colocada sobre o sofá.

Este espanhol tem uma personalidade forte, e gosta de fazer valer as suas vontades.

Mas quando a S (a outra espanhola) não está em casa ele porta-se bem.

Quando ela está em casa, o Fidel fica mais arrogante.

Acho que é dos mimos que ela lhe dá.

Convém dizer que há mais que afecto entre eles.

Pode mesmo chamar-se amor ao que os une.

E pelo que conheci até hoje do Fidel, ele seria um bom substituto para a Magda, como personagem das minhas estórias.

Até porque têm comportamentos idênticos em certas situações.

Embora o Fidel não me deixe recados escritos, já me mostrou que não gosta que mexe na sua manta.

Só tenho pena que ele não consiga ler os posts do meu blog.

Não por ser espanhol, mas por não saber utilizar um computador.

Falarei em breve mais dele.

 

 

Ah, quase que me esquecia, o Fidel é um gato.

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 00:02

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