.posts recentes

. Vinde brasileiros

. Terceiro dia em Belfast

. Férias baratas para quem ...

. Ryanair e os "blow jobs"

.arquivos

. Setembro 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Abril 2008

.Posts mais comentados


Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Vinde brasileiros

Para quem ainda tenha dúvidas sobre o quanto os portugueses podem beneficiar com o desenvolvimento do Brasil, aqui fica o meu testemunho.

Museu dos escritores irlandeses, em Dublin.
Visita com apoio a áudio em seis línguas.
Não consta o português.
Visita Guiada às principais atracções de Dublin: nove línguas, entre as quais o russo, o polaco e o italiano.
Não há português
Visita à fábrica da cerveja Guinness. Mapa e livro de apoio. Diversas línguas, sem o português.
Podia continuar por aqui fora apenas com exemplos de Dublin.
Mas mesmo em locais turísticos mais massificados, como Londres, se nota a ausência do português como língua de apoio.
 
Agora imaginem um Brasil mais desenvolvido e com uma maior percentagem daqueles 191 milhões de habitantes a visitar essa imensidão de lugares pelo mundo fora.
E isto sem contar com os outros habitante lusófonos do mundo que já o fazem.
Eles não teriam escolha senão colocar o português entre as línguas de apoio.
É bom lembrar que no mundo há mais falantes do português do que o:
Italiano
Russo
Alemão
Polaco
Japonês
Ou até o francês.
 
PS: amanhã há foto

publicado por Peter WouldDo às 00:04

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Terceiro dia em Belfast

A rotina de escrever no blogue foi-se.

Nas últimas férias, em Portugal, decidi que iria passar a fazer mais actividades.

Depois do trabalho, e nas duas últimas semanas, raramente vou directo para casa.

Como costumava fazer.

E o blogue é um dos que sofre...

 

Hoje, segunda-feira, estou ainda em Belfast.

Vim no sábado e regresso hoje à noite.

A cidade está constantemente a surpreender-me.

Umas vezes pela negativas outras pela positiva.

Será um bom exemplo de uma cidade sobre a qual criamos expectativas que depois não batem certas com a realidade.

Belfast é mesmo pequeno.

Ontem um amigo pedia-me uma comparação portuguesa e só me lembrava de Braga.

Embora logo depois tivesse reconsiderado e dito que Braga é maior.

Lembro que esta é uma capital.

Belfast transborda história recente.

O maior atractivo para que aqui tivesse vindo.

Fiz, vi e visitei quase tudo o que a minha colega de trabalho natural de Belfast me disse para fazer.

E acho que dois dias talvez tivessem chegado.

Confesso que esta tarde (segunda-feira) estou basicamente a passar tempo.

Nos próximos dias prometo contar algumas das aventuras que aqui vivi.


publicado por Peter WouldDo às 15:15

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Férias baratas para quem quer ficar famoso

 

 

Ando apensar seriamente em ir de férias para o México.

Não há melhor altura do que esta.

Ouvi dizer que os voos com origem no México estão sobrelotados.

Já os voos com destino para o México vão vazios.

Por isso as viagens estão super baratas.

Os hotéis também estão a preços acessíveis.

Parece que o Governo apercebeu-se desta crise turística e começou a oferecer máscaras à chegada dos turistas.

Trata-se de uma nova forma de marketing.

Querem juntar as máscaras ao tradicional chapéu de abas longas.

Os dois em conjunto tornam o utilizador mais parecido com os verdadeiros vilões.

E para quem sonha ser um dia famoso também não há melhor altura.

O destino México está tão em conta que os canais de televisão começaram a abrir os noticiários com entrevistas aos turistas que foram lá passar férias.

A habitual pergunta “Como se sente” está mais em moda que nunca, junto dos jornalistas.

E segundo consegui apurar, se por acaso formos ao hospital poucas horas depois de termos aterrado vindos do México (mesmo que para visitar um familiar ou amigo que lá está internado) os canais de televisão acampam à porta de nossa casa para falar de nós.

Chegam mesmo a entrevistar os nossos vizinhos e a perguntar-lhe: Como se sente?

Tive um amigo que à chegada dos Estados Unidos, e na brincadeira,  resolveu começar a espirrar.

Diz ele que para além de o começarem a comparar com um animal, ainda o levaram para fazer um batalhão de testes.

Tiraram-lhe tanto sangue para analisar que ele teve de comer 39 pacotes de ketchup do McDonalds para voltar a encher o corpo.

 

Felizmente não estou em Portugal.

Em Londres sempre me senti mais seguro.

É uma cidade que tem viagens que possibilitam a fuga para centenas de destinos, entre eles o México e a Califórnia.

Para além de termos milhares de famílias originárias desses dois locais.

E depois há os engraçadinhos que copiam estratégia de marketing mexicana e já andam com as ditas máscaras na rua.

Felizmente não andam com os chapéus.

Não consigo imaginar dez pessoas com aqueles chapéus colocados à hora de ponta no metro.

É que se forem nórdicos, ainda consigo ver a cena.

Agora se são da altura dos próprios mexicanos…

 

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Ryanair e os "blow jobs"

Não há dúvidas que as companhias aéreas low cost vieram revolucionar o mercado...
veja o exemplo da minha ida a Portugal em Setembro. A viagem de ida custou cerca de 50 euros e a de volta custou... 6 euros.

Por isso, e como ainda não tenho a certeza de onde estarei a trabalhar, comprei duas viagens de volta, com uma semana entre elas.

Assim, posso ficar em Portugal apenas um fim de semana ou uma semana e dois dias.

A perder só tenho... 6 euros.

Mas a Ryanair quer revolucionar o mercado transatlântico de viagens.

Vamos analisar a intenção:

Uma das formas das low cost terem preços mais baixo é a ausência de ofertas durante o voo: comida, bebidas e outras pequenas coisas...

Agora imaginem o que seria voo transatlânticos sem estas ofertas.

Já estou a ver os tugas a levar farnel para o avião... bolinhos de bacalhau, vinho tinto, uns panados, ovos cozidos...

O cheiro que não seria.

Mas, se pensam que não é possivel voos low cost a cruzar o atlântico vejam esta conferência de impensa do CEO da Ryanair, em que ele promete blow jobs...

A quem não sabe, não sou eu que vou explicar o significado desta palavra em português.

 


publicado por Peter WouldDo às 19:32

link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2010

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


.tags

. todas as tags