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Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Portugal mudado

Confesso que hoje ponderei seriamente não ir de férias a Portugal.

Eu sabia que o país estava mal, mas não sabia que tanto.

Chegou da tugalândia o João (português que vive cá em casa) e as notícias que ele trouxe não me podiam deixar mais preocupado.

Liguei imediatamente para alguns amigos e familiares para confirmar se o que ele dizia era verdade.

E tudo bateu certo.

Não fosse eu ter descoberto que ia a Portugal no fim-de-semana das eleições, e juro que não iria.

Depois lá ponderei os prós e os contras e lá decidi que tenho de ir.

No entanto, vou com algum receio do que me possa acontecer durante a semana que vou passar nesse país.

Não tenho palavras para a novidade que ele me trouxe.

O Toy tem novo álbum, com algumas versões, chamado “Recordações”?

Um dos temas é “Et si tu n´existais pas”

Já para não falar no tão aclamado “Nights in white satin”, afamado pelos The Moody Blues em 1967, quando o Toy ainda só tinha 4 anos mas já transpirava talento.

Segundo a wikipédia, ele começou a carreira aos 5.

E fez sucesso no bué-ré-ré e no 1-2-3.

Eu desconfio que as crianças engraçam com ele.

Talvez porque ele é da mesma estatura que elas.

Ou porque é gordinho.

Os putos ainda devem ser dos poucos que compram os álbuns dele.

- Oh mãe. Dá-me 10 euros…

- Já te disse que não. Aquelas gomas fazem mal aos dentes.

- Mas não é para gomas.

- Então para que é?

- É para comprar o último álbum do Toy.

- Mas o álbum do Toy também faz mal… só que ao cérebro.

- Buáááááááááá, logo este que tem aquela música dos The Moody Blues de 1967.

- João Nuno, não te quero a ver a fazer birras. Pega lá os 10 euros.

 

E lá está o Toy a facturar.

Eu vou mais longe e afirmo aqui perante milhões de pessoas que desconfio que a Pixar, apercebendo-se do sucesso do Toy junto das crianças decidiu nomear um dos seus primeiros filmes de “Toy Story”.

Em português, “A Estória do Toy”.

Embora no filme o Andy (o Toy renomeado) nunca chege a emigrar para a Alemanha nem se torne num “Nome incontornável da música ligeira portuguesa”.

 


 

PS: O álbum custa 14.95 euros, com 10% de desconto para cartão jovem…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Já falta pouco

 

Tenho andado mais animadito.

E em grande parte fica a dever-se às férias de uma semana que já marquei para Portugal.

Em Setembro vou à Tugalândia ver família, amigos e demais.

Para os amigos da ESEC que me lêem fica o pedido para que arranjem disponibilidade para um encontro em Coimbra no fim-de-semana de 26 e 27.

Seria óptimo rever o pessoal e aquela cidade, que deixou saudades.

Também quero apanhar sol na praia.

Desde 2007 que não vou à praia apanhar sol.

“A frase anterior é chocante, eu sei…”

Não fossem aquelas semanas a trabalhar à trolha/jardineiro/carpinteiro e estaria da mesma cor que os ingleses.

Deitar-me numa praia à noite a ouvir o mar é outra das coisas que quero fazer.

Já nem falo da lista de pratos que quero comer ou das vezes que me vou empanturrar de bolos… a menos de um euro cada.

Não sei porquê mas tenho saudades da minha bicicleta portuguesa.

A minha bicicleta à homem.

Não a lilás que tenho cá, com quadro à menina.

Não me posso esquecer do meu colchão super duro, em comparação com esta coisa que tenho debaixo de mim enquanto escrevo este post ou durmo durante a noite.

E as saudades de jogar às cartas a dinheiro?

Copas a 10 cêntimos a carta ou então ao rami a um euro a partida.

É só mesmo para passar o tempo.

Também tenho saudades de beber uma cerveja sentado numa das esplanadas da praça da Oliveira, em Guimarães.

Qui ça servida por um sobrinho.

Também quero ir ao Porto rever mais amigos.

Confesso que a lista das coisas que quero fazer já vai longa no bloco de notas.

A vida de emigrante é lixada…

Mas pelo menos serve para que dê-mos maior valor a pequenas coisas.

E nos apercebamos da importância de certas pessoas nas nossas vidas.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

DALILA, you made may day!

Ontem, em conversa com mais dois portugueses cá da casa, chegamos à conclusão que os três tivemos uma vizinha chamada Dalila.

Isto apesar de termos vivido em diferentes partes do país.

Para além de ser uma curiosidade super interessante, ajudou-nos a ter um resto de dia ainda mais feliz.

Até acho que dormi melhor só por saber que há mais gente no mundo com uma vizinha chamada Dalila.

E depois de saber que afinal não sou o único, gostaria de ir mais longe.

Pois começo a desconfiar que pelo menos todos os portugueses já tiveram uma vizinha chamada Dalila.

O que nos torna, num mundo idílico, numa espécie de família.

Termos uma vizinha chamada Maria, Ana ou Isabel seria mais uma banalidade.

Mas ter uma vizinha Dalila é diferente, invulgar, incomum, especial, extraordinário e outros adjectivos que realcem a diferença.

É como haver um português a saber falar macedónio.

Ou um inglês a saber o nome do presidente da Comissão Europeia.

E agora que desconfio que quase todos os portugueses têm ou já tiveram uma vizinha chamada Dalila, posso comparar o fenómeno a uma grande coincidência.

Uma coincidência comparável ao facto de se misturarmos azul com amarelo dar verde.

Ou uma coincidência ao nível de todos os políticos já terem metido a mão ao saco.

Algo de que tomamos conhecimento e nunca teríamos previsto.

 

Mas o melhor da festa, é que o nome Dalila ainda dá para brincar.

“Olá Dalila, onde é que está o Sanção?”

Queria mandar um grande beijo à minha ex-vizinha Dalila.

E, já agora, para todas as dalilas de Portugal, do brasil e do mundo.

Lembrem-se que vocês fazem a felicidade dos vossos vizinhos.

Se vocês não existissem, o dia deles não seria o mesmo.

 

No fundo, acho que todos de agradecer às pessoas que escolheram o nome das nossas vizinhas chamadas Dalila.

Não fossem eles, e hoje este post não faria qualquer sentido.

Um sincero obrigado por terem escolhido Dalila como o nome da minha vizinha.

 

Estive a pensar seriamente no nome que vou escolher para a minha filha, se um dia vier a ter uma.

E decidi, depois de muita reflexão, que será Diana.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

O nevão de Londres e Portugal

Só nos aeroportos da cidade de Londres foram cancelados, na segunda-feira, 650 voos.

A uma média (por baixo) de 150 passageiros por voo, foram cerca de 100 mil as pessoas que ficaram em terra.

Durante todo o mês de Janeiro, o aeroporto do Porto teve um movimento a rondar os 300 mil passageiros.

Na mesma segunda-feira, ficaram em casa, sem irem trabalhar, 6,5 milhões de pessoas, na Inglaterra.

O equivalente à soma dos habitantes da área metropolitana de Lisboa e Porto, mais os concelhos de Coimbra, Braga, Setúbal, Guimarães, Bragança, Mirandela, Penacova e Sobral de Monte Agraço.

O prejuízo está estimado em 6 mil milhões de libras.

Qualquer coisa a rondar os 2% do PIB português.

Cerca de 99 por cento dos londrinos nunca viu um limpa-neve dentro da cidade.

Pudera, não há. (mentira, há alguns)

Ultrapassa os 99 a percentagem de habitantes da Serra da Estrela que se queixa de não poder ver a telenovela devido ao barulho ensurdecedor dos limpa-neve.

Os transportes de Londres tiveram de adaptar carruagens do Metro para limpa-neve dos carris.

O exército português usa algumas chaimites (tanques) como transporte de soldados desde 1966, mas tem feito várias adaptações, como mudar os motores.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 22:19

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