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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

O sofrimento de comprar calças... Ou jeans. Tanto faz.

 

Estou no intervalo mais ingrato do peso de uma pessoa.

Naquela largura de cintura em que um buraco do cinto é demasiado apertado e o seguinte demasiado largo.

Num pareço que não consigo respirar e depois das refeições sou obrigado a ceder ao seguinte.

Mas esse, o seguinte e mais lago é onde a “fralda” fica de fora, e me lava a apanhar frio na cintura.

A lógica, pensam vocês, é usar um daqueles cintos sem buracos em que podemos apertar em qualquer local.

Mas também esses têm problemas logísticos.

Ou porque a alça seguinte onde ficará segura a ponta está demasiado longe e por consequência andamos com a ponta caída.

Ou porque até há alças próximas e o cinto quase dá duas voltas.

Sem referir que neste último caso pareço um betinho arranjado pela mãe antes de sair de casa.

 

Numa recente visita à Pull Bear dei comigo a não saber a medida de calças no tamanho europeu.

Só sei que gasto o tamanho 32 britânico.

Nem o facto de trabalhar numa empresa de moda e de saber algumas equivalências, como no calçado.

Tive de perguntar a uma funcionária.

Depois de saber que gastava tamanho 40 na Europa (prefiro a Inglaterra onde só gasto 32), descobri que no final dos saldos só os mais “abastados” (rica maneira de me referir aos gordos) têm por onde escolher.

Reconheço que isso não é, no entanto, desculpa para ter experimentado seis pares de calças e não ter comprado nenhum.

Na verdade, eu e um amigo fomos fazer uma sessão de compras em saldos e eu acabei por levar para casa… um guarda-chuva… por quatro libras. Menos de cinco euros.

 

Perante tamanha dificuldade em usar e escolher calças quase me rendi ao novo estilo de não usar cinto e andar com a cintura das calças nas coxas.

Não só me pouparia ao sofrimento de escolher o buraco certo para o cinto.

Como poderia aproveitar melhor os saldos comprando tamanhos bem largos.

Por outro lado, teria de me preocupar mais com o estilo dos boxers/cuecas.

Huuuuuum, acho que é melhor continuar assim…


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

A lingerie entrou na minha vida

Ontem passaram-me pelas mãos 558 peças de lingerie.

Para além de ter sido uma quantidade anormal de roupa feminina, estava apenas habituado a tocar-lhe para a desapertar ou tirar.

Mas são hábitos que têm de ser alterados.

Não é que faca intenções de parar de a tirar.

Mas vou ter que a etiquetar mais vezes…

Um homem tem de estar sempre pronto para o que a vida lhe apraz.

Foi interessante conhecer de perto os famosos 36E.

Acho que qualquer homem que se preze teve algum dia nas mãos uma daquelas preciosidades.

O mais curioso foi que verifiquei que o preço de um 36E é igual a um 32A.

Por acaso não estava à espera, não sei porquê.

Pelo que me contam lá na empresa, foi a maior encomenda que eles alguma vez receberam de lingerie.

O que me torna no expert nessa área, lá no tasco.

Sinto que muito brevemente as miúdas que lá trabalham me virão perguntar qual o tamanho de um dado soutien, quando este não tiver etiqueta.

Se bem que é sempre bom ter algo como fonte de comparação.

Se é que me faço entender…

Fiquei também a saber que há cuecas para senhora de gola alta, e as “short”.

Um pouco à imagem das calças, penso.

Prometo ficar mais atento a esses pormenores, de agora em diante.

 

Até nem posso queixar, a minha vida tem evoluído aqui na Inglaterra.

Quando vim comecei por mexer num pouco de tudo, em especial comida de cão.

Mais tarde foram os CDs e DVDs.

O martelo, pá e tesouras de poda vieram alguns meses depois.

Há dias atrás mexia em pão e bolos.

Ate que agora estou a mexer em roupa interior feminina.

Já fui mais infeliz…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

O tamanho sempre conta

Eu já fui um homem de tamanho L.

Mas desde que vim para a Inglaterra que fui despromovido para o M.

Se quero que uma T-shirts ou camisola me fique bem cá, tem de ser tamanho M.

Estranhíssimo.

Sobretudo porque as marcas são as mesmas da roupa que comprava em Portugal

Será que minguei?

Estarei a encolher?

Já pensei em deixar de tomar banho por uma mês para ver se voltava a ser homem de L.

Mas os efeitos secundários da iniciativa poderiam ter repercussões muitos graves.

Não tenho explicação para o sucedido.

No início ainda caía na tentação de comprar na mesma o tamanho L.

Mesmo depois de experimentar e verificar que o M era o mais indicado.

Só por teimosia.

Mas comecei a reparar que a moda das roupas largas já passou…

 

E não fosse já o tamanho da roupa do tronco me estar a desanimar, também no calçado levei um corte drástico: de 43 para 8,5.

No Reino Unido (onde a diferença é quase uma regra) o calçado tem tamanhos diferentes.

 

Felizmente nas calças pareço estar imune à crise de tamanhos.

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Vamos salvar os bebés!

 

Ainda é possível salvar os bebés!

Juntem-se a mim.

Não há direito de lhe fazerem o que lhes estão a fazer.

Tenho a certeza que a humanidade mudará para sempre.

 

Na segunda conheci pessoalmente uma priminha minha de cinco meses.

A Inês.

Já tínhamos trocado umas mensagens e fotos na net, mas ainda não a tinha visto ao vivo.

E quando a cheguei a casa dela, tive oportunidade de assistir ao momento de maior demonstração de amor de um pai pela filha: a mudança de fralda!

- Xiiii, nunca vi nada disto. Acho que ela nunca se tinha sujado tanto!

- Sim, sim, deves mudar a fralda muitas vezes…

- Tou a falar a sério. A fralda não deve ter ficado bem colocada.

- Quem é que a colocou?

- Fui eu, mas tinha ficado bem, tenho a certeza, porque tive tanto cuidado.

- Claro que deve, só que esta devia ter defeito.

 

Cerca de 37 toalhitas depois, o pai da Inês lá decidiu que se calhar era melhor mesmo dar-lhe um banho.

Banho dado com alguma perícia, tenho de reconhecer, e a Inês, deitada no sofá sem roupa, estava mais contente que nunca.

Mexia-se como grande agilidade, próprio de um bebé de 5 meses.

Até que… o pai começou a vesti-la.

E tudo mudou na vida daquele bebé.

Fralda (desta vez bem colocada).

Camisola interior.

Fato de macaco.

(E já a Inês quase não conseguia mexer os braços)

Mais uma camisola.

(E a Inês estava completamente paralisada como que dentro de um fato de astronauta)

E fosse ela para a rua ainda levava com um casaco por cima.

 

E é aqui que acho que é possível fazer alguma coisa pelos bebés.

DEIXEM OS BEBÉS LIVRES.

Eles precisam de se mexer.

Vamos combater os pais de todo o mundo que vestem os bebés.

Eles precisam de exercitar os braços e as pernas.

Não há direito de deixar imobilizado um bebé com roupa, como alguém que partiu todo os ossos e leva gesso no corpo todo.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:09

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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Os perigos da roupa, numa cidade como Londres

Como estava muito vento, hoje resolvi sair à rua com um dos dois lenços palestinos que comprei em Barcelona.

Bem, na verdade comprei mais de 10, na ilusão de fazer negócio em Portugal, mas descobri que os marroquinos já os vendiam a preços baixos…

Ganharam os meus sobrinhos…

 

Ia eu já a mais de 200 metros de casa quando me lembrei que estava a morar num bairro judeu.

Mesmo assim resolvi continuar a caminhada, sem que nada me tenha acontecido.

Bem, cheguei a ter uma luz vermelha no meio da testa, no que deveria ter ser uma mira telescópica de sniper, mas não chegaram a disparar.

Se calhar foi porque não levava a mochila com que costumo andar.

É que ela é perfeita para carregar bombas.

Sendo assim, acho que vou mesmo comprar um boné das SS que vi há dias numa loja aqui em Londres.

E no verão sempre vou tatuar uma cruz suástica no braço, para andar de t-shirt.

Um desejo meu antigo, desde que estudei a II Guerra Mundial no ciclo.

 

 

Mas descansem que não vou deixar crescer um bocado de bigode debaixo do nariz.

Isso é gay.

 


publicado por Peter WouldDo às 23:27

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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Secar a roupa... ao ar livre... ESQUEÇAM

Estou há dois dias a tentar secar uma máquina de roupa que lavei. Já a estendi e apanhei no mínimo umas quatro vezes. E venho aqui oficialmente divulgar que estou prestes a desistir. É que este clima é de doidos. Ora faz um sol que parece Portugal, para logo depois começar a chover torrencialmente. E o ventinho que de vez em quando se faz sentir até ajuda. Mas se estamos distraídos quando começa a chover vai tudo "por água abaixo" (gostaram da expressão???) Não sei se têm visto os jogos de ténis de Wimbledon. Ultimamente têm sido adiados. Assim como a secagem da minha roupa. E olhem que a importância das duas coisas é quase idêntica, eh eh. Para já vou continuar a tentar. Se não conseguir vou ter de montar uma corda no quarto. PS.: Já voltei a escrever com acentos. Mudei-me para uma casa que tem wireless. Mas disso falo numa outra oportunidade.

sinto-me: Aborrecido
música: Colbie Caillat
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publicado por Peter WouldDo às 21:04

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