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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Novo curso e entrevistas de emprego

 

Ontem lá fui eu a mais um dos short courses na área de guionismo.

E como este vai durar 11 semanas (e os outros foram de um dia inteiro) nunca tinha participado numa apresentação.

Aquela parte em que os alunos dizem o nome ao professor.

Só que pelo menos a apresentação de ontem não teve nomes, mas soletrar de nome.

Na maioria dos casos as pessoas nem sequer disseram o nome por completo, mas optaram por soletrá-lo.

E acreditem que era mesmo necessário, porque havia gente de todo o lado do mundo e com nomes parecidos aos dos medicamentos.

Ainda antes dessa parte já a aula estava ao rubro.

Tudo porque mal entrou o professor colocou no ecrã a rodar uma filmagem de um aquário.

Muito parecido às protecções de ecrã dos computadores.

O som era o típico das bolhinhas a sair do aquário.

E assim ficamos por cerca de 15 minutos, enquanto fazíamos a apresentação e iniciávamos a aula.

Poucos minutos depois o professor perguntou-nos se aquilo era um documentário, e a discussão estendeu-se por mais 15 minutos, para espanto meu…

A primeira aula teria muito produtiva para mim, caso eu não tivesse perdido a minha concentração a partir do momento que entrou um dos alunos na sala.

Eu começo a achar que a minha vida necessita de personagens fantásticas.

E no novo curso lá está mais uma para me deliciar.

Ele/a (já dá para perceber…) é de raça negra.

Faz tudo para se assemelhar a uma mulher, mas nota-se perfeitamente pelas feições da cara que é um homem.

Mas todo ele/a parece saído de um filme do Almodôvar.

Foi difícil desviar o olhar dele e retomar a minha concentração no professor, e nos peixes.

 

O dia de ontem foi mesmo desgastante.

De manhã tive uma entrevista pelo telefone, que durou cerca de 20 minutos.

Uma coisa inédita na minha breve carreira profissional.

Foi-me perguntado de tudo naquilo que parecia um teste de formato norte-americano.

Já sei que fiquei de fora, e que por isso não vou vender produtos financeiros a brasileiros e portugueses.

 

À tarde o meu destino voltou a Notting Hill (não sei se se lembram do clube de ténis…).

Desta vez para stock controller de uma cadeia de lojas de roupa.

Para que a festa começasse logo positiva, atrasei-me cinco minutos para a entrevista.

Tirando isso, acho que o director espanhol até vai à bola comigo.

Na segunda-feira sei a resposta.

 

Hoje, e daqui a algumas horas, faço o tal teste na pastelaria.

Na segunda-feira tenho a entrevista na marca do M amarelo.

 

É fácil perceber que estou mesmo disposto a fazer qualquer trabalho.

O que procuro neste momento é mesmo estabilidade.

Apesar de começar a achar engraçado mudar de trabalho mais ou menos a cada três meses…

O meu curriculum começa a não fazer sentido.

Parece-se mais com uma salada mediterrânea do que com o percurso profissional de um ser humano.

 

 

PS: Já não me lembrava de escrever um post de manhã.

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 08:27

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Carnaval de Notting Hill

Olá pessoal, acabei de chegar do Carnaval de Notting Hill e estou muito estafado.

Para não dizer que estou cansado, esfalfado ou fatigado.

Porque isso poderia dar má imagem de mim.

Ou seja, vou ter de escrever apenas duas linhas.

E a continuação da história de ontem vai ter de ficar para amanhã.

 

Aquilo foi dançar até fartar.

Nunca pensei ver tanta farra numa zona tão chique como aquela.

Até velhotes vi com máscaras de estilo veneziano.

E brasileiras a sambar.

Por momentos pensei ter visto a Magda, mas lembrei-me que um dia ela me disse que

"faz frio em Londres, hein!"

Eram serpentinas por todo lado e o fogo de artifício também foi giro, apesar de se notar os cortes nas despesas devido à crise.

Ouvi alguém dizer que nos anos anteriores tem sido fantástico, com fogo de artifício chinês.

E que este ano tiveram de recorrer a uma empresa pirotécnica portuguesa que vende foguetes mais baratos, já que não cumprem as normas de segurança exigidas pela União Europeia.

A mesma pessoa disse que apesar dos foguetes portugueses serem feitos por crianças, estas não podem depois comprá-los nas lojas.

Não fosse estar acompanhado e juro que teria interrompido o senhor (inglês, claro) para lhe esclarecer que há quiosques que também vendem a crianças.

Mas como não o fiz, o senhor lá ficou a pensar que havia descriminação em Portugal.

Paciência.

 

Mas adorei a noite de ontem.

Que terminou com um óptimo chocolate quente com marshmelows por cima.

Huuuum, tão bom.

Foi esquisito porque foi um chocolate quente com um sabor parecido a chã...

Mas isso deve ter sido porque a malga na foi bem lavada, já que também conseguia ver café ressequido de outras utilizações.

Nada que pudesse estragar a noite.

 

Devo esclarecer que não ia mascarado.

Nem vou dizer a frase do costume: Ai eu já ando mascarado todos os dias.

Aliás, essa frase já mete dó...

Que falta de originalidade para quem a diz todos os anos.

Vou inventar uma para a substituir.

Quando alguém quiser complementar a frase de que não se mascarou diz:

PORQUE O CÃO DA MINHA VIZINHA MIJOU-ME O ÚNICO FATO DE MACACO QUE TINHA E O DE SEREIA AINDA ESTAVA A SECAR, PORQUE NO FIM DE SEMANA FUI PARA O MAR...

Não precisam de agradecer por esta ajuda.

Mas que queriam, depois de uma noite tão animada.

Uma vez mais peço desculpa mas não consigo escrever mais que estas duas linhas.

Volto amanhã.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:02

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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Notting Hill pode ser um problema

 

Hoje [segunda-feira] tinha uma entrevista marcada para o café de um clube de ténis, em plena zona de Notting Hill, uma das mais ricas de Londres.

Lá tive eu de me aperaltar.

Banhinho, roupa nova, perfuminho, gelinho no cabelo e um sorriso de orelha a orelha.

Foi uma entrevista rápida a rondar os 20 minutos, mas apaixonei-me três vezes, e uma delas pela gerente que me fez a entrevista.

Na quinta-feira, ao que tudo indica, farei algumas horas de experiência.

Mas acho que não vou conseguir superar esse calvário.

Se em 20 minutos me apaixonei três vezes, não sei o que poderá acontecer em três horas, por exemplo.

Só por isso.

Queria aproveitar a oportunidade para pedir ao “destino” para que não seja este o meu futuro trabalho em Londres.

O sofrimento seria imenso e não sei se estarei preparado.

Já agora, a gerente chama-se Gigi, é loira, tem olhos azuis e outras qualidades que não vou estar aqui a enumerar.

Mas mesmo as simples praticantes amadoras de ténis não se fazem rogar no que à beleza diz respeito.

Já de saída do clube deparei-me com quatro Porsches estacionados à entrada.

Bem, acho que sempre irei fazer a experiência.

Mas só porque há lá uma mesa de ping-pong e eu já não pratico há muito.

Ou há alguém que pense que há outros motivos??

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 17:54

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