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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Porque os homens também choram

No sábado chorei.

De tristeza.

Mas sem motivos próprios.

Procurei um filme triste e vi-o até ao fim.

Sentia necessidade de chorar.

Quando somos demasiadamente positivos temos mais dificuldades em arranjar motivos por que chorar.

E só choramos de felicidade.

Por isso tive de procurar motivos na vida de outros (personagens) para encontrar a minha própria tristeza.

Um motivo pelo qual chorar.

E não é difícil.

Basta pensar em quão árdua é a vida de certas crianças e adultos, em alguns países em guerra ou em pobreza.

Necessitamos de nos recordar a sorte que temos em levar a vida que levamos.

Para valorizarmos o que já temos e tornar as nossas ambições mais realistas.

Porque para alguns, a maior ambição é simplesmente chegar ao fim do dia vivo.

E quão ridícula fica a ambição de ter um leitor Mp3 novo ao pé disso, por exemplo.

Somos egoístas!

Já não me lembro da última vez que chorei de tristeza com motivos próprios.

Mas lembro-me de uma vez em particular.

Talvez tenha sido essa a última vez.

 

Desculpem tê-los feito recordar coisas tristes.

Mas como eu, de certeza que estavam a precisar.

Devem pelo menos concordar comigo nisso.


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Amanhã é outro dia

Hoje, antes de sair de casa, fiquei melancólico.

Com um vazio bem grande cá dentro.

Ao contrário de outras vezes, desta vez sei o motivo. E não sou o único.

Apaguei todas as músicas mais animadas do meu mp3, coloquei Keane e outras músicas para pensar, e saí de casa.

Três currículos entregues em bares ou cafés e depois pus-me a passear em Oxford Street, uma das ruas mais comerciais e movimentadas de Londres.

Mas caminhava de uma forma diferente do que vinha fazendo até então.

Caminhava e olhava para as pessoas. Para os rostos.

Já não olhava para as portas e vitrinas das lojas com o intuito de encontrar um papel a dizer “Staff Wanted”.

Olhava para os rostos na busca de alguém com um vazio maior que o meu.

E acredita, não encontrei.

Só via sorrisos.

Quer dizer, havia loiros e morenas, altos e baixos, feios e bonitas, cheirosos e sem odor, convencidas, confiantes e tímidos.

Mas com sorrisos no rosto, ou pelo menos a ausência de tristeza.

Senti-me uma das pessoas mais tristes de Londres.

Porque também há dias assim.

E se não houvesse maus dias, os bons deixariam de o ser…

sinto-me:
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publicado por Peter WouldDo às 20:15

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