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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

O prazer de viver numa rua sem saída

 

Às vezes, enquanto caminho da estação de metro para casa, lembro-me de como é bom morar numa rua sem saída.

A ausência de trânsito traz um silêncio maravilhoso à casa.

O pouco movimento de pessoas, o número reduzido de bêbados à noite, são algumas das vantagens.

Ao longe um esquilo salta de uma árvore e comprova o que escrevo no bloco enquanto caminho.

Um bloco de capa dura que custou uma libra.

Conforme me aproximo da casa posso ouvir o vento a fazer-se sentir nas árvores e nas ervas daninhas gigantes, que dificultam o caminho pedonal.

É bom viver num beco sem saída.

Gostava de poder viver sempre numa estrada sem saída.

Estou já muito perto de casa e quase convencido de que esta não podia ser mais perfeita até que começo a ouvir uma batida.

E aí vem-me à memória que no quarto por baixo do meu mora um metro e meio de gente, com um manjerico na parte de cima.

E ainda por cima um manjerico no qual se passarmos a mão não ficamos com um perfume agradável, mas com o cheiro a quitoso.

Aquele a quem aqui já chamei de “Marco Paulo em início de carreira”, mas que terá de ser rebaptizado de manjerico, por ser mais curto.

O tal que é aspirante a DJ, mas que desconfio que nunca o deixará de ser.

Alguém que fala a mesma língua que Camões, para sua infelicidade [de Camões].

E quando o próprio Camões – que segundo consta era uma pessoa super sociável - não vai à bola com uma pessoa, como poderei eu dar-me bem com ela?

Meto a chave na porta e apetece-me ir para trás, para junto das ervas daninhas.

Voltar a ouvir o vento a roçar nelas.

Mas não, teimo em diariamente entrar e sofrer com batidas até perto das 23 horas.

Agora que foi colocada essa hora como limite.

Depois do manjerico ter subido mais alto que o metro e meio, devido à ajuda das minhas mãos no seu pescoço.

 

 

PS: Repararam na minha subliminar alusão ao S. João?


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Fim-de-semana empolgante

 

E qual é a terceira coisa melhor do mundo depois do sexo e de uma noite a empanturrar de chocolate?

Uma tarde de domingo com barbecue ao sol quente (raríssimo) da Inglaterra.

E quem é o rei do barbecue cá da casa, quem é?

Certo: EU!

Pronto, já sabem como passei a minha tarde de domingo.

A tarde começou calmíssima, com o visionamento de cinco episódios da série The Twilight Zone a preto e branco (não sei se se lembram) e acabou com um jogo de bola no nosso quintal de 25 metros quadrados.

Pelo tamanho já dá para perceber a confusão que era.

Em jogo estava eu, o J, o Xochas e o Marco Paulo em Início de Carreira (MPIC).

A bola foi parar ao quintal dos vizinhos pelo menos meia dúzia de vezes, mas regressou sempre ao campo de jogo.

O frango, como já tinha dito, ficou óptimo e as salsichas portuguesas ficaram melhor que as salsichas polacas.

Já a tentativa de assar hambúrgueres saiu furada, porque eles colaram na grelha.

Não foi culpa minha, apenas da grelha, claro.

Porque o melhor “barbecuer” cá da casa não ia cometer esse erro.

 

A nível profissional, o teste de sexta na pastelaria correu muito bem, e vou ser contratado.

Como esta semana ainda tenho uns dias de trabalho como jardineiro/trolha noutra casa, começo apenas na quinta-feira.

O que faz com que hoje já não vá à entrevista da marca do M amarelo.

Fica para um futuro mais distante.

Ainda há uma ligeira hipótese de ir para o emprego de Notting Hill, mas apenas muita ligeira.

 

Ficam, por isso, as coisas mais estabilizadas, mas não deve ser por muito.

Porque apesar de este emprego ser permanente, o salário será o mais baixo desde que vim para a Inglaterra.

Só a primeira folha de pagamento servirá para tirar ilações.

Mas sempre é melhor que nada…

 

No sábado voltei a ter outro curso de guionismo.

E cuidado que este moço aqui está a começar a criar furor…

Mais novidades a este respeito em breve.

 

 

PS: Desculpem lá o ego tão grande que tenho neste post, mas faz bem de vez em quando…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Parti um frasco de Quitoso

 

 

Há dias, ia eu a entrar numa das casas de banho cá de casa e, sem querer, deitei a baixo um dos armários.

E, dos vários frascos, latas e embalagens que caíram só um frasco partiu.

Por azar, tinha de ser o frasco de Quitoso do “Marco Paulo em início de carreira” cá da casa!

Bem, na verdade não era Quitoso, mas sim a versão inglesa da coisa.

O acidente deixou-me preocupado.

Em primeiro lugar porque não sei as consequências que isso pode ter naquele ambiente muito próprio.

Deixar que uma das espécies se reproduza ilimitadamente pode fazer nascer um predador.

E nesse caso aquele habitat quase perfeito fica comprometido

Por outro lado temo que aquela imitação de “vazo de manjerico” possa afrouxar e perder o vigor que tem.

E a 24 de Junho o S. João já não teria tanta piada

Mas a própria sobrevivência da minha paixão pelos Simpsons pode também estar em risco.

Isto se o projecto de imitação da Marge Simpson fracassar…

Juro que não tenho dormido a pensar no assunto.

Mas também não sei se é por estar a pensar neste assunto ou se é do cheiro com que a casa ficou infestada com esse líquido…

É que o Quitoso (e a imitação inglesa também) cheira muito mal.

Eu de certeza que o devo ter utilizado em pequeno, nos tempos de escola primária.

Mas se fosse hoje preferia rapar a cabeça a ter de andar com aquele cheiro atrás de mim.

 

Voltando à actualidade, sinto-me em dívida com o meu colega de casa e por isso decidi…

… não, não vou comprar outro frasco.

Essa solução seria simples de mais.

Vou pedir a um amigo meu que é biólogo para de vez em quando passar cá por casa para tomar conta daquele “habitat” de pequenas espécies.

 

Para terminar, deixo-vos um exercício.

  1. Encontrar as diferenças entre estas quatro imagens
  2. Descobrir quem é o meu colega de casa


 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Privação de sono

Ando cheio de sono.

A quase recuperação no fim-de-semana já se esfumou e hoje ainda é quarta-feira.

Planeio todos os dias ir para a cama às 22h, mas acabo a ir perto da meia-noite.

No metro começo a fazer os sudokus, e adormeço sem que tenha colocado o segundo número.

No trabalho começo a esquecer-me das coisas.

Na pausa para café, em que estou a ler um livro, só avanço uma página por dia.

Adormeço sempre na segunda.

Quando acordo passa quase sempre da hora em que devia estar de volta ao posto.

Nos elevadores, e se vou com uma mulher, paro sempre a olhar fixamente para os decotes.

E quase sempre sou apanhado.

O que vale é que elas se apercebem que eu estou, na verdade, a dormir acordado.

Mal elas sabem que o faço a sonhar com os decotes delas.

Nas refeições sinto que a comida custa a passar da garganta para baixo, quase de certeza porque os restantes órgãos por onde a comida passa devem estar a dormir.

Quando tento dormir à tarde, sou interrompido pela música dance do Marco Paulo

É melhor explicar-me…

Marco Paulo é o nome que dou a um colega de casa português que aspira ser DJ.

Tudo devido ao cabelo igualzinho ao Marco em início de carreira.

Aqueles caracóis que já quiseram elevar a Património da Humanidade, mas a UNESCO recusou.

Alegou que custaria muito dinheiro na manutenção, devido ao custo elevado da laca.

O colega de casa soube disso e resolveu, como forma de protesto, fazer um monumento em homenagem ao penteado… na própria cabeça.

Mas como este tema é tão rico, um dia volto a ele.

 

Já nem sei o que fazer (em relação ao sono, e não ao penteado do Marco Paulo)

Como vou ter uma folga em breve, espero voltar à normalidade.

Que passa por:

  • Conseguir ir para a cama às 22h.
  • Acabar um sudoku em cada viagem de metro.
  • Ler cinco ou seis páginas do livro durante a pausa.
  • Olhar para os decotes sem ser apanhado.
  • Deixar de pensar no penteado do Marco Paulo em início de carreira.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:01

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