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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Mais amigos do que a minha própria empresa!

 

Talvez seja louco, mas eu gostaria de ganhar uma corrida contra a minha empresa.

Quase ninguém me conhece na minha cidade.

A minha empresa possui centenas de clientes em todo o mundo.

Por isso... é um bom começo.

Antes deles, criei um grupo no Facebook chamado matchesfashion.

Semanas depois, eles criaram matchesfashion.com.

Hoje, tenho 25 amigos.

Eles têm mais de 800.

Mas ainda assim acho que posso vencer e ser o primeiro a chegar à marca dos 1000 amigos.

E tu podes começar por me ajudar aderindo ao meu grupo "matchesfashion”.
O tal sem o ".com".

Depois, pede aos teus amigos para fazer o mesmo.

E pede-lhes para pedir aos amigos deles para fazer o mesmo que nós.

E talvez, talvez consigamos governar o mundo!!!!!

Ok, provavelmente não tanto, mas pelo menos ter mais amigos do que a minha companhia.

Por favor, ajuda-me!

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Solução original para um problema… original

A “minha” empresa deparou-se, há dias, com um problema.

Tínhamos algumas dezenas de sapatos sem par.

Stock acumulado durante alguns anos de sapatos perdidos ou defeituosos.

Um problema para o qual não havia solução, já que ninguém queria deitar os sapatos ao lixo.

Eram sapatos com preços de venda a superar, por vezes, os 500 euros.

Isto o par, claro.

Marcas como Lanvin, Prada, Brian Atwood ou Christian Louboutin.

Num pequeno brainstorming sobre a situação alguém corajosamente sugeriu oferecer os sapatos a uma instituição de caridade que apoiasse as vítimas de minas terrestres.

A pessoa responsável adorou a ideia, mesmo depois de quem fez a sugestão ter confessado que a sugestão era para ser uma piada.

A verdade é que a instituição de caridade será em breve contactada.

Porque a pessoa responsável está mesmo empenhada em fazer a oferta.

E eu estou curiosíssimo para saber como a instituição vai reagir.

É que é bom não esquecer que a maioria dos sapatos das marcas atrás referidas é de... saltos altos.

Já estou a imaginar as vítimas das minas terrestres a usarem sapatos de salto alto da Christian Louboutin.

Só se for para irem à gala dos prémios anuais da instituição.

Ou então à gala de oferta desses mesmo sapatos.

Há gente que não sabe o limite de uma piada...

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

A minha primeira semana de trabalho

 

Acho que nunca falei da minha primeira semana de trabalho na matchesfashion.com

Chegou o dia.

A minha primeira semana de trabalho foi traumatizante.

Dormia mal, e no metro não parava de cismar no assunto.

Tudo devido ao trabalho.

Ou melhor, porque todos os dias depois daquelas oito horas os chefes me diziam… obrigado.

Eu ia para casa a pensar naquela palavra.

Questionava-me se seria essa a forma de pagamento: um obrigado.

Se no final do mês não teria direito ao salário, porque eles já me tinham pago diariamente com um… obrigado.

Se teria coragem de no dia seguinte fazer sorna sabendo que iria receber um obrigado.

Não fazia sentido na minha cabeça que alguém, que nem patrão é, pudesse agradecer a um subordinado pelas oito horas de trabalho exercido.

Isso nunca poderia acontecer juntamente com um salário ao fim do mês.

Pelo menos a sociedade assim me tinha ensinado.

Na sexta-feira, já completamente sonolento e cansado, decidi abordar um colega de trabalho:

- Eles pagam-te ao fim do mês?

- Claro! Eu trabalho, não trabalho?

- Sim, mas eles também te agradecem diariamente.

- Ahhh, mas isso faz parte da boa educação, e é uma forma de agradecimento pelo bom desempenho.

 

Afinal, alguns dos ensinamentos que a sociedade - onde vivi a maior parte da minha vida - me passou estavam errados.

Os chefes também são capazes de um simples… obrigado.

E somos na mesma pagos ao final do mês.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

A minha vida a nu

 

 

Como surgem algumas perguntas, resolvi dar mais detalhes sobre a minha vida profissional e financeira em Londres.

Por outras palavras: como sobrevivo eu.

Assim podem ficar com uma ideia mais próxima de como se safa um tuga em Londres.

 

O meu actual emprego é como controlador de stock, na empresa Matches Fashion.

Uma empresa com 14 lojas espalhadas por Londres, e com venda na página da internet.

É nas vendas online que incide mais o meu trabalho, pela segunda vez depois de ter feito quase a mesma coisa no Harrods.

Tenho um salário mensal a rondar as mil libras líquidas.

É o maior salário que já tive na Inglaterra, tirando quando era condutor de empilhadores, em que cheguei a ganhar 325 libras por semana.

No entanto, trabalhava à noite, enquanto agora tenho um horário das 9 às 17.

Agora gastos.

E era um trabalho muito mais duro do que o actual, em que até tenho um computador só ara mim e onde posso escrever textos como este…

 

Por mês, para a renda e despesas como água, electricidade, impostos para a câmara municipal, gás e internet gasto cerca de 380 libras.

Para o passe de transportes são 130 libras por mes.

Cá em casa fazemos despesas de alimentação juntos, e para isso gasto uma média de 100 libras por mes.

Acabo por gastar mais com a alimentação, para o almoço e outras coisas que compro numa média que rondará as 50 libras.

Estas despesas somadas rondam as 660 libras.

Tenho vindo a fazer uma média de um curso por mês, durante um sábado inteiro, que me custa 85 libras (745).

Posso dizer que acabaria com um saldo positivo mensal de 255 libras, caso não comprasse roupa, DVDs, livros e outras coisas a que uma sociedade capitalista nos “obriga”.

Recordo que cá se quero fazer férias tenho de recorrer apenas s poupanças, já que não há subsídio de férias.

Nem de Natal, para as prendas…

 

De momento, por exemplo, estou consciencializado que até Setembro gastarei 1000 libras para me inscrever em três cursos, que vão durar até Março.

Ou seja, começo a ver a semana de férias de que tanto precisava mais distante.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Políticas de cotas: bahhhhhhh

 

Eu nunca concordei com as políticas de cotas.

Sejam elas de mulheres no parlamento.

De jogadores extra-comunitários nos clubes de futebol.

Até mesmo de deficientes na administração pública.

Ou, a mais irritante de todas, de homossexuais nas empresas ligadas à moda.

Deixo claro, desde já, que não tenho nada contra mulheres políticas, jogadores brasileiros (embora tenha contra jogadores vietnamitas), deficientes e, é claro, gays.

No Harrods, como já o tinha referido num post anterior, haverá uma das maiores concentrações mundiais de homossexuais, tirando as parades de cidades como San Francisco.

Mas na Matches, uma empresa bem mais pequena, a cota lá está representada.

Para ser sincero, até acho que os homossexuais têm mais jeito para a moda que eu e a maioria dos heteros.

Hmmmmmmmm.

Esperem lá…

Até hoje acho que estive a olhar para o assunto segundo a perspectiva errada.

Talvez a cota nas empresas ligadas à moda seja mesmo para heterossexuais e eu tenha sido abrangido por ela.

Duas vezes…

Sinto-me como parte de uma minoria.

Ostracizada…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

E vão seis

 

Hoje, é o meu segundo dia no sexto trabalho que tenho desde que cheguei a terras de Sua Majestade, há 11 meses atrás.

A carreira na pastelaria Paul durou pouco: oito dias de labuta.

Na semana passada fui chamado para uma entrevista.

Tinha concorrido a outra posição naquela empresa, mas apesar de não ficar com o lugar o meu CV foi passado a outro manager que gostou do que viu e chamou-me.

Entrevista feita e fui automaticamente contratado.

No sábado foi o meu primeiro dia de trabalho, embora ontem ainda tenha trabalhado na pastelaria, a pedido da manager, que fica com três lugares para preencher:

há interessados?

 

Mas vamos ao futuro: a empresa para onde vou trabalhar chama-se Matches Fashion.

Basicamente vou fazer o mesmo que fazia no Harrods, ou seja, trabalhar com as vendas através do website www.matchesfashion.com

Para além da Web, a empresa tem mais 15 lojas espalhadas por Londres e está em franco crescimento.

Pela primeira vez desde que estou cá sinto que o futuro me traz estabilidade.

Espero estar correcto.

 

Regressando ao passado: no Paul estava a trabalhar com uma carrada de brasileiras.

E mais uma vez deixo-as para trás.

Não sei porquê, mas a minha vida anda a passar ao lado das brasileiras.

Sempre que me aproximo mais perto de alguma sou logo obrigado a deixá-la.

Este é um mistério para desvendar em breve.

Se a chefe brasuca até passava bem despercebida, o mesmo não posso dizer de uma ou outra que lá trabalha.

Há que esperar melhores dias…

 

De volta ao futuro: pelo menos já tenho a certeza de não haver brasileiras na nova empresa.

Há uma jamaicana deveras interessante, mas é do sul africano que quero falar hoje.

Ele chama-se Wesley e também começou no sábado.

E diga-se desde já de passagem que o moço é um pouco arrogante.

Estavamos nós a falar dos nossos passados quando lhe disse que era licenciado ao que ele respondeu:

“Em Portugal também há universidades? Eh Eh. Estava a brincar.”

A brincar ou não, denotei nele algum sentido de superioridade.

Logo a seguir, e mais uma vez, ele tentou dar uma de superior e perguntou-me se eu sabia alguma coisa sobre a África do Sul.

Ao que eu respondi que deveria saber muito mais do que ele sabe sobre Portugal.

Logo de seguida perguntei-lhe qual era a capital de Portugal, ao que ele respondeu com… silêncio.

Para fechar a conversa disse-lhe que sabia o nome do presidente do país dele.

Ele ficou admirado, e disse-me para eu dizer.

Thabo Mbeky.

“Não”, disse ele.

 

Houve eleições a 24 de Abril e ganhou Jacob Zuma.

Se não andasse umas semanas desactualizado, tinha calado o homem por uns dias…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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