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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Voos de avião na hora da morte

 

 

Segundo dados recentemente divulgados pelo Ministério do Céu, em todos os voos que já caíram, havia pelo menos uma pessoa a bordo e que tinha a sensação de que o voo ir correr mal.

Uma média que prova que há sempre alguém com razão.

O Relatório Anual das Crenças mostra ainda que 80 por cento dos católicos falecidos em quedas de aviões fizeram o sinal da cruz aquando do levantar voo.

E cerca de 50 por cento desses pretendiam fazer o mesmo ao aterrar, mas não puderam já que o avião se despenhou.

Em declarações ao Loucura Londrina, São Pedro admitiu que o número de fiéis a bordo de aviões tem vindo a diminuir ao longo dos anos, mas que os que voam continuam muito activos.

Entre os pedidos mais frequentes a Deus durante as viagens de avião está:

Que isto chegue são e salvo ao destino”.

Seguido de:

Só queria em notas o que se gasta em combustível para pôr isto no ar…

A surpresa surge no momento das quedas dos aviões com o “Ai mãezinha” a ser mais vezes dito do que o “Ai Meu Deus”.

“Apesar de estarem mais perto do céu, as pessoas continuam a sentir-se mais perto das mães do que de Deus, o que reconheço que merece mais atenção da parte do Ministério do Céu”, salienta São Pedro.

 

Entre as reacções dos fiéis à morte não parece haver nada fora do vulgar.

Quem é que apagou a luz?”, é de longe a frase mais dita, com quase 93,4 por cento.

A segunda frase mais dita é: “De quem é este braço?”.

E o “Tava a ver que nunca mais chegava a terra firme” é a terceira frase mais dita.

Já à chegada ao Céu, e já depois de uma pequena conversa com São Pedro, os fieis costumam dizer:

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, tanta nuvem!

Apesar de várias tentativas nossas, não foi possível obter dados relativos ao Ministério do Inferno.

Não sendo possivel, por isso, obter o número certo de fiéis que tiveram como destino aquela estância turística, depois de morrerem.

No entanto, segundo dados não oficiais, são cada vez mais os que acabam por ter férias eternas no inferno, devido às altas temperaturas que lá se fazem sentir.

O recente investimento em praias por parte do Ministério do Inferno também poderá ser um dos factores a pesar na altura da escolha.

Os pecados já não pesam assim tanto na divisão de fiéis na altura da morte.

 

Pelo menos assim espero, já que apesar de praias o Inferno não tem água.

E quem me tira a água, tira-me a vida…

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

O Meu Nome

Muitos de vocês já sabem, mas o meu nome verdadeiro é Pedro.

Eu ainda tentei disfarçar, traduzindo.

Mas algum comentadores não resistiram a revelar o segredo...

E Pedro é um nome que até gosto.

Apesar de me estarem constantemente a pedir bom tempo, e para acabar com a chuva.

Mas, para ser sincero, gosto ainda mais da forma como o meu nome é dito pelos ingleses.

Vou mais longe: acho que a forma como eles dizem o meu nome é o que mais gosto nos ingleses.

(qualquer dia faço um ranking das coisas que mais gosto nos ingleses)

 

Toda a gente sabe que a fonologia do meu nome em português é “pêdru”.

Dito por ingleses sai qualquer coisa como “pédjrou”.

O que cai bem nos meus ouvidos.

Estou até a pensar em ir mais longe e pedir a todos os meus amigos portugueses que me comecem a chamar assim.

Acho que não é pedir muito.

Até à minha família e à minha mãe estou a ponderar fazer esse pedido.

Sei que ela vai, muito provavelmente, chamar-me maluco.

E que depois vai alegar que o meu nome de baptismo é “pêdru” e não “pédjrou”.

E que eu sou português e não inglês.

E que vai terminar a conversa com um simples: OH, CALA-TE!

E eu vou esquecer a maluquice.

Mas mesmo assim vale a pena tentar.

Tenho quase a certeza que seria mais feliz se toda a gente me chamasse “pédjrou”.

 

Agora me lembro que em francês também não está mau… “pédrrrrrrô”

Em ucraniano é que não gosto.

Um dia conheci uma ucraniana, chamada Tânia, e quando ela ia para dizer o meu nome saiu uma coisa parecida com um espirro..

Fiquei sem saber se tinha pronunciado Pedro com sotaque ucraniano ou se estava constipada.

Vivo nesse dilema há sete anos.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 23:08

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