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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Mais amigos do que a minha própria empresa!

 

Talvez seja louco, mas eu gostaria de ganhar uma corrida contra a minha empresa.

Quase ninguém me conhece na minha cidade.

A minha empresa possui centenas de clientes em todo o mundo.

Por isso... é um bom começo.

Antes deles, criei um grupo no Facebook chamado matchesfashion.

Semanas depois, eles criaram matchesfashion.com.

Hoje, tenho 25 amigos.

Eles têm mais de 800.

Mas ainda assim acho que posso vencer e ser o primeiro a chegar à marca dos 1000 amigos.

E tu podes começar por me ajudar aderindo ao meu grupo "matchesfashion”.
O tal sem o ".com".

Depois, pede aos teus amigos para fazer o mesmo.

E pede-lhes para pedir aos amigos deles para fazer o mesmo que nós.

E talvez, talvez consigamos governar o mundo!!!!!

Ok, provavelmente não tanto, mas pelo menos ter mais amigos do que a minha companhia.

Por favor, ajuda-me!

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Solução original para um problema… original

A “minha” empresa deparou-se, há dias, com um problema.

Tínhamos algumas dezenas de sapatos sem par.

Stock acumulado durante alguns anos de sapatos perdidos ou defeituosos.

Um problema para o qual não havia solução, já que ninguém queria deitar os sapatos ao lixo.

Eram sapatos com preços de venda a superar, por vezes, os 500 euros.

Isto o par, claro.

Marcas como Lanvin, Prada, Brian Atwood ou Christian Louboutin.

Num pequeno brainstorming sobre a situação alguém corajosamente sugeriu oferecer os sapatos a uma instituição de caridade que apoiasse as vítimas de minas terrestres.

A pessoa responsável adorou a ideia, mesmo depois de quem fez a sugestão ter confessado que a sugestão era para ser uma piada.

A verdade é que a instituição de caridade será em breve contactada.

Porque a pessoa responsável está mesmo empenhada em fazer a oferta.

E eu estou curiosíssimo para saber como a instituição vai reagir.

É que é bom não esquecer que a maioria dos sapatos das marcas atrás referidas é de... saltos altos.

Já estou a imaginar as vítimas das minas terrestres a usarem sapatos de salto alto da Christian Louboutin.

Só se for para irem à gala dos prémios anuais da instituição.

Ou então à gala de oferta desses mesmo sapatos.

Há gente que não sabe o limite de uma piada...

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

A minha primeira semana de trabalho

 

Acho que nunca falei da minha primeira semana de trabalho na matchesfashion.com

Chegou o dia.

A minha primeira semana de trabalho foi traumatizante.

Dormia mal, e no metro não parava de cismar no assunto.

Tudo devido ao trabalho.

Ou melhor, porque todos os dias depois daquelas oito horas os chefes me diziam… obrigado.

Eu ia para casa a pensar naquela palavra.

Questionava-me se seria essa a forma de pagamento: um obrigado.

Se no final do mês não teria direito ao salário, porque eles já me tinham pago diariamente com um… obrigado.

Se teria coragem de no dia seguinte fazer sorna sabendo que iria receber um obrigado.

Não fazia sentido na minha cabeça que alguém, que nem patrão é, pudesse agradecer a um subordinado pelas oito horas de trabalho exercido.

Isso nunca poderia acontecer juntamente com um salário ao fim do mês.

Pelo menos a sociedade assim me tinha ensinado.

Na sexta-feira, já completamente sonolento e cansado, decidi abordar um colega de trabalho:

- Eles pagam-te ao fim do mês?

- Claro! Eu trabalho, não trabalho?

- Sim, mas eles também te agradecem diariamente.

- Ahhh, mas isso faz parte da boa educação, e é uma forma de agradecimento pelo bom desempenho.

 

Afinal, alguns dos ensinamentos que a sociedade - onde vivi a maior parte da minha vida - me passou estavam errados.

Os chefes também são capazes de um simples… obrigado.

E somos na mesma pagos ao final do mês.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Feijões

Isto de trabalhar com muitas mulheres tem que se lhe diga.

E se são muitos os aspectos positivos também há os negativos.

Um dos negativos é que as mulheres são um pouquinho mais histéricas que os homens.

Só um pouquinho, mas são.

Ontem, estava eu no meu almoço a comer uma salada com feijões quando reparei que uma colega de trabalho disse o seguinte quando me viu:

“Pedro is eating beans”…

Logo de seguida gerou-se o pânico entre os restantes colegas de trabalho, e eu sem saber porquê.

Houve gente com as mãos na cabeça, a gritar e a correr de um lado para o outro.

Algumas foram logo de seguida à chefe pedir folga para o dia seguinte.

Outras começaram a chorar.

Uma colega mais alarmista chegou a escrever o testamento.

Uma das coisas mais estranhas na cena é que quando comentavam algo, e ao mesmo tempo que olhavam para mim, apertavam o nariz.

Devem andar todas constipadas, só pode.

Cá tem estado calor, depois de alguns dias de frio.

E devem andar com resfriados.

O resto do dia foi passado de uma forma estranha.

De vez em quando passava uma das colegas por mim e ao chegar ao pé das outras elas perguntavam:

“It’s already working?”

A que tinha vindo ao pé de mim respondia que não.

Ainda hoje não descobri o que elas queriam dizer com isto.

No início ainda pensei que elas tinham invejado a minha salada de feijões.

Mas era só ir comprar uma ao supermercado, como eu fui.

Depois veio-me ao pensamento que na empresa poderia haver qualquer política parecida com as sextas-feiras de jejum da igreja católica, mas na versão de terças-feiras e com feijões no lugar da carne.

Mas isso também faz pouco sentido.

Bem, a verdade é que desconheço porque elas fizeram tal teatro ao ver-me a comer a minha rica salada de feijões.

 

Termino este post com uma notícia desagradável: esta noite morreu a minha planta de estimação.

Tinha-a no meu quarto.

E ainda ontem à noite parecia saudável…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

E vão seis

 

Hoje, é o meu segundo dia no sexto trabalho que tenho desde que cheguei a terras de Sua Majestade, há 11 meses atrás.

A carreira na pastelaria Paul durou pouco: oito dias de labuta.

Na semana passada fui chamado para uma entrevista.

Tinha concorrido a outra posição naquela empresa, mas apesar de não ficar com o lugar o meu CV foi passado a outro manager que gostou do que viu e chamou-me.

Entrevista feita e fui automaticamente contratado.

No sábado foi o meu primeiro dia de trabalho, embora ontem ainda tenha trabalhado na pastelaria, a pedido da manager, que fica com três lugares para preencher:

há interessados?

 

Mas vamos ao futuro: a empresa para onde vou trabalhar chama-se Matches Fashion.

Basicamente vou fazer o mesmo que fazia no Harrods, ou seja, trabalhar com as vendas através do website www.matchesfashion.com

Para além da Web, a empresa tem mais 15 lojas espalhadas por Londres e está em franco crescimento.

Pela primeira vez desde que estou cá sinto que o futuro me traz estabilidade.

Espero estar correcto.

 

Regressando ao passado: no Paul estava a trabalhar com uma carrada de brasileiras.

E mais uma vez deixo-as para trás.

Não sei porquê, mas a minha vida anda a passar ao lado das brasileiras.

Sempre que me aproximo mais perto de alguma sou logo obrigado a deixá-la.

Este é um mistério para desvendar em breve.

Se a chefe brasuca até passava bem despercebida, o mesmo não posso dizer de uma ou outra que lá trabalha.

Há que esperar melhores dias…

 

De volta ao futuro: pelo menos já tenho a certeza de não haver brasileiras na nova empresa.

Há uma jamaicana deveras interessante, mas é do sul africano que quero falar hoje.

Ele chama-se Wesley e também começou no sábado.

E diga-se desde já de passagem que o moço é um pouco arrogante.

Estavamos nós a falar dos nossos passados quando lhe disse que era licenciado ao que ele respondeu:

“Em Portugal também há universidades? Eh Eh. Estava a brincar.”

A brincar ou não, denotei nele algum sentido de superioridade.

Logo a seguir, e mais uma vez, ele tentou dar uma de superior e perguntou-me se eu sabia alguma coisa sobre a África do Sul.

Ao que eu respondi que deveria saber muito mais do que ele sabe sobre Portugal.

Logo de seguida perguntei-lhe qual era a capital de Portugal, ao que ele respondeu com… silêncio.

Para fechar a conversa disse-lhe que sabia o nome do presidente do país dele.

Ele ficou admirado, e disse-me para eu dizer.

Thabo Mbeky.

“Não”, disse ele.

 

Houve eleições a 24 de Abril e ganhou Jacob Zuma.

Se não andasse umas semanas desactualizado, tinha calado o homem por uns dias…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Novo curso e entrevistas de emprego

 

Ontem lá fui eu a mais um dos short courses na área de guionismo.

E como este vai durar 11 semanas (e os outros foram de um dia inteiro) nunca tinha participado numa apresentação.

Aquela parte em que os alunos dizem o nome ao professor.

Só que pelo menos a apresentação de ontem não teve nomes, mas soletrar de nome.

Na maioria dos casos as pessoas nem sequer disseram o nome por completo, mas optaram por soletrá-lo.

E acreditem que era mesmo necessário, porque havia gente de todo o lado do mundo e com nomes parecidos aos dos medicamentos.

Ainda antes dessa parte já a aula estava ao rubro.

Tudo porque mal entrou o professor colocou no ecrã a rodar uma filmagem de um aquário.

Muito parecido às protecções de ecrã dos computadores.

O som era o típico das bolhinhas a sair do aquário.

E assim ficamos por cerca de 15 minutos, enquanto fazíamos a apresentação e iniciávamos a aula.

Poucos minutos depois o professor perguntou-nos se aquilo era um documentário, e a discussão estendeu-se por mais 15 minutos, para espanto meu…

A primeira aula teria muito produtiva para mim, caso eu não tivesse perdido a minha concentração a partir do momento que entrou um dos alunos na sala.

Eu começo a achar que a minha vida necessita de personagens fantásticas.

E no novo curso lá está mais uma para me deliciar.

Ele/a (já dá para perceber…) é de raça negra.

Faz tudo para se assemelhar a uma mulher, mas nota-se perfeitamente pelas feições da cara que é um homem.

Mas todo ele/a parece saído de um filme do Almodôvar.

Foi difícil desviar o olhar dele e retomar a minha concentração no professor, e nos peixes.

 

O dia de ontem foi mesmo desgastante.

De manhã tive uma entrevista pelo telefone, que durou cerca de 20 minutos.

Uma coisa inédita na minha breve carreira profissional.

Foi-me perguntado de tudo naquilo que parecia um teste de formato norte-americano.

Já sei que fiquei de fora, e que por isso não vou vender produtos financeiros a brasileiros e portugueses.

 

À tarde o meu destino voltou a Notting Hill (não sei se se lembram do clube de ténis…).

Desta vez para stock controller de uma cadeia de lojas de roupa.

Para que a festa começasse logo positiva, atrasei-me cinco minutos para a entrevista.

Tirando isso, acho que o director espanhol até vai à bola comigo.

Na segunda-feira sei a resposta.

 

Hoje, e daqui a algumas horas, faço o tal teste na pastelaria.

Na segunda-feira tenho a entrevista na marca do M amarelo.

 

É fácil perceber que estou mesmo disposto a fazer qualquer trabalho.

O que procuro neste momento é mesmo estabilidade.

Apesar de começar a achar engraçado mudar de trabalho mais ou menos a cada três meses…

O meu curriculum começa a não fazer sentido.

Parece-se mais com uma salada mediterrânea do que com o percurso profissional de um ser humano.

 

 

PS: Já não me lembrava de escrever um post de manhã.

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 08:27

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Futuro profissional

Não é desculpa, mas tenho andado muito ocupado a responder a anúncios de emprego.

Na próxima semana fico, outra vez, desempregado, e por isso não posso facilitar.

Ja tenho uma carrada de entrevistas para os próximos dias (3) e um teste in-loco amanhã.

Entre as entrevistas está um empresa que nem sequer quero dizer o nome mas que o logotipo é um M amarelo e redondo.

Claro que só resolvi concorrer para lá porque já começo a estar desesperado por encontrar um emprego permanente, que me liberte a cabeça para outros assuntos, que não procurar trabalho.

E se essa estebilidade for encontrada lá, perfeito.

Bem, perfeito nunca será, mas será bonzinho.

Macbonzinho.

Com uma fanta de tamanho médio e sem batatas fritas.

O teste que amanhã vou fazer, por outro lado, é para uma espécie de pastelaria francesa.

Tem uns bolos fabolosos, o que normalmente é a minha perdição.

 

Contas feitas, começo a ter boas hipóteses de nas próximas semanas entrar para as estatísticas do obesos de Inglaterra.

Cenário que até não será muito mau, porque pelo menos significaria que teria estabilidade profissional.

 

Pergunta que faço a mim próprio:

Queres ser gordinho e ter um emprego, ou magrinho e estares desempregado?

 

Resposta quase óbvia:

Óh, gordinho já sou. Isso significa que vou ficar gordo?

 

É nesta altura que entra o criador na conversa e diz:

Dá graças a Deus, que dizer a mim, por teres trabalho, porque na actual situação económico do mundo...

 

E eu, porque sou uma pessoa bem educada,  respondo-lhe:

Obrigado.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 07:28

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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Esqueci-me de dizer que tenho um novo trabalho

 

 

Ontem, por incrível que pareça, esqueci-me de postar aqui.

Não é que de vez em quando eu não fique sem escrever nada.

Mas nunca tinha sido por esquecimento.

Acho que deve ser do sol que tenho apanhado na cabeça…

 

É verdade, eu ainda não falei que tenho um novo trabalho.

Um trabalho que me permite ficar mais moreno.

Coisa que não consegui durante a semana de férias em Portugal.

Cómico, no mínimo.

No dia seguinte à viagem de regresso já tinha onde ganhar para sobreviver.

A minha nova função é um cruzamento entre jardineiro, carpinteiro e trolha.

Há dias em que arranco sebes e árvores.

Outros em que planto grainha.

Manhãs em que deito abaixo muros.

Tardes em que carrego sacos de areia e cimento.

E momentos em que serro, corto e lixo tábuas para prateleiras.

Uma diversão que tem sido obtida sempre debaixo de um sol anormal para este país.

Consequência: o moreno habitual que se vê num trolha.

Até já estou a pensar em comprar uma daquelas camisolas de alças.

Não só para realçar os músculos com que vou ficar ao carregar os sacos de areia e cimento.

Como para ficar moreno noutras partes do corpo que não apenas a cara, como actualmente.

E até já delineei objectivos para as próximas semanas:

- Pôr uma sebe a dar pêras.

- Aparecer na capa da revista dos jardineiros.

 

E com os objectivos nasceu um sonho:

Ser o jardineiro do mês na referida revista.

Para além de ganhar 1000 libras em material de jardinagem, ainda posso entrar numa passagem de modelos vestido só com calças de jardinagem de alças.

 

Só para terem ideia de como estou a evoluir, posso contar-vos que hoje aprendi a lixar correctamente uma tábua.

O problema maior deste novo trabalho é mesmo o inglês técnico próprio às profissões de jardineiro e trolha.

Por exemplo, 80 das ferramentas de um carpinteiro são para mim: THAT!

“Can you give me that?”, peço eu apontando para o objecto do qual desconheço o nome em inglês.

Este trabalho só serve para eu provar a mim próprio que consigo fazer tudo… ou quase tudo.

E a ideia de ser gigolô ainda não me saiu da cabeça…

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Solomon & Jeremyas

No início do mês mudei de departamento.

E tenho agora dois novos colegas de trabalho.

Obviamente que os nomes verdadeiros deles não são Solomon & Jeremyas.

Apenas adoptei estes para os proteger da fama que este (e outros) post lhe possa trazer.

Decidi trazê-los até ao blog porque são de facto duas personagens muito peculiares.

Eles passam boa parte dos “tempos mortos” no trabalho a falar de um jogo online que costumam jogar: Call of Duty.

Para quem não conhece, é um daqueles jogos em que controlamos um soldado.

Basicamente, o objectivo é andar por aí a matar gente e a tentar sobreviver.

Eles, pelo que contam, formam uma equipa e tentam derrotar outras, online.

E aqui chegamos à parte interessante: eles nunca ganharam.

Mais longe ainda: é vê-los cheios de interesse a falar das derrotas constantes.

Eu até já os começo a ver como os piores jogadores de Call od Duty… do mundo.

- “Um gajo sozinho matou-me oito vezes, ontem. O máximo de vezes que tinha sido morto por um só jogador tinha sido cinco”.

 

O entusiasmo é tanto que já me levaram a pesquisar mais sobre o tal jogo, e estou muito perto de tentar jogar.

Mas corro o risco de ser ainda pior que eles.

Na realidade eles são tão fracos, tão fracos, que só falam da forma como morrem.

E, claro, tentam arranjar desculpas:

- “A equipa de ontem tinha de ter algum extra instalado. Não falhavam quase nen hum disparo.”

- “Ya, e não valia mesmo a pena um gajo esconder-se, que eles usavam o sniper.”

 

O mais hilariante da última conversa entre eles no trabalho é que pelos visto arranjaram maneira de matar.

Apesar de serem da mesma equipa, jogam um contra o outro.

Ou seja, andam a matar-se.

Não dá pontos, mas dá-lhes prazer de saber o que é vencer alguém.

E se por acaso eles estariam a começar a desanimar por nunca vencerem, esta solução vai recarregar-lhes mais baterias para continuar a jogar por mais umas semanas.

Por isso, se quiserem arriscar e passar pelo jogo, sempre podem ser um dos que os matam.

Isto, claro, se eles não estiverem já mortos…

 

http://www.callofduty.com/

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Neve - sorte ou azar?

Não faz sentido, de facto, este blog chamar-se Loucura Londrina e não fazer qualquer alusão ao nevão caído durante domingo e segunda-feira.

Acreditem que foi uma verdadeira loucura londrina.

Que durou, durou, durou, quase toda a semana.

Bem o estilo britânico.

Por isso, aqui ficam três post sobre o assunto.

Para compensar a ausência dos últimos dias.

 

O que no domingo à tarde parecia pólen vindo das árvores, transformou-se à noite num espectáculo de se ver.

“Tão giro”, disse eu, acrescentando logo de seguida: “Estava a ver que não via neve, depois de ter nevado na minha rua em Portugal”.

Na manhã seguinte (segunda) acordo às cinco da manhã.

Uma hora depois abro a porta da rua e a primeira passada acaba cerca de 10 centímetros abaixo do nível da neve.

“Huuuuuuum, assim vou ficar com os pés molhados. Vou buscar um par de meia suplementar”.

Lembrei-me ainda de um conselho que já me tinham dado: colocar um saco plástico em cada pé.

Assim fiz e resultou na plenitude Tinha chegado à estação com os pés enxutos.

Poiucos minutos depois o maior azar do dia.

Chega um metro. (Mais tarde vim a saber que foi um dos poucos da manhã).

Porquê azar, pergutam.

Azar porque trabalhei das sete às 16, como um dia normal.

Mas quem ficou em casa (cerca de dois terços dos funcionários do Harrods) acabou por ser pago da mesma forma que eu.

Para compensar quem trabalhou, ficamos a saber que nos vão dar um dia de folga à escolha.

- “Huuuum, escolho a passada segunda-feira”.

- “Ah, esse dia não pode ser porque já passou!”, dizem-me.

- “Pois é. Xiça, se sabia tinha ficado a dormir. Para a próxima faço como os outros…”

 

E na verdade, não tenho dúvidas que com estas decisões, da próxima vez, uma grande parte do terço das pessoas que foram trabalhar não o fará.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 22:23

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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Os dois lados de ser o escolhido

  

Ontem chegou uma chamada telefónica ao departamento onde trabalho pedindo para que uma encomenda fosse levada da recepção ao gabinete do Al-fayed (pai do gajo que morreu com a Diana), e dono do tasco.

De seguida vi o chefe que recebeu a chamada a levantar a cabeça à procura de alguém para enviar.

E escolheu-me a mim.

Quando me disse o que tinha de fazer até senti algum orgulho por ter sido o escolhido.

Pelo meio das explicações, revelou-me que a encomenda tinha de passar primeiro por uma máquina de raio-x, na segurança.

Lá segui caminho.

Durante o percurso pus-me a pensar e cheguei à conclusão de que a honra não tinha sido assim tão grande.

Pelo contrário: eu estava a correr perigo de vida, no caso de dentro da encomenda estar uma bomba.

Mas o que terá levado o chefe a escolher-me a mim? Qual terá sido o critério?”, questionava-me.

 

A primeira coisa que me veio à cabeça foi o facto de eu não ter filhos, ao contrário de quase todos os outros colegas:

Aquele tuga ali ainda não tem descendentes por isso não faz falta nenhuma. Huuum, mas ainda pode vir a ter ao contrário dos velhos…

Irrra, que se foram feios como ele…

É mesmo esse que escolho”, deve ter ele pensado.

 

Outra hipótese plausível é a minha simples insignificância:

Vou escolher aquele ali que se morrer não faz cá falta”, pode também ter passado pela cabeça dele.

 

Nos dias que correm, a religião também não é de pôr de lado:

Ora bem… os hindus não porque a Índia já foi uma ex-colónia nossa.

Islamitas nem pensar porque a haver bomba na encomenda foi colocada por eles e depois a vingança ainda seria maior.

Fico com os judeus e os palestinianos…

Palestinianos não, porque com os bombardeamento cada vez há menos.

Judeus também não, porque o Tony Blair está em Israel e ainda lhe faziam mal…

Não tenho outra escolha…

Espera lá, está ali aquele cristão a olhar e que ainda por cima é do país do Cristiano Ronaldo. Que se lixe o gajo.

 

A orientação sexual também não pode ser excluída:

Ora… mulheres não porque fazem cá falta.

Os velhotes não fazem concorrência.

Os islamitas é que era de arrumar com eles porque podem casar com quatro mulheres… mas por outro lado no paraíso teriam mil virgens…

Olha-me aquele macho latino ali escondido. Já te fo…es

 

A verdade é que a encomenda não tinha bomba nenhuma.

Mesmo assim não me livrei de uma salva de palmas ao entrar no departamento.

Como um herói que acaba de sobreviver a uma rajada de tiros.

Bem, o chefe também pode ter pensado que eu seria o único a conseguir sobreviver a uma forte explosão…

 

Peter, wake up. Your break is finish”, disse-me um colega.

Tinha adormecido durante a minha meia hora de descanso e a sandes de fiambre e a banana tinham ficado por comer.

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:18

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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

O acto de separar sacos plásticos usados

Anteontem colocaram-me a separar sacos plásticos usados.

Separar, neste caso, significa colocar os grandes num lado e os pequenos no outro.

O intuito é reutilizá-los, não para clientes, mas no departamento.

Não fosse já a função já mentalmente difícil de superar, passados alguns minutos passou um dos chefes de equipa por mim e disse-me:

“Good job” (bom trabalho)

Para além de ser um comentário enigmático pelo sentido e consequente significado, fiquei a pensar na frase.

Caso ele estivesse mesmo a valorizar o que eu já tinha feito, o que seria na verdade o oposto?

O que seria um “bad job”?

Basicamente seria colocar sacos grandes e pequenos todos juntos?

Mas isso era o que eu tinha no início.

E separar sacos grandes de pequenos é das coisas mais simples no mundo.

Por isso, como é que se pode classificar esse trabalho de bom?

Quero acreditar que foi uma simples forma de incentivação, perante tarefa tão reles.

E se assim foi, que bem me fez.

Pouco tempo depois puseram-me a dobrar cartas…

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 23:33

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Custou, mas consegui...

Mentiria se não dissesse que já andava desanimado.

Três semanas depois de ter chegado a Londres ainda não tinha trabalho.

Tantas expectativas criadas, tantas facilidades relatadas e até constatadas...

Mas custava arranjar alguma coisa.

Hoje, quarta-feira dia 22, comecei a trabalhar e já fiz as primeiras quatro horas.

O meu lugar no avião da Ryanair do dia 03 com destino ao Porto vai ficar vazio...

E os 33,58 euros que gastei vão ao ar...

Na prática, vou fazer algo parecido ao que fazia em Rugby.

Mas é um trabalho muito mais leve, limpo e calmo...

Por outro lado, só há certeza que dure pelo menos até fim do ano, e vou ganhar o salário mínimo, que são 5,73 libras por hora, antes de descontos. 

 

Como o horário é das 8 às 16, vou procurar um part-time para o final da tarde.

Juntar uns trocos para fazer um curso ou dois.

Mas antes disso já estou a pensar como posso melhorar o meu Cv até Janeiro, para depois me safar de outra maneira.

Projectos, pelo menos, não faltam.

O "Plano B" volta à gaveta.

Pelo menos durante algumas semanas...

 

Para terminar, e terem maior consciência de como as coisas estão díficeis cá, deixo-vos alguns números que recolhi durante os últimos dias da imprensa:

 

  • As vendas imobiliárias estão ao nível mais baixo desde que há registos. Ou seja, há 30 anos.
  • O desemprego atingiu, esta semana, o nível mais alto dos últimos 10 anos no RU.
  • Nos últimos três meses, 164 mil pessoas ficaram sem emprego no RU.
  • Um milhão e 790 mil pessoas estão desempregadas no RU.
  • No próximo ano, as previsões apontam para os 2 milhões e 250 mil desempregados.
  • Em Londres, e nos últimos três meses, o número de desempregados subiu em 39 mil.
  • São actualmente 304 mil os desempregados existentes na capital.

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 17:53

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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Os gatos e eu

 

Há dias dei comigo a carregar o 20º saco de areia para os gatos mijarem.

Obviamente que a sensação não foi a melhor.

Senti-me como se estivesse abaixo dos felinos caseiros na importância para o mundo.

Isto porque eu estava a carregar o local onde eles iam mijar e cagar, e eles nunca tinham feito (nem vão fazer) nada do género por mim.

Andei o resto da noite (sim, trabalho das 22h às 06h) a imaginar um Tareco, confortavelmente deitado no sofá no colo da dona.

De repente espreguiça-se, levanta-se e vai mijar ao tabuleiro onde está a areia que eu, uns dias antes andei a carregar.

É uma cena desconfortável.

Sobretudo se a dona do gato tiver vestida uma camisa de dormir decotada e eu logo a seguir acordar do sonho…

Bem, voltando à importância dos gatos que considero estar acima da minha, tenho de fazer algo para alterar isso.

E o melhor será mesmo arranjar outro trabalho.

Se bem que o cargo de limpador de janelas que vi há dias anunciado também não é aconselhável.

Porque aí estaria abaixo da importância dos pássaros…

Tudo porque estaria a limpar um dos locais onde onde eles habitualmente fazem as necessidades…

sinto-me: abaixo dos gatos

publicado por Peter WouldDo às 20:11

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

O Engraçado Homem das Baterias

Inicio neste post uma série de decrições de personagens engraçadas lá do trabalho.

E não podia começar senão pelo Homem das Baterias.

 

Os empilhadores que conduzimos funcionam a bateria. Que por vezes é necessário trocar.

E para essa função há um homem encarregue:

É ele o Homem das Baterias.

O facto de estar quase oito horas num local isolado (leia-se solitário) fez do Homem das Baterias uma pessoa com necessidade de contacto com outros trabalhadores.

E desconfio que ele nunca foi bom a desbgloquear conversas.

Então, desenvolveu a técnica de espetar "petas".

Como não sabe meter conversa, começa por contar mentiras.

O mais engraçado é que eu já desenvolvi uma outra técnica que é a de fazer de conta que acredito nessas petas.

RESULTADO: ficamos os dois felizes.

Ele porque fica a pensar que eu acreditei.

Eu porque dei-lhe a sensação de que acreditei, mas no fundo não.

 

A última delas foi a de que tinha apenas 26 anos, quando aparenta mais de 40.

A anterior foi que a de que tinha um pombo amestrado.

O pombo tinha de facto ninho no telhado do local onde o Homem das Baterias trabalha, mas estava sempre a dormir...

 

O bom da estória é que com esta amizade singular já consegui que ele me desse sempre mais uns minutinhos pela troca da bateria.

O mau é que tive de prometer que lhe arranjava uma namorada portuguesa.

Há candidatas??


publicado por Peter WouldDo às 18:44

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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Vou falar de trabalho

Trabalho é coisa de que pouca gente gosta de falar.

Mas curiosamente sempre achei que os jornalistas eram o oposto.

Sempre que se emcontravam fora do trabalho falavam de... trabalho.

E agora como condutor de empilhadores acho que a coisa não mudou.

 

Qualquer dia faço um post sobre as semelhanças entre os jornalistas e os condutores de empilhadores.

 

Voltando ao trabalho, o armazem onde laboro (para não repetir a palavra trabalho, que dá uma trabalheira escrever) é da DHL.

Segundo me dizem, o segundo maior empregador do mundo.

Pesquisei na net e parece que o primeiro é a Indian Railways (1,6 milhões de funcionários).

Há dias reparei num sinal engraçado à porta dos cacifos. Dizia quaquer coisa como "Defenda a igualdade das mulheres".

 

Já dentro do armazém a prática não tem nada a ver. As mulheres simplesmente não têm de carregar bebidas.

Não estou a dizer que o deviam fazer, mas tirem o cartaz, please.

 

Outra curiosidade daquele armazem é que tem mais trabalhadores estrangeiros do que ingleses. Diria que 80 por cento são estrangeiros. Acham muito?

Desses estrangeiros dois terços serão polacos.

 

Agora uma pergunta: sabem o que acontece a um armazém inglês com mais de metade de trabalhadores polacos?

 

RESPOSTA: começa a funcionar como se estivesse na Polónia.

E olhem que o resultado não é nada bom.

 

Este foi apenas o primeiro. Em breve volto a este tema.

Beijos e abraços e até amanhã

sinto-me:
música: Há música ambiente no armazém...

publicado por Peter WouldDo às 16:58

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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Também posso ser malabarista

Ainda sobre a minha ida a Barcelona. Lá nasceu uma outra ideia para futuro profissional. Andava a passear por um parque lá na cidade quando me deparei com dois malabaristas com garrafas de bebidas alcoólicas. Presumo que fossem barman. Gostei e tirei fotos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sempre ouvi dizer que os trabalhos mais fáceis de arranjar em Londres e outras grandes cidades eram de barman. E na capital inglesa há a curiosidade de haver três ou quatro grupos que detêm vários bares na cidade. Consultando os respectivos sites, deparei-me com montes de ofertas, por toda a cidade, para mais ou menos experiência.

Um emprego com barman tem a particularidade de não precisar de um inglês, apesar de o meu não seu mau.

Mas penso que se soubesse fazer malabarismo com garrafas de bebida alcoólicas seria uma mais valia. Já estou a imaginar um entrevista de emprego:

 

BOSS: Então que experiência tem nesta área?

EU: Ahhh, costumo dizer que a minha experiência é muito própria. Na vertente visual.

BOSS: Então que batidos, cocktails e shakes é que sabe fazer?

EU: Bem, sobre os shakes (oralmente em inglês duplo tem significado com abanar) sei fazer malabarismo com garrafas. Quer ver? [e executo]

BOSS: Sim, muito bem. Mas que cocktails sabe fazer?

EU. Muito engraçado... Cock (em português significa galo) Tails (em português significa cauda) Eh Eh Eh.

Este dialogo em inglês, claro, acaba comigo a ser atirado para fora do bar.

Bem ao estilo Western.

O que me leva a ter que treinar não só o malabarismo, como alguns cocktails.

 

Já tenho as garrafas e vou para a zona verde treinar.

Os livros de cocktails compro em breve.

Aceitam-se provadores.

 

PS. Este é o meu plano B.


publicado por Peter WouldDo às 00:33

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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

A importância de vir a ser HOMEM ESTÁTUA

Voltando à questão do que vou fazer em Londres, estou seriamente a ponderar planos B, C D e por aí fora.

E gostaria de nomear, desde já, e perante todo o mundo, que estou disponível para abraçar uma carreira de HOMEM ESTÁTUA.

Atenção que neste post pode estar o nascimento de uma carreira de sucesso de um HOMEM ESTÁTUA português no estrangeiro.

Esta tara nasceu com a minha última (e única) visita a Barcelona.

Desde já o meu agradecimento à relvynhas e respectivo cara metade.

As Ramblas são sem dúvida o topo de carreira para qualquer HOMEM ESTÁTUA de renome.

Lá tive oportunidade de confraternizar [leia-se dar moedas] com os melhores “desempenhantes” (esta palavra não existe) do mundo desta profissão.

Diria mais, a elite da arte de estar parado.

Existiam para todos os gostos, e curiosamente os que mais moedinhas recebiam raramente estavam parados, o que poderá significar o aparecimento de uma nova vaga, dentro da profissão.

Já há a nível mundial uma grandes discussão dentro da classe se de facto haverá futuro para estes HOMENS ESTÁTUA que não param quietos.

Eu estou do lado dos que acham que sim.

Acrescento, só existindo esta vertente é que coloco a hipótese de abraçar a profissão.

É que não me estou a imaginar estar imóvel mais que dois minutos.

Os pássaros iriam adorar.

Vejam o que eles fazem às estátuas a sério.

Todas cagadas.

Não quero o mesmo fim.

Aqui ficam alguns dos meus ídolos.

 

 

 

 

 

 

PS. Apesar deste post estar irónico, estou mesmo a ponderar este plano a que chamaria de C. Do B falarei proximamente.


publicado por Peter WouldDo às 23:24

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Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Ainda o trabalho...

Já tenho prevista uma passagem pela agência do Porto, mas mesmo assim continuo à procura de outros trabalhos que fosso fazer em Londres.

E em conversa com uma amiga descobri que a Ryanair anda a recrutar assistentes de bordo, com entrevistas no Porto.
Fui à procura de mais informação e lá me consegui inscrever.
Mas há algo aqui que não bate certo...

Para se poder ser assistente de bordo da Ryanair é necessário (como seria de esperar) fazer um curso.

Que tem o custo peculiar de 1700 euros.
Logo aqui começa a desconfiança, que aumenta com a facilidade que parece haver para entrar nesse curso.
Desconfiado, fui à procura de mais informações em foruns internacionais, o que encontrei nesta página.
Lá falam sobretudo de um documentário que terá passado no Channel 4 inglês, e onde é desmascarada uma alegada falta de segurança nos aviões da Ryanair e alegada falta de condições e baixos salários dos funcionários.

A desconfiança aumentou.
Depois encontrei esta página em português, e a desconfiança atingiu proporções inimagináveis.
Mas,e quem me conhece sabe disso, sou daqueles que gosta de ver para crer, e por isso pelo menos vou à entrevista.

Cheio de perguntas...
Dia 23 (quarta-feira) num Hotel no Porto.

Em inglês.
Já me estou a preparar vendo o Dr. House sem as legendas em português.


publicado por Peter WouldDo às 18:13

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Sábado, 12 de Abril de 2008

É preciso um trabalho

Mapas na mão, o objectivo agora é arranjar emprego, o que se prevê difícil, estando eu cá.

Antes mesmo de ter decidido ir para Londres, já tinha respondido a anúncios de emprego para a Inglaterra e Irlanda, que pediam falantes de português.

As respostas foram poucas, sobretudo dizendo que precisavam de pessoas prontas a começar.

Que estivessem já a viver no Reino unido.

Ou seja, estar longe complica tudo.

Estando lá a viver penso que tudo será mais fácil.

Em especial porque estou disponível a fazer qualquer coisa.

Sei que me vou meter numa aventura, mas vou tentar planear a minha ida para Londres o melhor possível.

E como tal já andei a pesquisar agências de emprego portuguesas com ofertas de trabalho para a capital inglesa.

Uma desilusão.

Só ofertas para a construção civil ou apanha de morangos.

E “trolha” era das poucas coisas que não constava nos meus planos.

Há dias, e depois de consultar alguns blogs e páginas de portugueses em Londres lá descobri a Cubislabor.

Uma agência do Porto que me tinha escapado na primeira pesquisa.

Têm duas ofertas para Londres.

Uma de empregado de mesa, outra para assistente de manager.

Vou responder.

Veremos o que dá.


publicado por Peter WouldDo às 18:34

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