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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

A minha vida a nu

 

 

Como surgem algumas perguntas, resolvi dar mais detalhes sobre a minha vida profissional e financeira em Londres.

Por outras palavras: como sobrevivo eu.

Assim podem ficar com uma ideia mais próxima de como se safa um tuga em Londres.

 

O meu actual emprego é como controlador de stock, na empresa Matches Fashion.

Uma empresa com 14 lojas espalhadas por Londres, e com venda na página da internet.

É nas vendas online que incide mais o meu trabalho, pela segunda vez depois de ter feito quase a mesma coisa no Harrods.

Tenho um salário mensal a rondar as mil libras líquidas.

É o maior salário que já tive na Inglaterra, tirando quando era condutor de empilhadores, em que cheguei a ganhar 325 libras por semana.

No entanto, trabalhava à noite, enquanto agora tenho um horário das 9 às 17.

Agora gastos.

E era um trabalho muito mais duro do que o actual, em que até tenho um computador só ara mim e onde posso escrever textos como este…

 

Por mês, para a renda e despesas como água, electricidade, impostos para a câmara municipal, gás e internet gasto cerca de 380 libras.

Para o passe de transportes são 130 libras por mes.

Cá em casa fazemos despesas de alimentação juntos, e para isso gasto uma média de 100 libras por mes.

Acabo por gastar mais com a alimentação, para o almoço e outras coisas que compro numa média que rondará as 50 libras.

Estas despesas somadas rondam as 660 libras.

Tenho vindo a fazer uma média de um curso por mês, durante um sábado inteiro, que me custa 85 libras (745).

Posso dizer que acabaria com um saldo positivo mensal de 255 libras, caso não comprasse roupa, DVDs, livros e outras coisas a que uma sociedade capitalista nos “obriga”.

Recordo que cá se quero fazer férias tenho de recorrer apenas s poupanças, já que não há subsídio de férias.

Nem de Natal, para as prendas…

 

De momento, por exemplo, estou consciencializado que até Setembro gastarei 1000 libras para me inscrever em três cursos, que vão durar até Março.

Ou seja, começo a ver a semana de férias de que tanto precisava mais distante.

 


publicado por Peter WouldDo às 00:04

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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

É tão bom viver

 

Às vezes tenho a sensação que o meu cérebro encolhe.

São momentos muito específicos e habitualmente de curta duração.

Por exemplo, uma piada, um comentário ou a resposta de alguém.

E faço tudo para me afastar o mais rapidamente dessa pessoa, para que o meu cérebro não continue a encolher.

Espero que esta sensação não seja exclusivamente minha.

Para compensar há os momentos em que sinto criatividade a transbordar da minha cabeça.

Esses momentos são vividos solitariamente, por vezes, mas na maioria acompanhado por alguém ainda mais inteligente que eu, ou pelo menos com um sentido de humor parecido ao meu.

E faço tudo para prolongar a companhia dessa pessoa.

A vida é feita de momentos.

 

 

Há as pessoas que entram na minha vida como colegas, e não passam disso.

Muitos.

Depois há os que aparecem como colegas, fazem a transição para amigos e caem no esquecimento, algum tempo depois.

Chego a aperceber-me disso quando ainda são amigos.

Alguns.

Mas, felizmente, há os que surgem como desconhecidos e que nem chegam a ser colegas porque se tornam logo amigos.

Bons amigos.

E assim ficam para sempre, espero.

Poucos.

A vida é feita de pessoas.

 

 

Às vezes questiono-me porque me recordo de certos retalhos de memória.

Memórias que até considero banais, e não sei porque as guardo.

Imagino a quantidade de outras memórias “enterradas” num inconsciente profundo.

E nenhuma delas, mesmo mais importantes, me vem à recordação.

Mas mesmo essas memórias recordadas mais banais originam reacções físicas.

Umas riso, outras sorriso, outras arrepio, outras tristeza e outras ainda reacções que agora não me lembro porque também não me lembro que memórias são.

E por muitas que sejam as vezes que as recordo, as memórias originam sempre a mesma reacção física.

Como que as duas estivessem associadas eternamente no nosso inconsciente.

A vida é feita de recordações.

sinto-me:

publicado por Peter WouldDo às 00:04

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