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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

A notícia desagradável

Eram cerca das 00:10 do passado sábado quando o Fidel, o gato cá da casa, faleceu vítima de ataque cardíaco.

Desde então que o ambiente anda pesado.

A dona, a espanhola, anda cabisbaixo, como seria de esperar.

O Fidel era um pouco obeso.

Mas segundo dizem eles, já fui muito mais gordo do que era actualmente, e depois de algumas dietas.

Apesar das melhoras, as mudanças de temperatura dos últimos dias parecem tê-lo afectado.

Sobretudo o muito calor do início de Julho.

Não fazia prever a sua morte, mas na verdade ele andava diferente.

Andava sonolento e mais preguiçoso que o costume.

 

Desde a minha infância que não me apegava tanto a um animal de estimação.

E por isso também eu fiquei afectado pela sua morte.

Para além de que perco mais uma personagem para o meu blog.

As conversas fictícias que tive com ele alimentaram este espaço e ajudaram-me a desenvolver a minha escrita de diálogos.

 

Facto curioso é que eu devo ter tirado as últimas fotos dele com vida.

Apenas dois dias antes, estávamos os dois confortavelmente no sofá quando eu achei chegada a altura de vos mostrar uma foto do Fidel.

Peguei no telemóvel e fui tentando.

Quis o destino que essas fotos fossem os últimos registos visuais dele.

Aqui ficam duas delas.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Casa nova, estórias novas

 

Falei pouco sobre a casa nova, e já cá estou faz hoje duas semanas

Somos seis a viver nela. Quatro portugueses e dois espanhóis.

E o problema de se viver com portugueses (se bem que morava com uma brasileira) é que eles podem a qualquer momento descobrir a existência deste blog e lê-lo.

Sobretudo porque são bem maiores utilizadores de internet que a Magda.

Aliás, aproveito para dizer Olá aos três portugueses que vivem agora comigo, para o dia em que descobrirem este blog.

Mas, claro que as estórias engraçadas serão aqui contadas, e sem censura.

E até acho que já encontrei uma nova personagem para algumas das estórias:

O Fidel.

Pode dizer-se que ele é o elemento aglutinador da casa.

Para além no nome, nada tem de ditador.

À excepção de que não gosta que ninguém se sente na sua manta peluda, colocada sobre o sofá.

Este espanhol tem uma personalidade forte, e gosta de fazer valer as suas vontades.

Mas quando a S (a outra espanhola) não está em casa ele porta-se bem.

Quando ela está em casa, o Fidel fica mais arrogante.

Acho que é dos mimos que ela lhe dá.

Convém dizer que há mais que afecto entre eles.

Pode mesmo chamar-se amor ao que os une.

E pelo que conheci até hoje do Fidel, ele seria um bom substituto para a Magda, como personagem das minhas estórias.

Até porque têm comportamentos idênticos em certas situações.

Embora o Fidel não me deixe recados escritos, já me mostrou que não gosta que mexe na sua manta.

Só tenho pena que ele não consiga ler os posts do meu blog.

Não por ser espanhol, mas por não saber utilizar um computador.

Falarei em breve mais dele.

 

 

Ah, quase que me esquecia, o Fidel é um gato.

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 00:02

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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Os gatos e eu

 

Há dias dei comigo a carregar o 20º saco de areia para os gatos mijarem.

Obviamente que a sensação não foi a melhor.

Senti-me como se estivesse abaixo dos felinos caseiros na importância para o mundo.

Isto porque eu estava a carregar o local onde eles iam mijar e cagar, e eles nunca tinham feito (nem vão fazer) nada do género por mim.

Andei o resto da noite (sim, trabalho das 22h às 06h) a imaginar um Tareco, confortavelmente deitado no sofá no colo da dona.

De repente espreguiça-se, levanta-se e vai mijar ao tabuleiro onde está a areia que eu, uns dias antes andei a carregar.

É uma cena desconfortável.

Sobretudo se a dona do gato tiver vestida uma camisa de dormir decotada e eu logo a seguir acordar do sonho…

Bem, voltando à importância dos gatos que considero estar acima da minha, tenho de fazer algo para alterar isso.

E o melhor será mesmo arranjar outro trabalho.

Se bem que o cargo de limpador de janelas que vi há dias anunciado também não é aconselhável.

Porque aí estaria abaixo da importância dos pássaros…

Tudo porque estaria a limpar um dos locais onde onde eles habitualmente fazem as necessidades…

sinto-me: abaixo dos gatos

publicado por Peter WouldDo às 20:11

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