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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Martelo pneumático em vez de dieta

 

Hoje estou de regresso à escrita.

Estava a precisar de umas férias.

Sentia-me vazio, e sem assunto.

Por isso preferi não escrever nada por uns dias, do que escrever sobre nada.

Espero estar de regresso com assunto.

 

Nos últimos dias tenho andado cansado.

Tudo se deve à mudança das funções de carpinteiro para trolha.

E se nos primeiros dias na nova função andei a colocar tijolos, ontem a coisa foi bem mais dura.

Estive a partir betão com um martelo pneumático.

Para quem não está por dentro destes nomes técnicos da construção civil, um martelo pneumático é aquela coisa parecida a um volante de mota, só que com um bico na ponta, em vez de uma roda.

Bem, é melhor verem a foto ao lado.

Acho que ganhei maior respeito pelos coitados que exercem esta profissão a tempo inteiro.

Em dois minutos de utilização já tinha suor a correr-me pela testa.

Todos os ovos de chocolate comidos no dia de Páscoa desfeitos em gotas de suor.

Não vejo melhor desporto para o Malato perder aqueles quilos que tem a mais.

Se é verdade que foi duro, também é que faz bem aos músculos.

E a quase todos, já que todo o corpo treme com o martelo.

No momento, a primeira coisa que me veio à cabeça foi uma publicidade da Ice Tea em que o homem do martelo tem à sua volta miúdas jeitosas a derreterem-se por ele e pelos seus músculos bem delineados.

Eu bem olhei para o lado… mas nada.

Só um polaco… homem… e que ainda por cima é meu patrão.

Depois olhei para os braços e nada de músculos bem delineados…

A desilusão foi tanta que provavelmente nunca mais irei utilizar um martelo pneumático.

 

A parte mais engraçada da experiência foi mesmo o efeito que o martelo cria quando falamos.

Muito parecido a quando falamos em frente a uma ventoinha.

Dizia aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah.

Mas ouvia-se: ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah.

Eu sei que este pormenor é parvo, mas sentia-me na necessidade de o transmitir a alguém.

E como o Fidel anda na rua, não tinha mais ninguém para me aturar.

 

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Esqueci-me de dizer que tenho um novo trabalho

 

 

Ontem, por incrível que pareça, esqueci-me de postar aqui.

Não é que de vez em quando eu não fique sem escrever nada.

Mas nunca tinha sido por esquecimento.

Acho que deve ser do sol que tenho apanhado na cabeça…

 

É verdade, eu ainda não falei que tenho um novo trabalho.

Um trabalho que me permite ficar mais moreno.

Coisa que não consegui durante a semana de férias em Portugal.

Cómico, no mínimo.

No dia seguinte à viagem de regresso já tinha onde ganhar para sobreviver.

A minha nova função é um cruzamento entre jardineiro, carpinteiro e trolha.

Há dias em que arranco sebes e árvores.

Outros em que planto grainha.

Manhãs em que deito abaixo muros.

Tardes em que carrego sacos de areia e cimento.

E momentos em que serro, corto e lixo tábuas para prateleiras.

Uma diversão que tem sido obtida sempre debaixo de um sol anormal para este país.

Consequência: o moreno habitual que se vê num trolha.

Até já estou a pensar em comprar uma daquelas camisolas de alças.

Não só para realçar os músculos com que vou ficar ao carregar os sacos de areia e cimento.

Como para ficar moreno noutras partes do corpo que não apenas a cara, como actualmente.

E até já delineei objectivos para as próximas semanas:

- Pôr uma sebe a dar pêras.

- Aparecer na capa da revista dos jardineiros.

 

E com os objectivos nasceu um sonho:

Ser o jardineiro do mês na referida revista.

Para além de ganhar 1000 libras em material de jardinagem, ainda posso entrar numa passagem de modelos vestido só com calças de jardinagem de alças.

 

Só para terem ideia de como estou a evoluir, posso contar-vos que hoje aprendi a lixar correctamente uma tábua.

O problema maior deste novo trabalho é mesmo o inglês técnico próprio às profissões de jardineiro e trolha.

Por exemplo, 80 das ferramentas de um carpinteiro são para mim: THAT!

“Can you give me that?”, peço eu apontando para o objecto do qual desconheço o nome em inglês.

Este trabalho só serve para eu provar a mim próprio que consigo fazer tudo… ou quase tudo.

E a ideia de ser gigolô ainda não me saiu da cabeça…

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Que figurinha a dos trolhas ingleses

Dez horas da manhã, vou eu para o trabalho e que vejo?

Trolhas.

Até aqui nada de anormal, já que na Inglaterra também se constroem e reparam casas.

Mas estes trolhas ingleses tinham uma particularidade que me chamou a atenção:

Estavam de copo na mão a beber… café.

Café?????

Que cócózinhos…pensei eu.

Um verdadeiro trolha português a essa hora bebe a segunda Super Bock do dia.

Muito têm os trolhas ingleses a aprender com os portugueses…

Depois reparei que tinham capacetes amarelos na cabeça.

Acho que eles viram vezes de mais o “Bob O Construtor” e agora devem estar a emita-lo.

Em Portugal, no Inverno, os trolhas usam gorros coloridos com as cores das últimas casas que pintaram.

As botas biqueira de aço também não faltavam, como se isso fosse calçado para ser usado numa obra portuguesa.

Nunca para além de umas sapatilhas passou pelos pés de trolha português, quando não são chinelos de meter o dedinho…

Mas juro que o que me fez mais rir foi o cinto que os trolhas ingleses usavam com as ferramentas devidamente arrumadas.

Trolha que é trolha coloca o martelo no bolso de trás das calças de ganga.

E calças de ganga rotas nos joelhos, porque já foram muito usadas…

Era vê-los cheios de camisolas e ainda uma casaca por cima.

Um verdadeiro trolha tuga trabalha em camisolas de alça que já foram brancas.

Ou então t-shirts da Sumol ou dos Móveis Azevedo.

Mesmo no inverno e com temperaturas abaixo dos 10 graus positivos.

A cordinha de segurança para eles andarem nos andaimes também não faltava…

E depois a arrumação daquilo.

Até me metia impressão tanta arrumação.

A arei num saquinho, o entulho noutro, e nada de tábuas com os pregos virados para cima no chão…

Não tenho dúvidas que aquela obra reprovaria numa inspecção em Portugal.

E um trolha português despedia-se no primeiro dia de trabalho naquela casa.

Quase que aposto que se aqueles trolhas ingleses virem uma miúda jeitosa a passar ainda lhe dizem bom dia, sem mandar um piropo foleiro.

E ainda dizem que há crise na construção civil inglesa.

Há crise mas é de valores.

 

 

PS.: E não é que até a tradução da palavra trolha para inglês fica uma coisa abixanada…

“Maison’s Helper”


publicado por Peter WouldDo às 00:01

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