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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Neva em Londres

Pela segunda vez no mesmo ano está a nevar em Londres.

Segunda vez mas em Invernos diferentes...

Já que a última vez foi em Fevereiro, e parou quase os transportes todos.

Para hoje, sexta-feira, não deve chegar para repetir a "catástrofe", mas já deu para ver lindos cenários.

A caminho de casa, ontem à noite, já deu para captar algumas imagens engraçadas com o telemóvel..

 

 

 

Pelas notícias que recebo de Portugal, também neva em alguns locais, em especial Macedo de Cavaleiros e Bragança.

Agora que penso, só consigo imaginar o Natal com frio, chuva, neve e roupas quentes.

Gostaria de um dia experimentar um Natal com calor, sol, praia e calções de banho.

Será que nesses locais o Pai Natal também se veste de fato quente vermelho?

Ou anda de calções e chinelinho vermelho?

Quanto ao menino Jesus faz mais sentido estar deitado nu em palhas num local do hemisfério sul.

 

 


publicado por Peter WouldDo às 06:26

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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

A relação dos humanos com a natureza

 

Não sei qual a utilidade dos toldos ingleses.

Se os portugueses servem para as pessoas se abrigarem quando chove (e não para tapar o sol como muito pensam) os ingleses nenhuma das duas funções têm.

A primeira porque as pessoas não fogem da chuva.

A segunda porque cá quase nunca faz o sol de que é necessário proteger.

Mas hoje vou falar da primeira.

Acho que o canal National Geographic poderia muito bem fazer uma análise psicossociológica dos ingleses e sua reacção perante as forças da natureza.

Chove e eles nem apressam o passo.

Neva e eles nem a limpam do casaco ou… da cabeça, imaginem.

 

Este senhor entrou no metro e em vez de limpar a neve do casaco ou da cabeça, foi ver o telemóvel.

Segundos depois começou-lhe a correr uma torrente de água pela cara.

O nariz parecia uma fonte de água natural.

Dois minutos depois já eram visíveis peixes no chão da carruagem.

Tudo água com origem na neve da cabeça do senhor.

Desconfio que o senhor é da Greenpeace e não quer ajudar ao descongelamento dos glaciares.

Vai daí e descobriu que o seu contributo poderia começar na própria cabeça.

Já tinha ouvido falar destas pessoas que levam à letra a mania de ajudarem o ambiente.

Denominam-se eco-maníacos.

Sei de um que engarrafava os peidos para depois os introduzir numa garrafa de gás butano.

Ao mesmo tempo que evitava a produção de Co2, poupava uns trocos na conta do gás.

Sobre a senhora que ralava as unhas cortadas para fazer chá não falo, porque já devem conhecer essa estória.

Mas de certeza que não sabiam da existência de alguém capaz de fazer velas com a cera dos ouvidos.

E dizem que são mais duradouras.

Já pensei qual poderia ser o meu contributo, mas o chulé dos meus pés não é suficiente para encher uma bomba de gás lacrimogéneo.

Resta-me continuar a guardar os macacos que tiro do nariz.

Já dizia o poeta:

 

Macacos no nariz?

Guardo todos, um dia vou construir um castelo.

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:02

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Neve - sorte ou azar?

Não faz sentido, de facto, este blog chamar-se Loucura Londrina e não fazer qualquer alusão ao nevão caído durante domingo e segunda-feira.

Acreditem que foi uma verdadeira loucura londrina.

Que durou, durou, durou, quase toda a semana.

Bem o estilo britânico.

Por isso, aqui ficam três post sobre o assunto.

Para compensar a ausência dos últimos dias.

 

O que no domingo à tarde parecia pólen vindo das árvores, transformou-se à noite num espectáculo de se ver.

“Tão giro”, disse eu, acrescentando logo de seguida: “Estava a ver que não via neve, depois de ter nevado na minha rua em Portugal”.

Na manhã seguinte (segunda) acordo às cinco da manhã.

Uma hora depois abro a porta da rua e a primeira passada acaba cerca de 10 centímetros abaixo do nível da neve.

“Huuuuuuum, assim vou ficar com os pés molhados. Vou buscar um par de meia suplementar”.

Lembrei-me ainda de um conselho que já me tinham dado: colocar um saco plástico em cada pé.

Assim fiz e resultou na plenitude Tinha chegado à estação com os pés enxutos.

Poiucos minutos depois o maior azar do dia.

Chega um metro. (Mais tarde vim a saber que foi um dos poucos da manhã).

Porquê azar, pergutam.

Azar porque trabalhei das sete às 16, como um dia normal.

Mas quem ficou em casa (cerca de dois terços dos funcionários do Harrods) acabou por ser pago da mesma forma que eu.

Para compensar quem trabalhou, ficamos a saber que nos vão dar um dia de folga à escolha.

- “Huuuum, escolho a passada segunda-feira”.

- “Ah, esse dia não pode ser porque já passou!”, dizem-me.

- “Pois é. Xiça, se sabia tinha ficado a dormir. Para a próxima faço como os outros…”

 

E na verdade, não tenho dúvidas que com estas decisões, da próxima vez, uma grande parte do terço das pessoas que foram trabalhar não o fará.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 22:23

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O nevão de Londres e Portugal

Só nos aeroportos da cidade de Londres foram cancelados, na segunda-feira, 650 voos.

A uma média (por baixo) de 150 passageiros por voo, foram cerca de 100 mil as pessoas que ficaram em terra.

Durante todo o mês de Janeiro, o aeroporto do Porto teve um movimento a rondar os 300 mil passageiros.

Na mesma segunda-feira, ficaram em casa, sem irem trabalhar, 6,5 milhões de pessoas, na Inglaterra.

O equivalente à soma dos habitantes da área metropolitana de Lisboa e Porto, mais os concelhos de Coimbra, Braga, Setúbal, Guimarães, Bragança, Mirandela, Penacova e Sobral de Monte Agraço.

O prejuízo está estimado em 6 mil milhões de libras.

Qualquer coisa a rondar os 2% do PIB português.

Cerca de 99 por cento dos londrinos nunca viu um limpa-neve dentro da cidade.

Pudera, não há. (mentira, há alguns)

Ultrapassa os 99 a percentagem de habitantes da Serra da Estrela que se queixa de não poder ver a telenovela devido ao barulho ensurdecedor dos limpa-neve.

Os transportes de Londres tiveram de adaptar carruagens do Metro para limpa-neve dos carris.

O exército português usa algumas chaimites (tanques) como transporte de soldados desde 1966, mas tem feito várias adaptações, como mudar os motores.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 22:19

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Ai e tal... que nevou... e "prontos"

“Quantidade errada de neve, e fora do usual”, disse o mayor de Londres.

Um homem louro rechonchudinho.

“Mandamos tropas para o Iraque, mas quando neva na nossa capital pára tudo e não sabemos como reagir”, disse Kevin, um dos motoristas lá do tasco.

Que é magro e moreno.

Gordon Brown recebeu, na segunda-feira, na sua casa em Downing Street, o primeiro-ministro chinês e só tinha ao serviço um funcionário capaz de limpar a neve no passeio para ele passar.

Gordon Brown é moreno e rechonchudinho.

No domingo à noite, Paris Hilton foi vista vestida com uma blusa sem mangas e com os mamilos realçados.

Esta moça é loira e magra.

 

Como podem ver, não há qualquer lógica ou racionalidade entre a aparência de uma pessoa e as suas acções.

 

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 21:54

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